LGPD no EAD: é hora de definir prioridades

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) ganhou bastante destaque a partir da segunda metade do ano passado, quando foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, após dois anos de tramitação e muitas idas e vindas – assunto sobre o qual não vou me debruçar agora. O que interessa saber é que a lei já está em vigor, embora as punições previstas por ela só passarão a ser aplicadas em agosto de 2021.

Um impacto direto da LGPD para o “grande público” são aquelas mensagens de uso de cookies que praticamente todos os sites passaram a exibir, que permitem entender o uso dos dados coletados. Assim como o campo obrigatório para consentimento de uso das informações em formulários online.

Mas a LGPD não é só isso.

Baseado no Regulamento Europeu de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD torna obrigatórias uma série de práticas que antes eram apenas recomendadas. Sob pena de multa de 2% do faturamento anual da empresa em caso de descumprimento ou desconhecimento das normas.

Entre elas estão o due diligence sobre dados pessoais, auditoria sobre tratamento, gestão do consentimento e anonimização, relatório de impacto, segurança dos dados, plano de comunicação no caso de incidentes de segurança, prevenção de conflitos… E isso ainda nem é tudo. Se você se assustou ou não faz ideia do que sejam alguns desses termos, melhor correr!

E o EAD?

É claro que os impactos da LGPD também seriam sentidos nas plataformas de Ensino a Distância e AVAs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem). Esses serviços coletam dados de seus usuários para inscrição, acesso, comunicação e emissão de certificados.

Então, garantir que os alunos concordem com a utilização das informações repassadas deve ser entendido como um “primeiro mandamento” das empresas que gerenciam plataformas de educação.

Ou seja: é preciso redobrar a atenção para a captura de dados, sejam eles quais forem, e ser bem claro sobre a utilidade de cada um deles para a plataforma. Não é permitido modificar o motivo do uso sem autorização prévia do proprietário das informações.

O momento é de desligar o piloto automático e avaliar que tipo de informação é necessária para o modelo de operação da ferramenta. Nome, gênero, cargo, endereço, e-mail, telefone. Isso basta? Precisa de mais alguma coisa? Será que precisa mesmo? Não peça informações só porque todo mundo pede. É imprescindível documentar as justificativas de cada dado coletado como um controle interno para auditoria externa, ou seja, governamental. 

Com isso você evita o desgaste na gestão dos dados e se assegura de que dados não muito relevantes vazem em caso de ataques cibernéticos – aos quais o EAD não está imune, embora seja muito raro acontecer.

De toda forma, não espere a punição, pois já estão valendo. Vamos atrás das mudanças necessárias para se adequar ao LGPD. Estamos combinados?

LGPD no Medportal

Aqui no Medportal temos atenção redobrada com a segurança sobre os dados e as ações de coleta, uso e descarte de informações. 

Nos preocupamos com a adequação à legislação desde a implantação do projeto educacional de cada cliente, orientando-o sobre as informações adequadas e permitidas, bem como na segurança das informações restritas. Por exemplo: nossa solução possibilita a personalização de campos como forma de tornar os planejamentos educacionais mais ágeis e intuitivos. Uma boa estratégia de implantação permite que com três cliques os conteúdos sejam distribuídos a centenas ou milhares de colaboradores. Para resguardar a conformidade desses campos, nossa equipe faz uma curadoria e orienta o cliente sobre as melhores práticas.

Além disso, contamos com ferramentas de auditoria e relatórios que permitem que o próprio cliente acompanhe os dados particulares de suas bases a fim de sanear o que for necessário. Clientes que usam nossas soluções de comercialização de conteúdos contam com solução de mercado com Certificação PCI, firewall de camadas de nível 7 e o mesmo patamar de segurança requerido, por exemplo, por ambientes bancários.

Nossos engenheiros auditam constantemente a base de dados para avaliar eventuais riscos. Adotamos medidas de segurança para nossos servidores de hospedagem a fim de evitar ameaças como DNS hijacking e ataques DDos, que, a partir da injeção de malwares ou ransomwares, poderiam causar o comprometimento potencial dos dados de nossos clientes.

