No Dia do Professor, quem comemora somos todos nós

Hoje é Dia do Professor, a profissão-base, responsável por formar todas as outras. No Medportal, sabemos que nossa estrutura de disseminação do conhecimento e da educação por meio das plataformas digitais sequer existiria sem a vocação para o ensino que nasce em alguns corações: de enfermeiros, médicos, fisioterapeutas e demais profissionais da área de saúde que diariamente estendem o seu cuidado e atenção tanto para os pacientes quanto para os colaboradores que compartilham a sua rotina.

Sabemos que ser um educador em um contexto de saúde é muito mais do que cumprir determinada carga horária ao longo da semana. Assim como a medicina, a educação se insere dentro daquela categoria que exige dedicação permanente, estudo constante, atualizações e tarefas extraclasse – sem falar no mais impressionante: a capacidade de mudar vidas, por meio do carinho e da atenção aos alunos.

Trata-se de um ofício; em alguns casos, quase um sacerdócio, com doação e entrega sem fim – e muitas vezes pouco reconhecida à altura. Mas, não aqui no Medportal. Nossa missão é justamente unir a vocação do ensino com a da saúde de uma forma única, por meio da tecnologia e das técnicas mais modernas de educação.

Desafio

Para que este desafio tão grande seja cumprido, expandimos a abordagem sobre a transmissão do conhecimento. Quem nos acompanha com frequência sabe da importância que o Medportal destina à autonomia do aluno em nossa plataforma, de maneira que ele seja responsável por compor sua própria jornada de conhecimento. Os profissionais que gerenciam os projetos de educação digital em suas instituições de saúde possuem um papel fundamental nisso, pois são capazes de promover a divulgação de conteúdos de qualidade e eficiente para seus colaboradores.

Por isso, também é nossa tarefa auxiliar nossos parceiros a encontrar lideranças com vocação para o ensino – de forma que elas se transformem em mentores, orientadores e professores, capazes de produzir conteúdo rapidamente aplicável na prática e na rotina exigente da saúde. Assim, entre um plantão e outro, entre um atendimento e uma cirurgia, nossos alunos se dedicam a serem profissionais e pessoas ainda melhores. E tudo isso é possível devido a um contínuo trabalho em equipe que permite o aprimoramento das nossas habilidades técnicas e interpessoais.

Nesse contexto, além de dedicarmos esforço contínuo para a construção, melhoria e evolução de nossa plataforma, também nos preocupamos em estar à frente na aplicação de conceitos como a andragogia, paragogia, microlearning, aprendizado contínuo, interatividade, trilhas de aprendizado, entre outros. O que permite que a experiência em educação digital seja potencializada com as melhores práticas educacionais.

Equipe fortalecida em conteúdo digital

Um ponto importante é que não conseguiríamos nada disso sem nossa equipe de conteudistas, que nestes dez anos de história do Medportal empenham parte de sua vida e sua bagagem de conhecimento para a criação constante de conteúdos digital da mais alta qualidade para o ensino de saúde à distância.

Desde então, chegamos à impressionante marca de 350 mil alunos, em mais de 300 instituições atendidas. Nossa meta é que esses números cresçam ainda mais, sempre atrelados à melhoria constante do conteúdo. Afinal, quem ensina tem de ser o primeiro a dar exemplo e caminhar rumo ao autodesenvolvimento contínuo.

Agradecemos, por fim, a todos que acompanham nosso trabalho. Vocês nos dão força para continuar! Nosso blog e redes sociais também são fonte de conhecimento e aprendizado. Compartilhe e não deixe de entrar em contato. Vamos juntos pela rota digital da educação!

Santa Casa de São Paulo aponta vantagens da plataforma de EAD da Medportal

Instituição com 460 anos, somente em meados do ano passado a Santa Casa de São Paulo adotou o ensino à distância (EAD) como ferramenta de treinamento e capacitação de seus colaboradores. Para dar esse passo tão importante, a plataforma escolhida foi a da Medportal.

De lá para cá, são impressionantes 11,7 mil alunos cadastrados em 61 treinamentos. Além disso, o objetivo inicial de escalabilidade foi atingido: 83% dos colaboradores concluíram os programas de desenvolvimento customizado propostos.

“Hoje conseguimos atingir um número de pessoas muito maior do que com os treinamentos presenciais, que têm sua importância. Mas, o EAD ajuda muito quando precisamos atingir uma massa de pessoas maior, em pouco tempo”, revela a supervisora de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal da Santa Casa de São Paulo, Angela Vieira Gomes.

Com isso, os ganhos são válidos tanto para quem aplica, como para quem recebe o curso: os profissionais de RH têm mais horas livres para desenvolver outros conteúdos e projetos; enquanto a equipe que está sendo treinada fica menos tempo fora do local de trabalho, com impacto menor às suas atividades-padrão.

