A Transformação Digital na área da saúde é responsabilidade dos gestores de tecnologia?

Qual é o papel de um gestor de tecnologia em um hospital? É uma pergunta simples, mas que leva a uma reflexão importante na resposta.

A função primordial de um CIO (Chief Information Officer) é manter em pé os sistemas de informação que abastecem a instituição. É óbvio, mas essa função ganha um status diferenciado quando o cliente é um hospital.
Falhas no sistema podem causar problemas reais para pacientes – os chamados “eventos adversos”. Por isso, em hospitais, o cuidado com a simples manutenção dos sistemas é uma tarefa à parte.

Sanada essa questão, qual é o próximo passo? Para onde avançar? Para buscar essas e outras respostas, recorremos a Cláudio Giulliano Alves da Costa, CEO da Folks, empresa especializada em consultoria e treinamento em saúde digital, representante oficial e exclusiva da HIMSS Analytics para América Latina.

CIOs como protagonistas
Os CIOs de hospitais brasileiros acostumaram-se por anos a serem demandados em vez de demandarem. Acabaram por adotar uma postura passiva e pouco pró-ativa na solução de problemas. Parte disso é fruto do próprio perfil dos profissionais, mas, em grande parte, isso se deve ao próprio sistema de gestão, centralizador e fechado, adotado pelas instituições. Mas esse contexto está em profunda transformação.

Prova disso pode ser demonstrada pelo Índice de Maturidade Digital medido pela Folks em seus hospitais parceiros. No Brasil, o índice médio de maturidade é de 44% (de 0% a 100%). Isso significa que os hospitais cumprem o básico em relação à tecnologia: possuem sistemas informatizados para hotelaria, prontuário eletrônico e funções back office (financeiro, RH, etc).

Mas, de forma geral, muitas instituições ainda não deram o passo à frente. Como exemplos práticos do que seria esse avanço, Cláudio Giulliano cita o check in online do pronto socorro, antes mesmo do paciente se dirigir ao hospital (“para chegar com a ficha pronta e o atendimento liberado pelo plano de saúde”), ou o GPS Indoor, para que o paciente possa se localizar com mais precisão na hora de fazer um exame dentro do hospital.

“Ainda falta muito (para a transformação digital completa nos hospitais), mas é algo que todos estão buscando”, afirma Cláudio.

Capacitar é preciso
Segundo ele, a chave para essa evolução está na capacitação dos CIOs. “Fazer a transformação digital depende de conhecimento, e esse é um grande gap no Brasil. A maior parte dos CIOs não está preparado para liderar a transformação digital nos hospitais. E isso inclui também buscar outras habilidades da função, como liderança e comunicação”, afirma.

O CEO da Folks, que é médico e tem mestrado em Informática em Saúde, diz que um bom CIO, que ele classifica como “CIO visionário”, tem que se apoiar em um tripé de competências: tecnologia, saúde e gestão.

Tecnologia e educação corporativa
Empoderado pelo conhecimento, o CIO passaria a atuar elaborando planos em vez de apenas executá-los. “Ele deve se reposicionar enquanto profissional, deve se rebelar, no bom sentido. E deve fazer isso para ele e para outros gestores, porque uma andorinha só não faz verão”, ilustra Cláudio.

Essa mudança, para ele, implica também no planejamento de capacitações para a própria equipe de TI usando plataformas de educação corporativa.

“A integração entre tecnologia e educação em hospitais é uma página virada, isso já foi superado. Funciona muito bem. O que falta ainda são os CIOs definirem um plano de capacitação em saúde digital. Entenderem que eles podem influenciar nos conteúdos”.

Parceria com o Medportal
Há um ano, a Folks criou a Folks Academy, para oferecer cursos a executivos e demais trabalhadores da saúde utilizando utilizando a tecnologia do Medportal. Cláudio destaca a rapidez na implantação e o apoio do Medportal para maior agilidade na disponibilização do conteúdo. Afirma que esse período foi de grande aprendizado.
“Vimos que microaulas de até 10 minutos funcionam melhor. O participante pega aquele conteúdo e internaliza. Também realizamos momentos síncronos para tirar dúvidas e provocar questionamentos nos alunos”, afirma.

Segundo ele, a parceria deu tão certo que o programa será expandido nas próximas semanas com o lançamento da Digital Health Academy. “Teremos uma oferta maior de cursos, com conteúdo de outras instituições e participação de professores renomados”, explica.

Além disso, o objetivo agora é criar uma matriz de competências para um plano de desenvolvimento de carreira do participante. “Não vamos deixar o aluno solto. Ele vai escolher uma trilha de acordo com seus objetivos profissionais. Se daqui a dois anos ele quer estar em determinada posição, que competências ele precisa adquirir para chegar lá?”, finaliza Cláudio.

Por que investir em tecnologia para a educação em hospitais?

Já faz tempo que a tecnologia é parte indissociável do funcionamento de hospitais. O boom da transformação digital nos anos 2000 deixou isso ainda mais evidente, com o surgimento de soluções em TI para processos que antes eram analógicos.