Medportal é finalista do Shark Tank – 100 Graus, Ebulição Instantânea

Entre os dias 20 e 22 de Janeiro, o Medportal teve a honra de estar entre os 10 finalistas do Shark Tank (“Tanque dos Tubarões”) promovido pelo “100 Graus – Ebulição Instantânea”, evento ocorrido no WTC Sheraton em São Paulo e que contou com diversos palestrantes e jurados de renome internacional, tais como: Kevin Harrington (Shark Tank Oficial da série americana ABC), Robert Cialdini, Roberto Justus, Geraldo Rufino, Carlos Wizard Martins, Christian Barbosa, Ricardo Bellino e Jamil Albuquerque. Cerca de 200 empresas de todo o Brasil foram inscritas e o Medportal foi uma das selecionadas para fazer o seu pitch final para um público de 2 mil pessoas.
 
Shark Tank é um processo no qual empreendedores apresentam sua ideia de negócio para empresários, clientes e investidores. Foi a segunda vez que o Medportal participou de um evento como este – em 2015 fomos vencedores do Shark Tank promovido pelo Hospital Innovation Summit (veja mais aqui: http://www.medportal.com.br/blog/eventos/especialistas-elegem-medportal-a-melhor-solucao-tecnologica-do-hospital-innovation-summit/).
O Medportal foi representado pelo Sócio e Co-Fundador Rodrigo Almeida, médico e empreendedor que apresentou a empresa para um auditório lotado e validou o modelo de negócios por um júri extremamente qualificado e experiente. Os sócios Vinicius Oliveira e Eduardo Valença também participaram do evento.

Shark Tank 100º Ebulição
Shark Tank 100º Ebulição
 
Vejam a lista de palestrantes, como foi simplesmente sensacional.
Kevin Harrington
Shark Tank Oficial da série americana (ABC)
Robert Cialdini
Autor do Best-Seller “Armas da Persuasão” e maior especialista em Influência e Persuasão do mundo.
Roberto Justus
Fundador e Presidente do conselho do Grupo Newcomm, maior grupo de publicidade do Brasil com faturamento de 9 Bilhões de Reais.
Geraldo Rufino
JR Diesel, que hoje fatura mais de 50 Milhões de reais anualmente.
Carlos Wizard Martins
Megaempresário, vendeu o Grupo Multi (que inclui a rede Wizard Idiomas) por 1.9 Bilhões para a Pearson Educacional.
Christian Barbosa
Maior especialista em Produtividade do Brasil e possui uma das maiores empresas do mundo no setor, a Triad Productivity Solutions.
Ricardo Bellino
Empreendedor Serial, foi sócio do mega empresário, hoje Presidente dos EUA Donald Trump e também trouxe a Elite Models para o Brasil.
Jamil Albuquerque
Best seller com mais de 6 livros publicados, é representante da Fundação Napoleon Hill e presidente da marca MASTERMIND para os 8 países da língua portuguesa.

Transforme o mundo com gamificação

Atualmente, muitas empresas utilizam a estratégia de gamificação com intuito de criar modelos de envolvimento completamente novos, capazes de motivar pessoas a cumprirem metas que elas próprias até então desconheciam.

A gamificação poder ser usada não apenas para incentivar as pessoas a mudarem seus comportamentos e desenvolverem novas habilidades, mas também para estimular a inovação – ao mesmo tempo em que alcançam os objetivos da empresa. As estratégias usadas nos jogos podem motivar pessoas e até influenciá-las psicologicamente.

De fato, isso está no cerne da própria definição do termo. Para a empresa Gartner, a gamificação significa “o uso de design de experiências digitais e mecânicas de jogos para motivar e engajar as pessoas para que elas atinjam seus objetivos”.

Ninguém poderia imaginar que empresas poderiam utilizar estratégias de jogos para deixar o time motivado.

Posso citar 3 exemplos reais que transformaram o mundo utilizando a estratégia de gamificação. É simplesmente incrível!


Exemplo 1: Jogo de Puzzle Foldit

Até 2009, a AIDS matou 30 milhões de pessoas (equivalente do Estado da Califórnia). A partir de 2010, 34 milhões de pessoas que contraíram o HIV. Durante 15 anos, muitos dos principais cientistas do mundo tentavam decifrar uma estrutura cristalina para um dos vírus causadores da AIDS, chamado Mason-Pfizer, mas não conseguiram resolvê-lo.