Os números falam

Outra vantagem da plataforma da Medportal é que todos os acessos podem ser mensurados. Com isso,  os gestores da Santa Casa de São Paulo acompanham de perto a evolução do time: quais grupos obtêm resultados melhores e quais áreas demandam atenção.

A Santa Casa de São Paulo, por exemplo, quer avaliar suas distintas unidades. Portanto, acompanha quais de suas cinco unidades têm mais acessos ao treinamento e em quais setores, quais cursos possuem maior receptividade globalmente e por unidade, entre outros. “No comparativo hora/homem entre o treinamento presencial e o EAD, com certeza o ensino à distância leva vantagem”, pontua Angela.

Além da boa utilização da plataforma da Medportal, tais resultados só são atingidos com a participação e incentivo  das lideranças. “Hoje os gestores já nos procuram e indicam cursos que desejam aplicar em suas áreas”, diz a supervisora.

Os resultados são tão animadores que, a partir de setembro, a Santa Casa de São Paulo vai passar a inclusões semanais de cursos; hoje isso ocorre a cada 15 dias. “Embora nós tenhamos um número alto de adesões, a intenção é fazer com que as pessoas continuem acessando sempre. Por isso, já temos um planejamento para trazer conteúdos mais interativos, mudando um pouco a cara dos treinamentos”, expõe Angela.

O objetivo, segundo ela, é que o colaborador não espere sair um comunicado de que há um treinamento novo na plataforma para acessá-la, e sim que a utilize de tempos em tempos, de maneira proativa, para controlar o ritmo do próprio ensino.

Processo seletivo e pesquisas

Com a adoção da tecnologia, a acessibilidade ao uso e a versatilidade do Medportal provocam a criatividade das equipes. Por isso, tornou-se hábito na Santa Casa de São Paulo recorrer às ferramentas da plataforma para executar os desafios do dia a dia.

Assim, além dos treinamentos, a Santa Casa de São Paulo já pretende utilizar o Medportal para fazer processos seletivos, com entrevistas on-line; e realizar pesquisas, com divulgação de metas e resultados.

Outra característica da plataforma que a instituição deseja adotar é a interação dos usuários, estimulando-os a se tornarem ativos no processo de aprendizagem. Para isso, um espaço para vídeos registrando as dúvidas dos colaboradores está nos planos. 

Como dica a outros profissionais de Recursos Humanos, Angela é categórica: confiem no conteúdo da plataforma, porque realmente funciona. “No começo há sempre dificuldades, é algo novo e demanda um pouco de tempo para que as pessoas se acostumem. Quando isso acontece, todos conseguem ver os benefícios: tanto quem recebe, como quem aplica os cursos.”

Angela também ressalta o apoio que recebe da Medportal no desenvolvimento de novos projetos e soluções. Essa é, aliás, uma de nossas maiores preocupações: apresentar sempre as novidades da evolução da tecnologia e também inovações aplicadas por outros clientes da plataforma — em um grande círculo virtuoso que se retroalimenta.

A supervisora revela ainda um desejo: que a parceria entre a Santa Casa de São Paulo e Medportal dure por muitos anos. “tem nos auxiliado bastante”, completa.

Conteúdo digital para ensino em saúde: confira as dicas do Medportal

A produção de conteúdo digital para educação corporativa em saúde requer uma série de cuidados, para que esse conteúdo seja desejável pelo colaborador. Afinal, a área está longe de ser homogênea: há profissionais de diversas idades e níveis de experiência, com formações e funções variadas. Do diretor que fez carreira de décadas em uma instituição ao auxiliar de enfermagem recém-formado, todos fazem parte da saúde.

Há ainda uma série de ferramentas e metodologias de ensino que devem ser consideradas, pois o ensino digital tem características próprias, diferentes das tradicionais aulas presenciais a que estamos todos acostumados nos tempos de escola, faculdade e ensino técnico.

Além disso, o mais importante: um processo educacional efetivo reflete em qualidade assistencial e positivamente na saúde e no bem-estar do paciente e, por consequência, da população como um todo.

A coordenadora da Área de Conteúdo do Medportal, Viviane Zanetti, dá algumas dicas sobre como pensar e estruturar uma plataforma de educação digital em saúde consistente com todos esses pré-requisitos.

Características

Viviane explica que a produção de conteúdo digital em saúde tem que ser relevante para o público-alvo, conter informações atualizadas e validadas por órgãos competentes. Além disso, deve ser acessível e oferecer conhecimento de forma rápida e efetiva.