Por isso mesmo, os investimentos em tecnologia também aumentaram bastante, em detrimento da queda com outros gastos. Por exemplo: uma empresa eventualmente contratada para gerir determinado serviço no hospital pode ter sido substituída por uma ferramenta que faz o mesmo processo com menos pessoal envolvido.

Com a pandemia de COVID-19, os investimentos em tecnologia passaram a focar em plataformas voltadas para a nova realidade, como telemedicina e o acompanhamento remoto de pacientes. Isso gerou o aumento robusto de recursos aplicados em tecnologia nos hospitais. Um levantamento da IDC (International Data Corporation), líder global em pesquisas de mercado na área da tecnologia, aponta que o investimento em soluções de TI no setor de saúde na América Latina deve atingir US$ 1,931 milhão até 2022 (cerca de R$ 10 bilhões).

E a educação continuada?

Como fica a educação continuada nesse contexto? Não há pesquisas mostrando com exatidão o quanto os hospitais pretendem investir em plataformas de AVA (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), ou LMS (Learning Management System) nos próximos anos.

Mas uma busca rápida por notícias e artigos relacionados ao assunto revela que o foco do momento está na procura por soluções que facilitem a gestão de leitos, desospitalização e o atendimento de pacientes no contexto da pandemia.

É seguro afirmar que a maioria dos gestores hospitalares sabe da importância dos LMS para o bom funcionamento das instituições.

Como já tratamos em outros artigos, a educação continuada é vital para a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento, além da transferência da cultura institucional, que também não pode parar.

Qual é a saída?

Diante disso, parece plausível adotar softwares gratuitos para educação continuada. O mais popular deles é o Moodle, que, além de ser gratuito, tem código aberto. Ou seja, pode ser modificado livremente sem a preocupação de infringir contratos ou políticas de software. Isso significa que as instituições de ensino podem desenvolver, adicionar, estender ou modificar recursos da plataforma através de alterações em sua programação.

Os termos “gratuito” e “livre” são bastante sedutores, mas eles não significam vida fácil para gestores educacionais, principalmente se pensamos em educação corporativa. Esses tipos de software apresentam, em sua versão padrão,funções básicas para a educação acadêmica. Em qualquer cenário, a instalação e a operação do Moodle exigem investimentos, como a estrutura de servidores em nuvem para armazenar os dados de uso da plataforma. Além disso, certamente no caso da educação corporativa, será uma demanda a mais para o departamento de TI, que eventualmente pode precisar de mais profissionais para customizá-lo

Um LMS pago pode ser mais vantajoso porque quando se pensa no custo total de funcionamento– os custos de armazenamento de dados, segurança da informação, manutenção e atualizações estão embutidos – e mais eficiente.

Ele pode ser customizado de acordo com as necessidades da instituição contratante, com uma experiência melhor que o Moodle, como a possibilidade de realizar planejamentos educacionais de forma rápida e escalável, gerar relatórios sobre a participação de funcionários que passam pelos cursos, entre tantas outras. Dessa forma, o gestor educacional ganha autonomia de ação.

Outro quesito importante é a segurança. Softwares de código livre são mais suscetíveis a ataques e invasões. O LMS pago, utiliza um sistema de replicação de dados em tempo real. Quer dizer que as informações da instituição e dos usuários são salvas a todo momento, reduzindo os riscos, a empresa responsável assume a responsabilidade de investir no aprimoramento dos sistemas de segurança.

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O Medportal oferece ferramentas de educação digital para organizações de saúde. Nosso time está preparado para dar suporte a líderes e gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da instituição de saúde.

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Saiba porque é importante integrar os sistemas de educação continuada ao ecossistema de TI em hospitais e instituições de saúde

Quando se pensa em tecnologia da informação para hospitais, as primeiras ideias que surgem são relacionadas ao atendimento de pacientes: prontuário digital, unificação de dados, facilidade de acesso a informações para diagnóstico, entre outros.
Nada mais justo, já que a principal missão das instituições de saúde que atuam na área assistencial é atender bem a seus pacientes. Dessa forma, é necessário que a instituição tenha um sistema eficiente para que um médico tenha acesso a um raio-X, por exemplo, no menor tempo e com a maior qualidade possível.
Mas, falar em tecnologia da informação em um hospital, pressupõe a construção de um cenário muito mais amplo. Por isso, propomos a seguir o exercício de imaginar a jornada de um paciente no hospital para verificarmos o quanto de tecnologia é empregada.
O setor de atendimento recebe o paciente, coleta seus dados e abre a solicitação de pagamento, geralmente pelo plano de saúde;

  • A contabilidade emite a nota fiscal e acrescenta o valor às receitas do hospital;
  • O financeiro fica com o registro para calcular impostos;
  • O setor de atendimento encaminha o paciente para a triagem;
  • A triagem encaminha o paciente para o atendimento com o médico responsável;
  • O médico responsável encaminha o paciente para a enfermaria ou para a realização de exames;
  • Os resultados são disponibilizados no sistema para acesso do médico;
  • O paciente retorna ao consultório para avaliação final, podendo ou não ser encaminhado para o setor de internação (o que, no caso, desencadeia uma nova jornada).