Felizmente, o Centro de Ciência de Jogos da Universidade de Washington (sim, esse centro existe) colaborou com o departamento de Bioquímica e criou o FoldIt, um videogame online sobre dobragem de proteínas. Foldit utiliza uma interface de quebra-cabeça semelhante a um jogo que permite que pessoas de todo o mundo “joguem” e compitam para descobrir várias estruturas de proteínas que se ajustam aos critérios de um pesquisador.

Para surpresa de todos, com mais de 240.000 “jogadores” se inscreverem para o jogo e competiram viciosamente uns contra os outros, uma solução para a estrutura do M-PMV foi encontrada em 10 dias, criando um grande avanço no campo de pesquisa de AIDS. 15 anos vs 10 dias? Vocês acham que esse fato contribuiu algum valor concreto para o mundo? Eu não tenho dúvida.


Exemplo 2: Pain Squad

Pain Squad é um jogo para celulares projetado para ajudar as crianças a combater o câncer. Em 2007, o câncer foi a causa de 13% de todas as mortes humanas (ou 7.9M pessoas). Combater o câncer não é apenas doloroso, pode ser solitário e cheio de desespero. Para tratar melhor pacientes crianças, os médicos precisam que os pacientes mantenham um “diário de dor”, registrando diariamente o que está funcionando e o que não está.

No entanto, as crianças geralmente estão cansadas demais para manter um diário e apenas gravar dados ocasionalmente, o que torna os dados completamente inúteis. A empresa Cundari, com sede em Toronto, criou um jogo de papéis com missões e recompensas, além de vídeos de incentivo para motivar essas crianças a registrar suas dores duas vezes ao dia por duas semanas.

Acontece que este jogo não só fornece médicos todos os dados que eles precisam para uma melhor investigação dos cuidados, ele também motivou as crianças a lutarem contra suas dores com um propósito. Eles agora não são apenas vítimas de câncer, mas detetives que estão descobrindo e explorando novas informações para a humanidade com intuito de derrotar o câncer de uma vez por todas!

Pain Squad foi um enorme sucesso em alguns hospitais no Canadá e está passando por mais casos de teste em mais hospitais.


Exemplo 3: Khan Academy

Se você perguntar: “O que é o jogo?”, Eles costumam dizer: “Videogames!” Eu acredito que os humanos têm um DESEJO inato de aprender, mas por alguma razão os sistemas escolares atuais não motivam as crianças a aprenderem como deveriam. O que torna a matéria pior é que muitas escolas estão obtendo seus orçamentos cortados, com professores sendo demitidos e as crianças não recebendo educação adequadamente.

Eis que surge o Khan Academy. O que costumava ser apenas um cara ensinando matemática no YouTube se tornou uma enorme coleção de mais de 3000 vídeos educacionais sobre matemática, física, química, finanças e muito mais, com milhões de pessoas aprendendo com ele. Khan Academy utiliza em sua mecânica do jogo, “árvores de habilidade de crescimento” para desbloquear novas áreas e fazer com que o aluno possa aprender novas habilidades. Muitos disseram que não poderiam se imaginar sendo bons em matemática, mas agora seu mundo mudou, graças a algumas habilidades de ensino realizado pelo Khan, e um pouco de Gamification.


Gamificação no Medportal

Aproveitando o gancho do modelo de gamificação do Khan Academy na área de ensino, a gamificação é utilizada nas soluções do Mepdortal. Construímos e estruturamos em nossa plataforma de EAD esta metodologia com o intuito de envolver e motivar times em instituições complexas da área da saúde.

Na plataforma de ensino a distância (EAD) do Medportal permitimos que os alunos possam ter a sua experiência de sala de aula registrada a cada curso concluído. A cada prova realizada seguindo de aprovação ou até mesmo com o download de material, o aluno também pode receber pontos, depende de como o gestor almeja construir a estrutura de gamificação para motivar seus times.

Com o ranqueamento definido, o próprio colaborador pode trocar seus pontos por produtos, liberação de novos cursos ou até mesmo premiação em dinheiro. Tudo depende do objetivo almejado pelos setores de RH, responsáveis por esta iniciativa de premiação do colaborador. Tudo fica claro e de maneira justa, ou seja, só resgata prêmio quem tem pontuação.

O intuito principal é de ranquear e deixar claro quem tem se esforçado para concluir etapas de treinamentos obrigatórios.