É preciso ter em mente que a área da saúde é interdisciplinar. Por isso, uma boa estratégia para diferenciar o conteúdo é segmentá-lo de acordo com o perfil de cada grupo. “Criar trilhas de aprendizado de acordo com cada perfil, considerando cargo, área de atuação e perfil de competências ajuda a organizar o conteúdo de forma que o aluno o considere relevante”, afirma a coordenadora da Medportal.

Outro ponto: devido ao do aparato digital que intermedeia o aprendizado, há uma série de ferramentas tecnológicas que podem ser empregadas na produção e transmissão do conteúdo – Jamboard, EDPuzzle, Canva, Padlet e GoConqr são algumas delas. “Além de tornar o conteúdo mais interativo, essas ferramentas auxiliam a desenvolver a cultura digital no aluno, o que é necessário, pois a tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas”, aponta Viviane.

Público heterogêneo

A saúde é um dos maiores ramos do conhecimento, e abrange uma infinidade de áreas, ramos e setores – com os mais diferentes níveis de qualificação profissional. Faça um exercício: quantas especialidades médicas você consegue citar de cabeça? É muita coisa!

Por isso, não pode haver um único e homogêneo produto de conteúdo digital. “Escrever para esse público exige adequação da linguagem, direcionando-a a cada grupo, para que a informação seja transmitida de forma clara e imediatamente compreendida”, conta Viviane.

Agindo assim, fica mais fácil para o aluno notar o valor de determinada informação em sua prática. A coordenadora dá ainda outra dica: utilizar nas aulas exemplos com situações do dia a dia do aluno, aproximando o conteúdo da experiência da pessoa. “A realidade é a melhor abordagem.”

Métodos de aprendizagem

Ao trabalhar com educação digital em saúde, tenha em mente que você também está lidando com um público especializado, com conhecimento teórico e prático em diversos níveis. Assim, busque se aprofundar em conceitos que enxerguem o aprendizado de uma forma mais ampla, que transcenda a lógica professor-aluno – tais como a andragogia, a paragogia e o microlearning.

É possível que você já tenha topado com esses termos por aí ou mesmo tenha lido algo do tipo aqui mesmo em nosso blog. Ainda assim, vale a pena relembrar do que trata cada um deles.

Na andragogia, o próprio aluno é quem está no centro do aprendizado, com mais independência com relação à figura do professor. Ele é capaz de correr atrás do que é mais útil para si. “Nesse sentido, a andragogia pode ser trabalhada para melhorar o engajamento, por meio de ações que promovam o conteúdo, de forma que o aluno entenda a importância e busque conhecimento, com autonomia”, explica Viviane.

Já a paragogia é um conjunto de técnicas e práticas que estimula a constante troca e colaboração entre os participantes. “Para isso, estratégias como trabalhos e projetos em equipe podem ser utilizados, o que favorece muito a criação de uma cultura de aprendizagem”, diz a coordenadora.

Por fim, o conceito de microlearning foca em pequenos cursos e atividades de curto prazo, geralmente bastante relacionados à prática. “É uma excelente técnica para melhorar o engajamento no treinamento on-the-job [aquele no qual a pessoa aprende competências sem precisar sair do seu posto de trabalho]. O conhecimento é oferecido de forma rápida, objetiva e versátil – e pode ser trabalhado de várias formas, como vídeos e textos cursos, infográficos e jogos”, revela Viviane.

Agentes do processo

O objetivo ao se utilizar esses conceitos é fazer com que os alunos se tornem protagonistas de seu próprio processo de aprendizagem e desenvolvimento profissional. Para isso, é necessário que você também invista em táticas de feedback e autoavaliação – tudo para que o aluno conheça a si mesmo, identifique lacunas e como pode melhorar.

“Ter uma plataforma que proponha conteúdos para o aluno, de acordo com dados que apontem suas necessidades individuais, favorece uma troca de experiência mais espontânea e relevante para ele, aumentando seu engajamento e autonomia”, argumenta a coordenadora.

Mensure os resultados

Por fim, não se esqueça de mensurar os resultados. “Ao produzir um conteúdo, é importante que tenhamos em mente qual será o objetivo, o que pretendemos que o aluno aperfeiçoe e que resultados queremos obter a partir dessa mudança”, explica Viviane.

Conferir os resultados é fundamental não só para avaliar o desempenho e a retenção do aluno ao final do treinamento, mas também para que seja possível acompanhar os indicadores institucionais que mostram se o conteúdo oferecido de fato foi efetivo.

Por exemplo: após aulas sobre “prevenção de lesão por pressão”, é preciso saber se o índice desse tipo de contusão no setor responsável diminuiu.

Gostou de nossas dicas? Aqui em nosso blog você encontra mais detalhes sobre alguns dos temas apresentados e tem contato com outros temas relevantes na área de saúde. Mantenha-se informado conosco e, se possível, compartilhe e deixe seu comentário.