Imagine que cada pequeno processo citado acima demande um software específico, teremos a utilização de pelo menos oito programas diferentes. É como se cada processo fosse executado por empresas distintas, que não conversam entre si – mas que integram o mesmo ecossistema.
 
Integração como solução
Mesmo nos dias atuais, com a transformação digital já bem inserida em ambientes corporativos e a difusão de empresas dedicadas a soluções em TI cada vez maior, ainda há hospitais que atuam como o modelo descrito acima – em menor ou maior grau. Em alguns casos até de forma híbrida, mesclando processos digitais e analógicos impostos pela limitação de investimento.
Como consequência, isso pode gerar custos desnecessários, queda na eficiência e, na ponta do processo, um atendimento para o paciente que certamente poderia ser melhor.
Por isso, o ideal é migrar para o mundo digital em todos os pontos da jornada e realizar a integração dos sistemas. Dessa forma  os softwares conversarão entre si e garantirão, tanto o registro de procedimentos e informações referentes ao atendimento dos pacientes, quanto o seu acesso de forma facilitada.
 
A educação continuada no contexto da TI
Por aqui, já falamos em artigos anteriores sobre a relevância da educação continuada para o treinamento de equipes em hospitais, da necessidade de um gestor especializado na área e do engajamento dos colaboradores em todo o processo.
Também tratamos da importância da educação digital e dos AVAs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) principalmente em meio à pandemia da COVID-19, em que é necessário capacitar equipes com a maior velocidade possível, sem abrir mão da qualidade no conteúdo.
Diante desse cenário, é essencial que a integração dos sistemas de TI também contemple os sistemas de educação continuada – o que nem sempre acontece. A educação continuada geralmente é vista como um processo independente, feito à parte, sem conexão com outros procedimentos, o que gera ineficiência.
Com a integração, seria possível anexar ao registro do colaborador se ele já concluiu determinado treinamento, identificar os colaboradores que acabaram de ser promovidos e portanto demandam novos conteúdos, entre outras possibilidades. Os gestores, de todas as áreas, poderiam enxergar em que pé está a capacitação de cada time para atribuir responsabilidades distintas de forma muito mais rápida e eficiente.
 
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O Medportal oferece ferramentas de educação digital para organizações de saúde. Nosso time está preparado para dar suporte a líderes e gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da instituição de saúde – inclusive com a integração dos sistemas.
Nossa solução resolve diversos problemas encontrados pelas instituições, tais como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditações, entre outros.
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Os desafios em manter a qualidade do atendimento na desospitalização

Entre os especialistas da área da saúde, já há quem considere a desospitalização um caminho sem volta. O futuro do complemento à assistência hospitalar. É uma confluência de interesses mútuos que transformam a desospitalização em uma opção óbvia para o atendimento em saúde: os efeitos do ambiente na recuperação dos pacientes; a tecnologia que permite que vários procedimentos hoje possam ser realizados fora dos hospitais e até mesmo os benefícios financeiros dessa modalidade.

Antes de avançarmos nessa discussão, vale apresentar alguns conceitos. A desospitalização pode ser definida como a assistência domiciliar realizada por profissionais de saúde, mediante o estabelecimento de prazos e metas a serem cumpridas diariamente. Por isso mesmo ela também é chamada de home care (“cuidado domiciliar”, na tradução livre).  No ambiente familiar, o paciente costuma ser menos resistente às orientações e tratamentos.

Ou seja: a desospitalização tende a oferecer uma recuperação mais rápida e menos dolorosa, uma vez que o apoio e a proximidade familiar também fazem com que ele se sinta mais acolhido.

Mas é claro que a desospitalização vale apenas para casos em que o quadro clínico permita a internação domiciliar. O home care não substitui o hospital; apenas dá continuidade ao serviço na casa do paciente, com segurança e qualidade.

Os desafios
O primeiro grande desafio da desospitalização, como uma etapa até mesmo anterior à assistência em si, é provar sua necessidade. Ainda mais em um contexto de custos hospitalares elevados e resistência por parte de agentes do mercado para gastos maiores.
Um dos grandes desafios da medicina é a melhoria da eficiência financeira dos serviços. A questão em jogo aqui não é a lucratividade, e sim a sustentabilidade dos sistemas em médio e curto prazo. A ideia de que os custos com equipamentos de home care são mais altos ainda é muito presente. Mas essa realidade já está mudando.
As complicações de uma internação podem levar a gastos ainda mais elevados. Há muitas complicações inerentes ao ambiente hospitalar, como bactérias super-resistentes e o próprio período de recuperação, que tende a ser menor em casa.

Necessidade de evidências e protocolos
Por tratarem diretamente com a saúde humana, hospitais são cobertos por protocolos e procedimentos padronizados para promover sempre o melhor atendimento.