Esta incrível estratégia esta transformando o mundo e pessoas para um ambiente mais justo onde o próprio mérito é a força motriz para deixar times motivados.

E você, já pensou em motivar seu time com educação? Entre em contato conosco e saiba como construir o gamification para sua instituição de saúde.

Grande abraço, vida longa e próspera.
Até o próximo encontro.

Play the Game

[blockquote ]”it’s easy when you know the rules
it’s easy all you have to do…play the game…
Everybody play the game…” [/blockquote]
Fazendo pequeno trocadilho com a música do Queen (Play the Game), venho com a provocação do uso de gamefication nas instituições de saúde com intuito de transformar processos e ações em jogos de desempenho com envolvimento dos colaboradores.

Conceito

Embora o termo gamification seja de 2002 por Nick Pelling, um programador de computador e inventor britânico, ele veio ganhar popularidade somente em 2010. Podemos definir o termo como a aplicação de elementos de jogo de concepção e princípios de jogo em contextos não-jogo ou somente o contexto de uma competição na tentativa de melhorar o envolvimento dos usuários, produtividade organizacional, fluir, a aprendizagem, recrutamento e avaliação, facilidade de uso e utilidade dos sistemas, o exercício físico, infrações de trânsito, e eleitor apatia, entre outros. Uma revisão das pesquisas sobre gamification mostra que a maioria dos estudos encontramos efeitos positivos. Gamification tem sido amplamente aplicado no mercado, principalmente na área de marketing, nestes últimos 3 anos. Mais de 70% das 2000 empresas inquiridas em 2013 (Forbes Global) disseram que planejam usar gamification para fins de marketing e retenção de clientes.

Gamification, EAD e Área Saúde

Como você mede a produtividade e GAPs de sua instituição de Saúde?

A produtividade dos funcionários é outro problema que gamification tem sido usado para atacar. Exemplos como a imagem deste artigo, onde não sabemos quais GAPs temos em nossa instituição e quem é o colaborador mais engajado com as políticas da instituição, ou até mesmo:

O que fazer com as brechas identificadas nos processos internos?

Em instituições complexas, como as de saúde, a utilização do gamification pode ser usado para medir a produtividade de seus funcionários, o engajamento dos colaboradores e saber se o procedimento mais simples é levado em consideração. O objetivo principal é colocar todos para jogarem. Pode ser utilizado 3 modalidades de campeonatos: jogos entre equipes (como é o desempenho em equipe), competição individual (medir o desempenho individual em relação a todos) e entre seus gestores (medir quem lidera).
Desta forma nada como unir o conceito de jogos com educação a distância (EAD)Esta técnica é amplamente indicada para tratamento das possíveis brechas identificadas em seus processos internos. Neste ponto entramos em cena, o Medportal Soluções Educacionais fornece juntamente com sua plataforma de EAD módulo de gamification.
Uma competição entre equipes pode ser simples, objetiva e o mais importante, todos conhecerem as regras do jogo (“it’s easy when you know the rules”) , desta forma todos estão aptos e podem jogar o jogo (“Everybody Play the Game”).
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Visão parcial de um Dashboard de Competições (Gamification) de nossa plataforma de EAD

 
Ao final, o resultado é claro, a instituição conhece quem pode ser premiado.  Com os melhores colaboradores, ações lúdicas podem ser utilizadas nas próximas etapas. Os que desempenharam papel inferior, podem refazer etapas até alcançarem pontuação para avançarem nas competições.
Saiba como premiar ações do mundo real no mundo virtual, entre em contato como o Medportal Soluções Educacionais implementa o gamification.
Grande abraço, vida longa & próspera e até o próximo artigo.

Customer Development na prática!

Quando iniciamos a construção da plataforma de EAD do Medportal decidimos seguir o caminho do Customer Development.
Em 2010, tínhamos uma infinidade de idéias e funcionalidades listadas em nossa frente e a necessidade de criar uma plataforma diferente, pois naquele momento não existia no mercado nada similar ao que pretendíamos: uma plataforma de EAD focada no mercado de saúde pronta para ser utilizada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, enfim, profissionais de saúde.
Elegemos as funcionalidades básicas para construção de um MVP. Para quem não conhece, MVP é o acrônimo de Minimum Viable Product, ou seja, um produto mínimo viável. Em 3 semanas já tínhamos nossa sala de aula virtual integrada com meio de pagamento para rodar conteúdo de atualização médica de qualidade incontestável.
Após algumas mudanças de direcionamento, chegamos ao nosso melhor momento e modelo de mercado. Modelo este totalmente validado com nosso cliente, hoje estamos focados no crescimento do mercado.
Fomos avaliados recentemente como a melhor solução de tecnologia no setor saúde, no Hospital Innovation Summit, credenciando nossa idéia Medportal Soluções Educacionais no mercado de saúde.