Ensino em saúde: as pessoas como foco

Negócios, saúde, educação, tecnologia. Nada disso tem sentido se não colocamos as pessoas como propósito. O mundo é sobre pessoas para pessoas! E essa é a nossa motivação aqui no Medportal quando pensamos em inteligência para educação em saúde, em especial após os impactos da pandemia do novo coronavírus. 

A nossa provocação é para que você trabalhe com esse conceito em mente sempre que for reestruturar sua organização – seja ela uma rede, um grande hospital ou uma pequena clínica.

Neste artigo, levanto alguns pontos de discussão sobre o por quê, hoje em dia, a experiência do usuário tem grande valor e de que maneira ela deve nortear e moldar nossos projetos.

Quem é o cliente da saúde?

Para iniciar nosso diálogo, a resposta à pergunta é bem simples e rápida: o cliente da saúde é o paciente – o que não está errado, mas é insuficiente. Isso pois, como tudo em nossa área, a saúde da pessoa e o bem-estar da população em geral é a grande meta.

Mas, para chegar a isso, precisamos agir em diversas frentes de desenvolvimento, cada uma delas desafia a priorizar  diferentes tipos de “clientes”, que ora serão os colaboradores, ora os líderes e ora os próprios pacientes. Cada um terá seu momento como protagonista na evolução corporativa e, na maioria das vezes, uma parte impulsiona a outra. Explico-me: colaboradores bem treinados, com protocolos seguros, atendem melhor aos seus pacientes.

Por isso, ao trabalhar a educação em diversas pontas, cada uma com sua particularidade, conseguimos chegar a toda organização e fazê-la, aos poucos, evoluir na percepção de valor da pessoa como centro de tudo. Sendo assim, é formado um ciclo virtuoso, com os benefícios conquistados por um segmento de clientes retroalimentando o outro.

Líderes: vamos dar os primeiros passos!

E nesse contexto, os líderes exercem um papel fundamental. Acredito que o líder é aquele que inspira os demais, ao ponto de tornar-se referência. Não se trata, portanto, de autoridade e sim de reconhecimento para conduzir toda organização às mudanças necessárias ao longo do tempo. São os visionários, aqueles que devem estar um passo à frente e abertos a novas oportunidades.

Porém, a teoria nem sempre acompanha a prática. Ainda é bastante comum encontrarmos lideranças conservadoras, indispostas a novidades, com condutas que acabam por inibir a inovação, e, por consequência, prejudicar a evolução corporativa ou, até mesmo, o ambiente de trabalho.

O contexto atual, cujas mudanças são aceleradas, desafia a liderança Forças motrizes do desenvolvimento empresarial na era digital precisam ser validadas: clientes, mercado (concorrência), inovação e valor. Analisar nossas corporações no segmento da saúde, preparar nossas instituições e adaptá-las para que essas forças estejam em estado de aceleração, mas de forma equilibrada, impulsionando a evolução corporativa. Esse é o desafio diário. 

Por isso, é muito importante que as lideranças tomem real consciência do papel que ocupam. São elas que devem iniciar o processo de mudança de mindset, trabalhando sobre três pontos: elevar a produtividade dos colaboradores, implementar a satisfação do cliente e construir uma cultura digital dentro da instituição. Isso tudo tendo os dados, o mercado e a inovação como pano de fundo.

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O Diagrama de Venn acima ilustra esse desafio e mostra como tudo está tão relacionado. Uma cultura digital facilita a coleta e análise de dados possibilitando a identificação de gargalos, automatização de algumas tarefas e processos o que reflete em incremento de produtividade e demanda foco no desenvolvimento dos colaboradores. 

Não há como ter mais produtividade, sacrificando a qualidade. Ou seja, neste contexto a qualidade assistencial deve estar ainda mais no foco das lideranças, implementando processos e protocolos que alavanquem a segurança do profissional e do paciente, elevando a satisfação de ambos. A adoção de ferramentas digitais também pode permitir mais proximidade com o paciente, entender sua jornada na instituição e desenvolver relacionamento preditivo e prestando informações contextualizadas, ou seja, no momento que o paciente necessite.

Estamos inseridos em uma sociedade globalizada, em constante movimento e o mercado acompanha essa premissa. E essa visão de continuidade e evolução também se faz presente na saúde, onde precisamos enxergar a pessoa como fim, e não como meio. E nada como a educação para atuar em todos esses pontos: desenvolvimento profissional, qualidade assistencial e relacionamento com o paciente.

Digital e figital

O digital é tão presente na nossa rotina que já se trabalha tendo como base um novo conceito: o figital – que integra a experiência física e digital em uma só, tão misturadas e dependentes uma da outra que se torna impossível diferenciá-las.