O mesmo cuidado deve ser aplicado ao home care. A política de desospitalização deve ser baseada em evidências. É importante que toda a instituição seja orientada para a atenção máxima ao manejo de doenças.
Esse desafio é ainda maior no contexto dos home care se comparado aos tradicionais hospitais, considerando que a interação entre as diversas equipes e as lideranças são pontuais. As equipes passam grande parte do tempo em unidades móveis.

Dessa forma, torna-se fundamental estar sempre atualizado em termos dos protocolos clínicos e garantir a adesão dos profissionais a eles. Isso previne grande parte dos problemas de relacionamento com pacientes e familiares e evita até problemas judiciais.

E apenas um programa de educação continuada pode garantir a adesão a esses protocolos com mais acurácia. Mesmo em domicílio, os profissionais envolvidos devem ser capazes de carregar consigo a cultura institucional e as melhores práticas. Levar o padrão de atendimento para a casa do paciente.

Desospitalização na pandemia
A desospitalização ganhou uma nova importância na pandemia da COVID-19. Antes uma alternativa na assistência de alguns pacientes, a modalidade passou a ser uma estratégia para reduzir a ocupação de leitos em tempos de alta demanda e diminuir também aglomerações dentro do hospital, favorecendo o isolamento como medida de prevenção.

Mas a COVID-19, por suas características de transmissão, impôs também alguns desafios à desospitalização. Por isso, profissionais passaram a adotar o monitoramento por telefone e avaliação médica por vídeo, permitindo a redução de visitas físicas, mesmo nos casos de alta complexidade. Cada caso passou a ter uma avaliação mais criteriosa para evitar prejuízos clínicos.

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O Medportal é uma empresa especializada em ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais – inclusive com foco na desospitalização.
Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.

Nossas soluções resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade cada vez mais latente de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditação, além da adequação de modelos de conteúdo no contexto da pandemia.

Educação continuada e a organização do tempo em equipes hospitalares

A pandemia da COVID-19 modificou a rotina em hospitais e empresas de saúde com foco assistencial desde março do ano passado, quando os primeiros casos da doença começaram a aparecer no Brasil.
Um ano depois, a situação é crítica: hospitais públicos e particulares operam no limite de suas capacidades, mesmo com o reforço de leitos e o desdobramento de equipes em horários estendidos para dar conta da alta demanda de pacientes.
Essa nova realidade impôs um desafio e tanto para gestores de educação continuada. Como continuar a promover capacitação com as equipes tão atarefadas?
Fato é que o treinamento permanece sendo essencial. Pois, o aumento na demanda levou à necessidade de contratação de mais profissionais, que precisam estar alinhados aos procedimentos e à cultura institucional da empresa, mesmo em um momento tão turbulento.
Afinal, tocar as operações sem a integração correta entre as equipes, e a orientação adequada para procedimentos técnicos, pode ocasionar problemas graves. Especialmente em um momento como esse, em que os profissionais de saúde representam a última linha no atendimento aos pacientes infectados e no suporte aos seus familiares.
Educação continuada é vital
Uma ideia equivocada é a de que, neste momento, a educação continuada deve ser deixada em segundo plano, já que não seria uma prioridade em meio à explosão no atendimento de casos de COVID-19.
Como dissemos acima, projetos de educação continuada são vitais para a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento, além da transferência da cultura institucional, que também não pode parar.
É importante frisar que o endurecimento da capacitação não é o cenário mais adequado – pelo contrário. É preciso ter empatia e entender o momento de dificuldade das equipes.
Como exemplo disso, em setembro do ano passado, uma pesquisa divulgada pelo PEBMED apontou que 78% dos profissionais de saúde no Brasil tiveram sinais de síndrome de Burnout no período da pandemia. A prevalência foi de 79% entre médicos, 74% entre enfermeiros e 64% entre técnicos de enfermagem.
Planejamento com cautela
Por isso mesmo, os gestores devem avaliar mudanças estratégicas na estrutura para a implementação do conteúdo e da informação em si, para que foque no necessário e essencial, de uma forma didática e mais leve possível. Mesmo sendo vista como algo obrigatório, a capacitação não precisa ser dificultosa.
Desta forma, contribuir com a efetividade dos treinamentos diante das variações tanto de horário nos hospitais, quanto da carga de trabalho diante do atual contexto de saúde, o formato dos cursos de educação continuada será facilitado no digital. Plataformas online possibilitam a flexibilidade para transmissão dos conteúdos – tudo o que as equipes mais precisam neste momento.
Daí a importância da figura de um gestor de educação continuada nos hospitais, que apontarão o sentido dessas mudanças a fim de manter o engajamento dos times.
Toda essa reorganização provocou o surgimento de novas lideranças, que passaram a gerir grandes equipes, mesmo sem muita experiência. Por isso também é importante, neste momento, a capacitação voltada para esses gestores intermediários. Tudo deve ser produzido com muito dinamismo, para permitir a disponibilização desses conteúdos em pouco tempo.
Há soluções que possibilitam o acesso às aulas pelo computador ou dispositivos móveis, em qualquer horário. E o gestor consegue enxergar quantos colaboradores efetivamente assistiram às aulas.
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As diferenças entre educação continuada e desenvolvimento de RH