Customer Development

Customer Development é uma metodologia conhecida por contribuir para o início do movimento denominado Lean Startup. O empreendedor e acadêmico americano Steve Blank é o principal responsável pelo desenvolvimento desta metodologia. Em ”The Four Steps to the Epiphany”, Blank descreve o Customer Development como um processo para uma Startup encontrar o Product/Market Fit (alinhamento entre produto e mercado). No mesmo livro, o autor ainda expõe os limites do modelo tradicionalmente adotado pelas startups, motivando os empreendedores a fazerem válidas as suas hipóteses de mercado.
 

Princípios do Customer Development

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Blank, em seu livro The Startup Owner’s Manual coescrito por Bob Dorf, listou uma série de princípios do Customer Development. Para ele, são princípios que os empreendedores nunca devem esquecer. Abaixo eu listo os que acho mais interessantes:

  • Combine Customer Development com Desenvolvimento Ágil.
  • O fracasso é parte integrante da busca pelo seu modelo de negócio.
  • Se você tem medo de fracassar, então você está destinado a fazê-lo.
  • Valide suas hipóteses com conhecimentos.
  • Sucesso começa com investidores e co-fundadores comprando a sua ideia.
  • Tomada de decisões rápida e sem medo, tempo de ciclo, velocidade e ritmo.
  • Se isso não é sobre paixão, você está morto no dia que abrir as portas.
  • Preserve o dinheiro enquanto está procurando. Depois que encontrar, gaste.
  • Comunique e compartilhe aprendizado.
  • As startups precisam de conforto com o caos e a incerteza.

Coloque um belo sorriso no rosto de seu cliente fazendo o que ele realmente precisa.

Deixe de lado o achismo e coloque em prática sua idéia hoje e vá buscar mercado. Uma coisa é certo, o frio na barriga da primeira venda realizada e mercado cada vez mais validado não tem preço!

Nossas Soluções Educacionais

Para você que não conhece nossas soluções educacionais, a plataforma de EAD é o principal pilar para organização e distribuição de conteúdo online, gestão educacional, gestão e desenvolvimento de avaliações, acompanhamento de indicadores de desempenho na área de educação, visão multi-area, gamificação entre outras soluções.
Treine, Avalie e Certifique profissionais ligados ao Setor Saúde utilizando nossas Soluções Educacionais.

Venha conhecer o futuro da Educação Continuada para sua Instituição

Acesse nossa página do Medportal Soluções Educacionais e agende uma visita e teremos o prazer de lhe mostrar como sua instituição de saúde irá tratar com educação continuada agora.
Grande abraço, vida longa & próspera e até o próximo artigo.
 
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O Medportal apoia o III Congresso Internacional de Acreditação CBA/JCI

O Medportal Soluções Educacionais tem a satisfação de anunciar o seu apoio e presença no III Congresso Internacional de Acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação e Joint Commission Internacional (CBA/JCI) a ser realizado nos dias 21, 22 e 23 de Setembro de 2015 no Windsor Barra Hotel Av. Lucio Costa, 2630 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, Brasil.

Recentemente, a parceria já existente entre o maior portal de atualização médica do país e o CBA/JCI para disseminação de conteúdo online por todo o Brasil foi ampliada com a contratação por parte do CBA/JCI da Solução Educacional personalizada que o Medportal oferece a instituições ligadas ao setor de saúde.


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O melhor ambiente online para ensinar e aprender medicina e saúde
Retorno profissional, financeiro e pessoal para os professores. Para os alunos, as melhores aulas de medicina na internet!

Clique aqui e conheça todos os Cursos Online do Medportal!