Em um mundo que começa a visualizar um cenário pós-pandemia, é impossível imaginar qualquer campo de atuação humana sem o uso da tecnologia digital. Se a vida antes era possível fora da internet, com o confinamento, uma considerável parcela de atividades passa agora por ela.

Dessa maneira, se você ainda não começou, é preciso dar início imediato às mudanças necessárias para que sua organização caminhe rumo a transformação digital. Hoje, não é mais possível promover a satisfação do cliente e dar mais subsídios de trabalho aos colaboradores sem analisar e integrar uma infinidade de dados, informações, conteúdo e serviços da integração on-line.

Foco na experiência e microlearning

Sendo assim, transportar a pessoa para o centro do negócio faz com que a experiência que ela tenha com determinado produto ou serviço seja mais importante que a própria mercadoria em si. Assim, quanto mais conhecimento uma pessoa adquire, mais ela se torna capaz de decidir os rumos e a velocidade do que ela deseja aprender. Ela passa a ter autonomia para customizar sua própria grade de ensino, de acordo com seus objetivos e necessidades.

Esse pensamento, aliado ao conceito de heutagogia, se completa com uma outra estratégia, o microlearning. São microaulas ou minicursos, de poucos minutos e altamente específicos, que somados dão ao usuário repertório suficiente para ele desenvolver uma trilha profissional personalizada.

Essa modalidade de aprendizado casa de maneira perfeita com outro conceito bastante em voga nos dias de hoje, o de lifelong learning, que encara a vida como uma grande jornada pelo conhecimento, em que sempre há algo novo para descobrir. Thiago Constancio, nosso CEO, dialoga sobre esse termo aqui.

Por fim, me diga: você aplica algum desses tópicos em sua vida pessoal, em sua trajetória profissional e/ou na instituição a qual pertence? Compartilhe a sua experiência. Testemunhos de gestão do conhecimento são importantes e fazem a informação ser cada vez mais amplificada. Por isso, não hesite em inspirar outras pessoas com o seu aprendizado.

Grupo São Cristóvão Saúde: compromisso com a qualidade e a segurança do paciente

Considerada uma das maiores referências em saúde na cidade de São Paulo, o Grupo São Cristóvão Saúde, instituição que atua há mais de 100 anos na terra da garoa, consolidou-se pelo atendimento de excelência aos seus beneficiários. E foi nesse contexto de fomentar os princípios base da organização, que investir em um programa de educação continuada digital entrou no radar da Alta Direção.

A especialista em treinamento e desenvolvimento do Grupo São Cristóvão, Lena Barreto, é assertiva ao pontuar que a instituição está continuamente em busca de melhorias e formas de garantir a segurança e qualidade dos serviços prestados pelos profissionais. Por isso, destaca a importância de investir na capacitação de seus colaboradores de forma estratégica e contínua. “Nosso sistema de gestão da qualidade impulsionou diversos processos de Recursos Humanos, desafiando-nos a buscar novas ferramentas para garantir a capacitação de nossos colaboradores de forma estratégica e continua”.  

A premissa de qualidade vai além do pilar de atendimento ao paciente, se estendendo à integração e engajamento do colaborador junto à cultura institucional e aos demais membros da equipe — principalmente quando se trata de novas contratações. “O colaborador precisa receber informações quando ingressa na instituição, da nossa cultura, de questões mais técnicas, e do quanto o trabalho individual interfere na percepção dos nossos beneficiários.  

O início da parceria do São Cristóvão com o Medportal foi durante o período de pandemia. Lena explica que antes da plataforma de educação digital, a maioria dos cursos realizados pelos colaboradores eram feitos presencialmente. “Nós admitimos mais de 500 profissionais desde o início da pandemia até dezembro. E conseguimos garantir que todos eles tivessem o conteúdo de integração em sua totalidade. Além disso, conseguimos fazer com que alguns treinamentos que eram mais técnicos e teóricos, fossem migrados para a plataforma, possibilitando um modelo mais híbrido”.

Vale destacar que com a adoção da ferramenta, o antigo desafio de conciliar o tempo das aulas presenciais com a carga horária de trabalho dos colaboradores diminuiu significativamente.  

 “Foi um ganho muito grande ter a plataforma ao nosso lado nesse momento. Com a utilização conseguimos garantir que os colaboradores, no ingresso à instituição, recebessem todas as informações necessárias para uma atuação alinhada à estratégia Institucional”, exclama.