Nos últimos anos, os departamentos de Recursos Humanos das empresas se transformaram em superestruturas. Em parte, para atender demandas criadas pela própria evolução das relações de trabalho e suas nuances; em outra, pela necessidade mais acentuada de aprimorar os colaboradores diante da concorrência e de um mercado cada vez mais regulado, complexo e desafiador.
Uma dessas funções assumidas, e que ganhou mais importância, foi o desenvolvimento de pessoas. Ou seja, o capital humano se tornou cada vez mais importante e estratégico para as empresas e deixou de ser visto somente como mão-de-obra para se tornar um diferencial competitivo.
Dessa forma, é plausível supor que desenvolver pessoas ganha mais relevância ainda em áreas que lidam diretamente com outros indivíduos, como o setor da saúde. Hospitais devem dispensar uma atenção especial ao desenvolvimento de profissionais na linha assistencial, já que nesses casos deixar o cliente satisfeito vai além de apenas atender índices. As implicações dizem respeito à vida das pessoas, que é o maior bem a ser preservado e cuidado.
 
Diferentes níveis de desenvolvimento
É aqui que podem ter início algumas distorções. Há muitas empresas que, por uma série de motivos (financeiros ou até por desconhecimento), restringem a tarefa de treinar e capacitar equipes apenas ao RH.
Não se trata de afirmar que o RH não tem competência para isso; pelo contrário, são competências complementares e imprescindíveis. Para desenvolver um programa de treinamento adequado, é preciso investir em estrutura, pessoal qualificado e um projeto bem sistematizado. O desafio demanda tempo e recursos, que podem ser escassos se assumidos totalmente pelo RH, tendo em vista o cumprimento de tarefas de gestão e execução com prazos determinados a que a área de Recursos Humanos já se dedica.
Além da gestão de benefícios, folha de pagamento, recrutamento etc, uma área de Recursos Humanos antenada com a modernidade deve trabalhar para desenvolver ainda mais os profissionais da empresa ou instituição e garantir o seu reconhecimento, tanto do ponto de vista individual quanto no de equipe.
Valorizar os potenciais talentos, pessoas que apresentam muitas características positivas, mas que precisam trabalhar outros pontos para se tornarem profissionais de performance diferenciada e se manterem em alto nível. É com esse tipo de treinamento, mais voltado para desenvolver softskills, que o RH normalmente deve se preocupar.
 
Como, então, treinar equipes adequadamente?
Para incutir a cultura institucional e atualizar os times em relação a procedimentos técnicos, a melhor saída é investir em programas de educação continuada. Isso evita que o RH se transforme em uma superestrutura – que será difícil de administrar por si só – e possibilita que cada um atue com foco distinto dentro da empresa, de forma colaborativa.
Além dos aspectos pedagógicos e técnicos, a gestão educacional requer imersão nas métricas de adesão de colaboradores, abrangência, dentre outras, correlacioná-las aos indicadores assistenciais de modo que alcance os resultados estratégicos definidos pela instituição. Ganha-se em efetividade. Portanto, aqui estamos pensando em estratégias de desenvolvimento e evolução de hardskills, que permitam melhorar os indicadores assistenciais, tais como taxa de infecção, tempo médio de internação, proporção de reinternações, taxa de mortalidade, dentre vários outros.
Como citamos acima, a educação corporativa também ajuda a garantir a transferência da visão do grupo para toda a instituição. Algo essencial em hospitais, em que as equipes lidam diariamente com vidas humanas em situação de fragilidade e precisam seguir diferentes regras e protocolos, ao mesmo tempo em que tomam decisões de maneira muito rápida e assertiva.
A educação corporativa é essencial, ainda, para hospitais que buscam acreditações, pois permite a escalabilidade dos treinamentos e a adoção em massa de padrões técnicos exigidos.
 
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Felizmente, o mercado dispõe de ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais. Uma delas é oferecida pelo Medportal. Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
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A importância do engajamento de colaboradores na educação continuada em saúde

Em qualquer área, gestores enfrentam um grande desafio quando precisam engajar seus times em projetos institucionais, sejam eles voluntários ou não. A participação, que deveria ser algo natural para os colaboradores, é interrompida por diversos pequenos obstáculos: falta de agenda, desinteresse pela atividade, corporativismo, autos sabotagem, ausência de visão de prioridade entre outras.
A solução mais comum, e longe da ideal, é tornar a participação obrigatória. Algo que a pedagogia e a psicologia já mostraram que não funciona: o engajamento não pode ser imposto; o interesse deve vir do participante. Curiosidade e o reconhecimento do valor daquele conteúdo são os primeiros passos para que o aprendizado ocorra.
E é claro que essa realidade também se aplica aos profissionais da área assistencial em hospitais. Com o desafio adicional de que, em grande parte, programas que exigem o engajamento das equipes são voltados para o aprimoramento de habilidades técnicas.
Mas como, então, promover o engajamento desses colaboradores sem perder de vista a necessidade de melhorar processos de forma contínua, o olhar para a cultura institucional e a padronização exigida por organizações de acreditação hospitalar?
A assistência em hospitais não pode correr o risco de oscilar de acordo com o humor e a vontade dos trabalhadores, correto? Na verdade, o problema está justamente nesse tipo de pensamento.
 