A plataforma de ensino a distância, já testada e aprovada por milhares de alunos, potencializará o alcance da estratégia de relacionamento, ensino e treinamento online da instituição que representa com exclusividade no Brasil a maior acreditadora de hospitais do mundo. E isso muito nos orgulha!

Visite o lounge do Medportal neste evento! Teremos o maior prazer em detalhar pra você os benefícios que seu hospital terá com nossas Soluções Educacionais!

Segue o flyer do evento abaixo:

congresso

 


Curso Online de Acreditação em Operadoras de Planos de Saúde (CBA) – Professor Heleno Costa Junior

Introduzir o conhecimento sobre as metodologias desenvolvidas pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), com ênfase nos processos de educação e acreditação e com destaque para o manual e os itens avaliativos definidos pela RN 277/2011 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


Curso Online de Acreditação Internacional em Instituições de Saúde (CBA/JCI) – Professor Heleno Costa Junior

Introduzir o conhecimento sobre a metodologia desenvolvida pela Joint Commission International (JCI), aplicada no Brasil pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), com ênfase nos processos de educação e acreditação e com destaque para o manual e os padrões aplicáveis para instituições de saúde hospitalar.


Curso Online de Manual de Padrões de Acreditação da Joint Commision International para Hospitais (CBA/JCI) – Professor Heleno Costa Junior

Curso Online sobre a 5ª edição do Manual Internacional de Padrões para Hospitais da Joint Commission Internacional (JCI). Fundamental para instituições de saúde que buscam melhores resultados em qualidade e segurança do paciente, por meio da metodologia de acreditação internacional!

Governo e Direção de Hospitais – A grande mudança no novo manual da JCI

Por Heleno Costa Júnior

Fonte: CBA /Saúde Web

A cada três anos os manuais de acreditação da Joint Commission International (JCI), que no Brasil é representado pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) são integralmente revisados. O objetivo da revisão é garantir que os padrões que compõem os manuais estejam devidamente atualizados e sejam adequadamente aplicados nas instituições que os utilizam. A última revisão foi a do Manual Hospitalar, que alcança a sua quinta edição.


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Um Comitê Internacional de Padrões é mantido pela JCI, o qual tem formação multidisciplinar, incluindo representantes dos cinco continentes, do qual tenho a honra e a rica oportunidade de participar. O trabalho do comitê se foca nas revisões dos padrões, as quais estão baseadas em informações coletadas por meio do trabalho realizado em cerca de 60 países, onde até dezembro de 2013, mais de 600 instituições de saúde tinham recebido o selo de acreditação internacional. No Brasil, cerca de 56 instituições já são acreditadas.  Através dos projetos de consultoria e avaliações, o comitê desenvolve um monitoramento contínuo da aplicação dos manuais e seus respectivos padrões, além de, periodicamente,  realizar pesquisas diretas e consultas públicas com profissionais e instituições para complementar informações relevantes sobre o conjunto de padrões que a JCI utiliza em seus programas.

Na revisão do manual hospitalar, para a publicação da quinta edição que passou a vigorar no último dia 01 de abril, o principal foco da mudança foi o Capítulo que trata do Governo, Liderança e Direção, que agora passa a ser o maior capítulo do manual. Nesta mudança a essência foi trazer para a responsabilidade direta dos gestores, em todas as suas instâncias, a gestão da qualidade e segurança dos processos de cuidado ao paciente. Nesta nova edição, os gestores, em especial a Direção Geral, deverá apresentar evidências de que prioridades de melhoria e segurança estão sendo definidas e implementadas e como essas melhorias estão impactando os resultados da instituição, considerando os  aspectos de custo e de eficiência.

Essa análise de impacto deve ser feita por meio do uso contínuo de indicadores, relatórios, análises críticas e outros instrumentos e ferramentas que, de forma sistemática, evidenciem a efetividade das ações de melhoria. Um relatório anual sobre os impactos prioritários deverá ser apresentado pela direção. Um conjunto de padrões foi incluído nesta nova edição visando a criação e manutenção de uma cultura de segurança na instituição, pautada em conceitos e princípios que devem ser definidos e disseminados diretamente pela direção e suas principais lideranças.

O uso e os resultados da aplicação de protocolos clínicos institucionais também foram alocados neste capítulo e serão avaliados quanto a sua efetividade na melhoria dos desfechos clínicos dos processos ou patologias para os quais são aplicados. Outro área trazida para a responsabilidade da liderança está relacionada com a realização ou desenvolvimento de pesquisas clínicas nos serviços da instituição.