Liderança engajada com o projeto educacional 

Para o sucesso desta inovação foi fundamental obter o comprometimento da equipe de gestores, contribuindo significativamente para a adesão dos colaboradores. Nesse ponto a especialista destaca ” que o incentivo à educação digital pelos Stakeholders é o diferencial que a instituição carrega com orgulho. “Hoje as lideranças nos procuram para que possamos incluir e compartilhar os conteúdos na plataforma com o público interno. Eles compreendem não só a importância, mas veem a utilização da plataforma como um grande aliado. Por outro lado , os colaboradores se sentiram protegidos, pois atendemos aos protocolos de saúde: não aglomerar, não colocar todos em uma mesma sala para ter um treinamento”, completa. 

Além disso, esse apoio foi essencial para garantir a conclusão dos treinamentos de todos os colaboradores nesse contexto crítico mundial de saúde, uma vez que puderam concluir a capacitação nos horários mais convenientes, além de não comprometer a rotina das atividades habituais.  

Resultados para além do econômico-financeiro

Sobre a estratégia de planejamento dos conteúdos para os colaboradores, a especialista revela que buscam potencializar as habilidades de cada profissional de acordo com o seu departamento. Sendo assim, o recurso da plataforma Medportal de possibilitar a personalização dos treinamentos é primordial para esse planejamento. Além disso, Lena exemplifica que a gestão dos resultados passa também pelo desempenho dos profissionais nos treinamentos. “A partir dos gaps da avaliação de competências, por exemplo, eu consigo elaborar conteúdo que possa trabalhar esses desafios que surgiram. Outro ponto é que para replicar o conteúdo para um quadro de 2000 colaboradores o tempo despendido para atingir simultaneamente todos os envolvidos seria muito extenso. Hoje, com o recurso da plataforma, conseguimos treinar um número muito superior de profissionais em um intervalo de tempo muito menor do que antes”, comenta.

Produzir treinamentos em escala e com qualidade é uma tarefa que garante impactos positivos e minimiza a incidência de possíveis problemas durante a capacitação da equipe técnica. “Gastamos um período muito importante nisso, porque [o conteúdo] estará virtual para o colaborador e eu não estarei fisicamente presente. Mas a plataforma me dá subsídios para que eu possa abrir meios de contato junto ao aluno e que ele possa direcionar essas dúvidas para nós assim que surgirem. Dessa forma, conseguimos fazer essa tratativa de forma mais individualizada”, elucida. 

Sobre o retorno financeiro do projeto, Lena comenta que a análise é feita levando em consideração a economia que a plataforma pode trazer, mas sem nunca perder de vista a qualidade do aprendizado. 

Lena destaca que o novo modelo dispensa a necessidade de contar com um profissional dedicado por 16 horas semanais à integração, bem como o serviço de coffee break que também acaba pesando no balanço final. Possibilitando aos profissionais dedicar maior tempo à busca pela melhoria contínua de processos internos e produção de conteúdo “Fazemos esse levantamento para mostrar para a diretoria o quanto a plataforma nos trouxe de retorno”, finaliza.

O CEO do Grupo São Cristóvão Saúde, Dr. Valdir Pereira Ventura, divulgou alguns dos resultados obtidos nos primeiros meses de operacionalização da plataforma de educação digital. Entre os destaques, ele pontuou a taxa de adesão de 85% dos colaboradores, além de uma retenção de conhecimento de 92%. Como saldo final, a satisfação dos colaboradores foi de 94%. Quase um ano depois desses dados, o impacto positivo da estratégia de capacitação permanece em alta, a adesão passou de 85% para 98% dos treinamentos planejados concluídos. Para o futuro, a prioridade é evoluir ainda mais a estrutura dos treinamentos e o engajamento dos alunos. E assim, o São Cristóvão se fortalece como uma referência no setor, trabalhando sempre com brilho nos olhos e paixão pelas pessoas.

Gestor de RH é uma das bases para sucesso da educação corporativa

Nada funciona tão perfeitamente como um equilibrado trabalho multidisciplinar, em que há integração entre os departamentos de uma empresa. Especialmente quando se fala em educação corporativa. Explorar a sinergia entre a gestão de treinamentos assistenciais e o desenvolvimento do colaborador é fundamental. Nesse sentido, a colaboração do gestor de RH nas decisões e no engajamento dos treinamentos faz toda diferença na obtenção dos melhores resultados.

Uma equipe de educação corporativa bem estruturada é essencial, e com  o envolvimento do RH, o processo é potencializado. O foco da educação continuada deve ser nos conteúdos e formato dos treinamentos. O ideal é que o RH dê um “empurrãozinho” para aumentar o alcance e engajamento dos colaboradores aos cursos.

Com a Rede D’Or São Luiz, um dos clientes do Medportal, foi assim. A influência do gestor de RH na educação corporativa foi fundamental para alcançar, engajar, treinar e capacitar em novos protocolos os 51 mil colaboradores do grupo. Um grande desafio, superado com a percepção de que os trabalhos são complementares.