O aprendiz como protagonista
Há um conceito na área de educação chamado andragogia. No qual, de forma geral, podemos dizer que se trata de um modo diferente de conduzir o ensino de adultos, com respeito a sua independência e autonomia e, sem deixar de considerar que, diferentemente das crianças, eles são indivíduos que já trazem um volume considerável de experiências e conhecimentos.
Sendo assim, na andragogia, o professor se torna um facilitador no processo de aprendizagem. O que é intensificado em programas de educação continuada em hospitais, onde boa parte dos colaboradores são profissionais com graduação (e eventualmente níveis até superiores de formação). Ou seja: são indivíduos aos quais não se pode apenas impor conhecimento, como se fosse um decreto a ser obedecido. Isso, além de ineficaz, poderia provocar o descrédito de todo o processo, levando à perda de tempo, recursos e ao desgaste da instituição como um todo. Um verdadeiro desastre.
É evidente que funcionários orientados por sistemas impositivos também podem manter o funcionamento de um hospital em um bom nível, mas por que correr o risco de colocar tudo a perder com equipes insatisfeitas?
 
Engajamento como meta
Para exemplificar melhor, vamos relembrar a pesquisa feita em 2017 pela a Health Leaders, empresa norte-americana que gera insights e dados para o mercado da saúde, com 129 executivos sêniores e líderes clínicos para avaliar o impacto de programas de educação e desenvolvimento de líderes na enfermagem.
Como resultado, eles apontaram que a educação contínua, baseada em evidências, constrói líderes fortes e desenvolve um papel crucial na melhoria do envolvimento, do recrutamento e da permanência dos colaboradores.
Desta forma, estabelece-se um ciclo: bons projetos de educação continuada aumentam a satisfação e engajamento dos colaboradores. E colaboradores satisfeitos e engajados participarão de projetos de educação continuada de forma mais efetiva, aumentando a qualidade da experiência e maximizando seus resultados. E, a partir disso, também fica mais fluido incutir a cultura institucional, evitando aqueles obstáculos citados no início do texto.
 
Solução em educação online
Em tempos de pandemia e considerando a habitual dificuldade em integrar equipes de diferentes departamentos em um hospital, um facilitador para o engajamento é implantar ferramentas de educação contínua online.
Ferramentas digitais permitem personalizar a experiência de capacitação do colaborador. E esse processo é iniciado através de um ambiente de aprendizagem virtual, que será formado por treinamentos produzidos sob medida para atender às suas necessidades individuais de capacitação e desenvolvimento, alinhadas às diretrizes estratégicas corporativas.
Essas ferramentas digitais permitem até a contextualização de linguagem do conteúdo de acordo com o segmento do colaborador: imagine que um mesmo tema pode ter uma abordagem científica para médicos e mais lúdica para outros segmentos profissionais dentro da mesma instituição, sem grande impacto no orçamento
O Medportal trabalha com soluções personalizadas em plataformas de treinamento e capacitação, possibilitando que os funcionários possam realizar os cursos em horários distintos, pelo computador ou dispositivos móveis, e dando visibilidade aos gestores quanto à participação de cada um nos programas.
Além disso, é possível implementar o programa de educação digital com uma biblioteca que contém mais de 100 treinamentos prontos para uso.
Para saber mais, entre em contato conosco ou acesse nosso blog com mais conteúdos para auxiliar você no processo de implementação da educação digital.

O papel da educação para a evolução dos padrões de qualidade assistencial

Na teoria, parece fácil. Os protocolos existem há tempos e, embora sejam eventualmente modificados ou atualizados, já são bem conhecidos por gestores de hospitais e demais empresas de assistência em saúde.
Na prática, o cenário é outro. O funcionamento de um hospital depende da integração entre diversos setores – médico, tecnológico, administrativo, financeiro, assistencial e, se for o caso, até mesmo de docência e pesquisa.
Além disso, há muito mais em jogo do que somente obedecer a protocolos. Apesar de serem vastos e detalhados, eles muitas vezes não contemplam dificuldades específicas que surgem quando lidamos com vidas humanas.
Também é preciso considerar que cada hospital ou outra instituição de saúde tem uma cultura institucional que precisa ser respeitada – e que quase sempre vai muito além de protocolos, justamente para a busca da excelência e qualidade no atendimento.
 