Por fim a direção geral, liderança e gestores de departamentos e serviços serão responsáveis pelo gerenciamento de risco, a partir do recebimento e análise regular de relatórios sobre a ocorrência de eventos adversos e eventos sentinelas que eventualmente aconteçam na instituição.

O manual também foi aperfeiçoado em seu conjunto geral de informações, trazendo as referências técnicas e cientificas que foram utilizados para revisar, complementar ou incluir padrões nos diferentes capítulos. Também foram incluídos dois novos capítulos que serão aplicados quando o hospital for uma instituição de ensino que esteja diretamente vinculada com uma única faculdade de medicina, para desenvolvimento de atividades de ensino relacionadas com a graduação médica e que tenha centro de pesquisa clínica.


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Mais Qualidade – Acreditação Internacional

A médica Maria Manuela A. Santos, superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) – representante exclusivo no Brasil da maior agência auditora da Qualidade de instituições de saúde do mundo, a Joint Commission International (JCI) – fará parte da mesa de abertura da apresentação do Programa de Excelência em Gestão – Ciclo 2014, da Secretaria de Estado de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, na próxima terça (25). A representante do CBA/JCI falará sobre a importância da acreditação para a melhoria da qualidade e segurança das instituições de saúde. O evento, que acontecerá no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, contará ainda com as presenças do Dr. Marcos Musafir, Secretário do Estado de Saúde, e do Dr. Luiz Fernando Bergamini, do Programa Qualidade Rio.


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“Criado em junho de 2007, o Programa de Excelência em Gestão – PEG/SES tem por objetivo principal, qualificar a Gestão da SES utilizando modelos mundialmente reconhecidos que constituem a base dos programas de Melhoria Contínua da Gestão. Nos últimos cinco anos, diversas Unidades de saúde e áreas do nível central da SES vêm implementando seus Programas de Qualidade, passando por avaliações externas conduzidas pelo Prêmio Qualidade Rio e por programas de Acreditação Internacional o que tem gerado progressivas melhorias nas práticas de gestão, no aprendizado organizacional, na mudança da cultura e na satisfação dos usuários”, disse Meirelane Rosa, Assessora da Qualidade da Secretaria de Estado de Saúde – SES/RJ.

Fonte: Consórcio Brasileiro de Acreditação

 


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Segurança do Paciente é tema de nova campanha do CBA

O que pode trazer mais segurança ao paciente na hora de uma consulta ou tratamento? Responder esta pergunta é o objetivo da nova campanha de Segurança do Paciente desenvolvida pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

Segundo estudo apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no ano passado, de cada dez pacientes, pelo menos um acaba passando por incidentes que resultam de dano não intencional, decorrente da assistência. Cerca de 67% dos casos poderiam ser evitados com a adoção ou reforço de medidas de segurança do paciente estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


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Para o coordenador de educação do CBA, Heleno Costa Júnior “a segurança do paciente é uma responsabilidade individual de cada profissional que presta cuidados de saúde”. Por isso, para orientar estes profissionais a assistirem melhor seus pacientes, a campanha do CBA destaca, entre outras atitudes, a atenção ao paciente, o cuidado com a higiene das mãos, o esclarecimento e a concordância ao iniciar procedimentos e tratamentos.

Além disso, também dá dicas do que o paciente pode fazer para ter uma assistência mais segura. Entre elas: perguntar tudo sobre seu tratamento, compartilhar todos os seus sintomas com o profissional e alertar sobre possíveis alergias.

Para conhecer a campanha completa e baixar a arte do cartaz disponível aos hospitais acreditados ou em preparação para acreditação da JCI acesse o site http://www.cbacred.org.br.

A campanha Segurança do Paciente é a quinta ação desenvolvida pelo CBA para seus parceiros. As outras quatro foram: Prontuário do Paciente, Gerenciamento de Risco, Metas Internacionais de Segurança do Paciente e Direitos do Paciente e Familiares.

Fonte: CBA


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Introduzir o conhecimento sobre as metodologias desenvolvidas pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), com ênfase nos processos de educação e acreditação e com destaque para o manual e os itens avaliativos definidos pela RN 277/2011 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).