Com essa dimensão, manter os colaboradores engajados e zelar pela segurança deles só foi possível devido à educação corporativa totalmente digital e integrada com a gestão de RH. A pandemia levou a Rede D’Or a uma experiência prática e acelerada em relação ao RH Digital. Para Rafael Froes, diretor de Recursos Humanos, Integração, Pós-Aquisição e Central de Atendimento da Rede D’Or São Luiz, o ambiente externo fez quase tudo se tornar digital, obrigando o RH a acompanhar a evolução tecnológica, com plataformas ágeis e inteligência artificial. A pontuação do gestor foi feita durante a Websérie do Medportal “As fronteiras digitais da educação em hospitais”.

“O RH precisa agregar valor estratégico aos profissionais, focando no bem-estar dos colaboradores e em resultados melhores para a empresa. E, desta forma, se torna parte do processo de decisão e de transformação de conceitos”, observou.

Integração digital

E é claro que essa transformação digital deve incluir também a plataforma de educação continuada – como a do Medportal. No Hospital Dom Alvarenga, a ferramenta também gerou resultados significativos, como mostramos neste texto. “A plataforma entrou para ampliar a visão das pessoas de quanto o treinamento é importante”, diz Adriana Perez Soares, coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas do hospital.

Tanto que o planejamento agora é de usar a educação digital para outros treinamentos e capacitações que antes eram feitas somente de forma presencial ou híbrida. “A nossa expectativa é conseguir inserir totalmente na plataforma o plano de capacitação de experiência, que agora vai durar 180 dias”, diz Adriana.

Educação corporativa no onboarding

Em decorrência da pandemia, muitos hospitais precisaram ampliar seus quadros de enfermagem de forma abrupta, com um volume considerável de novos colaboradores. Foi necessário reinventar os processos de recrutamento e seleção e aqui, também, as ferramentas digitais mostraram mais uma vez sua importância.

Na Rede D’Or, a solução foi digitalizar todo o processo de onboarding. A estratégia adotada foi totalmente concentrada na plataforma de EAD, que trouxe diversos benefícios na integração dos novos colaboradores em um momento tão delicado. 

Envolver equipes multidisciplinares – compostas por RH, Qualidade, Educação Continuada e Gerência de Enfermagem – foi a solução para a construção de todos esses conteúdos personalizados. “Foram mais de 40 novos conteúdos e treinamentos para colaboradores e mais de 158 mil acessos em três meses de pico da pandemia. A resposta dos nossos colaboradores foi bastante positiva em relação ao conteúdo disponibilizado na plataforma de EAD”, destaca Rafael Froes, do RH da Rede.

O mesmo sucesso foi obtido no Dom Alvarenga. “A plataforma é utilizada no processo de integração do funcionário novo, que tem acesso aos conteúdos com sugestões da trilha do conhecimento. A aceitação tem sido excelente”, diz Adriana Perez Soares, coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas do hospital.

Economia de tempo

Mais um exemplo positivo nesse sentido vem do Hospital Santa Catarina, em Blumenau (SC). “No ano passado (2020) transformamos o processo de integração de novos colaboradores, que passou a ser 100% digital. Antes, um novo enfermeiro demorava em média 24 horas para chegar à assistência. Atualmente, em 6 horas, ele já pode assumir seu posto”, diz Juliete Steffan, enfermeira do setor de Educação Continuada do hospital.

Segundo ela, além de otimizar o tempo do novo colaborador, a adoção da plataforma digital para o onboarding impacta também na disponibilidade das lideranças que tinham que acompanhá-los durante esse tempo. “Imagine o que isso significa em época de pandemia! Ao fim, de modo geral, liberamos ao todo 4 dias por mês de várias lideranças que se revezavam monitorando os processos de integração de novos colaboradores”, afirma Juliete.

Ou seja: a educação corporativa traz benefícios evidentes desde o onboarding, até a agilidade na disponibilização de novos conteúdos, missão essencial em tempos de tantas mudanças. A integração de setores como TI e RH, co-criando programas e abordagens, pode ser determinante para expandir o alcance e abrangência dos programas educacionais.

Para saber mais sobre a plataforma de EAD do Medportal, clique aqui e entre em contato conosco. Assista aos episódios da Websérie do Medportal, todos os episódios são gratuitos e estão disponíveis aqui.

Tecnologia, liderança e comunicação: receita de sucesso no atendimento a pacientes

Foto: Hospital Dom Alvarenga / Divulgação

Quando o Hospital Dom Alvarenga decidiu adotar a educação continuada, sabia que esse era um caminho certeiro para melhorar a qualidade do trabalho oferecido e manter seus colaboradores sempre atualizados. O que ninguém imaginava era ter um engajamento tão forte nessa iniciativa, com percentuais de participação tão importantes. 