Educação como combustível
Se pudéssemos enxergar um hospital como uma grande máquina, talvez seja correto dizer que cada departamento é uma engrenagem que conta com: diretoria médica, enfermagem, limpeza, administrativo e RH. Os funcionários, gerentes e diretores são o motor, que garantem a força para que tudo funcione adequadamente.
Mas de nada adianta uma máquina moderna, com engrenagens bem sintonizadas entre si, e um motor tinindo, se não houver um combustível para colocar tudo em operação. E esse combustível é a educação.
Um programa de educação continuada é vital para hospitais – tanto para a atualização e reforço de conhecimentos técnicos e científicos para as equipes quanto para a transferência da cultura institucional aos colaboradores.
E não estamos falando de educação na acepção mais ampla do termo. Afinal, qualquer orientação passada informalmente nos corredores pode ser enquadrada como uma ação educativa.
Mas sim: estamos falando de um programa formal, com propósito, profissionais especializados envolvidos, conteúdo elaborado de acordo com as necessidades de cada time, aplicação sistematizada e acompanhamento de indicadores de efetividade. Seriedade contra o improviso e comprometimento com a cultura organizacional da instituição
 
Educação para quê, afinal?
As finalidades da implantação da educação continuada em hospitais podem variar, e vão desde a inclusão de uma nova filosofia adotada pelo grupo gestor (em uma aquisição ou reposicionamento de marca, por exemplo), até a busca por alguma acreditação ou nível de acreditação específicos – o que é mais comum.
Independente do fim, o meio é sempre o mesmo se o programa for bom e bem aplicado: melhora de procedimentos, aumento da segurança, equipes melhor informadas, com mais conhecimento, segurança e trabalhando com mais satisfação. O que leva ao benefício maior, que é ter o paciente e seus familiares bem atendidos, em situações que podem ser de bastante fragilidade.
É importante ressaltar que, na nossa visão, não basta encarar a saúde do paciente como objetivo final a qualquer custo. O tratamento pressupõe a aplicação de métodos, com análise de contexto e das necessidades do momento. E isso é uma demanda que a educação sem dúvida pode ajudar a suprir. Talvez não exclusivamente, mas ela certamente ajuda bastante.
 
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Por que hospitais devem ter um gestor de educação continuada?

No nosso artigo anterior, destacamos que, em geral, atualmente existe um bom nível de maturidade entre hospitais e empresas de saúde quanto à importância de implementar e gerir programas de educação continuada.
Anterior a isso, no entanto, é preciso contar com um profissional que fará a administração deste tipo de processo na instituição: o gestor de educação continuada.
Neste artigo, falaremos sobre a importância deste tipo de profissional para hospitais e como exatamente ele pode contribuir na evolução de práticas educacionais nas instituições.
 
Cada um com a sua função
Profissionais focados podem ajudar instituições de saúde a alcançar resultados expressivos na melhoria de processos, motivando e potencializando as habilidades e competências dos colaboradores e principalmente, fomentando ciclos de melhoria contínua dos processos e disseminação da cultura institucional.
Do ponto de vista educacional, instituições de saúde podem ser divididas em três grandes categorias quando o assunto é educação continuada: as que têm programas do tipo totalmente operantes, com um profissional com dedicação exclusiva na coordenação; as que têm educação continuada, mas com a gestão compartilhada de profissionais que acumulam outras funções; e as que simplesmente não têm programa consistente para o treinamento de equipes.
Por isso mesmo, o benefício imediato da presença de um gestor de educação continuada nos hospitais é justamente o de garantir que outros gestores de área não se sobrecarreguem com uma função extra. De quebra, isso também certifica que a educação continuada será executada de forma séria e consistente, sem improvisos.
 
Pensando no melhor
Superada esta etapa, vamos ao papel do gestor de educação continuada propriamente dito: implantar um programa que garanta a evolução técnica constante dos departamentos do hospital, seguindo as frequentes atualizações de protocolos e metodologias, além de incutir a cultura corporativa do grupo.
Além dos aspectos pedagógicos e técnicos, a gestão educacional requer imersão nas métricas de adesão de colaboradores, abrangência, dentre outras, de modo que alcance os resultados estratégicos definidos pela instituição.
Também já falamos como a educação corporativa ajuda a garantir a transferência da visão do grupo para todas as pontas dos processos. Algo essencial em hospitais, em que as equipes lidam diariamente com vidas humanas em situação de fragilidade.
Além disso, a educação corporativa é essencial para hospitais que buscam acreditações, pois permite a escalabilidade dos treinamentos e a adoção em massa de padrões técnicos exigidos.
 
Quem é esse profissional?
Para um gestor de educação continuada em hospitais, não basta ter conhecimento de práticas, protocolos, equipamentos e do funcionamento de uma instituição de saúde. É essencial que ele tenha experiência em capacitação profissional de equipes de saúde; que saiba avaliar impactos das ações gerenciais e prever possíveis conflitos; e que consiga apresentar soluções para o desenvolvimento das demandas e necessidades da equipe assistencial.
Também pesam a favor do gestor de educação continuada algumas características valorizadas em qualquer ambiente corporativo, tais como um bom relacionamento interpessoal, liderança, flexibilidade, experiência e autoridade. Afinal, se ele vai implantar um programa de capacitação, é importante que também seja capacitado – e que provoque uma sensação de segurança, e não de dúvida, nos demais funcionários.
O líder de educação continuada precisa, ainda, aprender a aplicar suas habilidades por meio de ferramentas digitais – o processo de digitalização, inclusive, foi em grande parte aprofundado pela pandemia. Mas ele não precisa ser proficiente no uso dessas plataformas, já que elas estão lá justamente para ajudá-lo, tornando o manuseio acessível e intuitivo.
Sua prioridade é entender e diagnosticar as lacunas de conhecimento e promover a transformação digital no ritmo apropriado para o capital humano de cada instituição. E quer saber a melhor parte? Muitas vezes ele próprio, gestor educacional, acelera sua transformação digital pessoal à medida em que encara esse desafio. Basta escolher as ferramentas adequadas.
 
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O Medportal trabalha oferecendo ferramentas para que organizações de saúde implementem e gerenciem programas de educação digital. Estamos preparados para apoiar líderes e gestores a estabelecer um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
Nossa solução resolve diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade cada vez mais latente de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditações, entre outros.
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Educação continuada em saúde: aprendizagem para geração de valor

A educação continuada tem sido cada vez mais adotada como alternativa por empresas de diversos setores e tamanhos como forma de transferir a cultura organizacional aos colaboradores. E isso vale para ocupantes dos cargos no topo ou na base da pirâmide corporativa.
Mas e quando se trata de empresas da área de saúde?
Hospitais, por exemplo, lidam diretamente com o limiar entre vida e morte e possíveis repercussões de grande impacto no dia a dia dos seus pacientes. Trabalham diante de contextos complexos, às vezes críticos, com foco em cuidar do ser humano, integrá-lo e muitas vezes capacitá-lo a uma nova realidade de vida. Isso requer muito mais que o conhecimento técnico da academia. Dessa forma, fica evidente a importância da educação continuada nesse ambiente.
Neste artigo, falaremos sobre a importância da educação continuada para a geração de valor entre equipes e como os projetos podem ser implantados em prol do bem-estar de todos os envolvidos.
 
Geração de valor
Quando gestores de saúde são questionados a respeito dos grandes motivadores para a implantação de projetos de educação continuada em suas instituições, algumas respostas chegam antes e com mais intensidade que outras.
Por exemplo, estabelecer a padronização de processos; solidificar a necessidade de utilizar protocolos e evidências científicas robustas ou prover metas para as equipes no sentido de alcançar (e conseguir manter) certificações.
Tudo isso é bastante relevante e até mesmo indispensável. Vale também se atentar a um benefício anterior, tão importante quanto todos esses: a disseminação assertiva e eficaz da cultura institucional. Isso é algo essencial em serviços de saúde, visto que o cliente final é um paciente. Atendê-lo bem e engajá-lo faz toda a diferença em sua saúde, bem-estar e em sua satisfação e pode impactar até em sua recuperação e processos assistenciais.
Dessa forma, a transferência de cultura está longe de ser um objetivo único ou final. É possível atingi-lo sem abrir mão da busca pela padronização de processos, pelo cumprimento de protocolos ou pelos critérios para acreditação. É algo extremamente estratégico e que pode ser executado concomitantemente. Na verdade, é um enorme facilitador. Com exemplo, podemos citar os resultados da AACD, reconhecida como Excelência em saúde em 2020.
 
Múltiplas camadas
Iniciativas estruturadas de educação continuada em saúde também podem coexistir como resposta a demandas mais elementares, como a atualização de procedimentos para a equipe médica e de enfermagem. Acredite: até nas orientações que aparentemente dependem apenas de conhecimento técnico, estão embutidos os valores da instituição. E educar para o cuidado do indivíduo, e não da doença, é necessário.
Felizmente, cada vez mais hospitais, clínicas e laboratórios têm despertado para a importância de manter programas de educação continuada. Ao compartilhar seus propósitos com as equipes de maneira efetiva e escalável, conseguem motivar, unir e engajar, promovendo saúde, com o paciente no centro do cuidado. É um processo em que todos ganham: a instituição, os colaboradores, os pacientes e a sociedade.
 
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O Medportal trabalha oferecendo ferramentas para que organizações de saúde implementem e gerenciem programas de educação digital. São mais de 250 mil profissionais de saúde, de aproximadamente 220 organizações ativas em suas plataformas especializadas em conteúdo e capacitação digital. Como resultado do programa, os clientes apresentam considerável redução de custos em treinamentos e melhorias em NPS de clientes.
O Medportal está preparado para apoiar líderes e gestores a estabelecer um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde, além de oferecer inteligência em dados, relatórios e benchmark com outras instituições de saúde.
Além de inserir seus próprios protocolos e treinamentos nas plataformas, com a biblioteca de conteúdos do Medportal, organizações de saúde podem iniciar projetos de educação digital com treinamentos prontos para uso, elaborados com a expertise de especialistas em áreas estratégicas da educação.
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