No último ano, além de registrar alta escalabilidade, com o crescimento dos alunos matriculados em cursos, o índice de cursos concluídos foi de 97,89%, com nota média de 97,66 nas provas. O resultado foi a melhora do atendimento aos pacientes, com profissionais mais bem preparados e seguros, especialmente diante do momento inesperado de pandemia. 

A caminhada exigiu dedicação dos profissionais de Desenvolvimento de Pessoas, que precisaram encontrar alternativas para estimular a participação dos colaboradores. Eles sabiam que não seria fácil, mas a certeza do efeito positivo, os motivou a seguir em frente dispostos a abrir caminhos. E, assim, se tornaram exemplo nessa empreitada de treinamentos que, em decorrência da pandemia, passaram a ser exclusivamente online. 

A escolha da ferramenta digital de educação continuada do Medportal, contudo, veio muito antes do coronavírus ser disseminado mundo afora. Essa parceria já tem mais de dois anos de cultivo, nutrição e bons frutos.

“A plataforma reduz muito o tempo do colaborador com educação continuada. Em sala de aula, o processo demora mais, porque tem que preencher questionários, entre outras questões que acabam atrasando. Nesse sentido, a plataforma otimiza muito o tempo. Às vezes, o colaborador nem acredita que não precisará sair de seu setor para se atualizar e que em poucos minutos terá avançado mais uma etapa na jornada do conhecimento”, relatou Adriana Perez Soares, Coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas.

A consolidação da educação continuada
Quando decidiu apresentar a plataforma de treinamentos para o Hospital, a equipe de Desenvolvimento de Pessoas, em parceria com o Departamento de Marketing e Comunicação, gravou um vídeo, que foi enviado por e-mail para os colaboradores.

Dois meses depois, perceberam que a adesão ainda não estava como gostariam, então passaram a enviar e-mails mensalmente para estimular o acesso. O passo certeiro foi dado quando todos os gestores foram envolvidos no processo e passaram a estimular os seus liderados nessa experiência da educação continuada digital. 

“Nós percebemos que as pessoas têm medo da tecnologia, sem contar que o novo assusta. Mas com o incentivo do gestor, com paciência e com explicações didáticas sobre como a plataforma funciona, tudo fluiu melhor”, comentou Adriana.

Segundo ela, outra estratégia utilizada na consolidação dos treinamentos, foi recrutar alguns colaboradores para produzir o conteúdo. Atualmente, o Dom Alvarenga tem 91 cursos cadastrados na plataforma, dos quais apenas 30 foram criados pelo Medportal

“O lado bom de não criar conteúdo sozinho é que os profissionais falam a linguagem do setor. Então, por exemplo, quando a farmacêutica gravou o vídeo, utilizou termos que são familiares para os colaboradores, e isso gera empatia. E os cursos do Medportal são muito importantes, porque complementam a nossa grade. A gente tem percebido a inserção de novos conteúdos constantemente, ainda mais agora que tudo ficou online, isso é muito bom”, falou Adriana. 

Em princípio, a intenção era promover treinamentos técnicos. Mas atualmente, a plataforma também é utilizada para os treinamentos comportamentais. “Eu recebi vários elogios ao programa na última reunião que tivemos, então, a plataforma entrou para ampliar a visão das pessoas sobre o quanto o treinamento é importante”, destacou Adriana.

Hoje, a plataforma já é utilizada no processo de integração do funcionário novo, que tem acesso aos conteúdos com sugestões da trilha do conhecimento. A aceitação tem sido excelente.

Conceitualização
Para a analista de desenvolvimento de pessoas do Hospital Dom Alvarenga, a psicóloga Marcella de Abreu, conceituar os termos é uma forma de reforçar o conteúdo, dando clareza sobre o seu significado e facilitando um posicionamento do colaborador. 

“Hoje há muitos assuntos abordados ao mesmo tempo, mas as pessoas não se aprofundam em nada. Aquilo que está na internet é tido como verdade e pronto. Então, é preciso despertar esta reflexão e estimular a conceitualização”, afirmou.

Para ela, a geração mais jovem tem um lado muito favorável, que é o de estar pronta para o EAD, para o online, para o imediatismo. Por outro lado, ainda precisa desse enriquecimento de conteúdo. 

“E nesse sentido, os conteúdos disponibilizados pelo Medportal são fundamentais, porque somos um setor de Saúde, trabalhamos com regulamentações, então, é importante saber o que diz a Lei, o que é obrigatoriedade etc. E o Medportal vem com treinamentos rápidos, que abordam o que precisa em poucos minutos, e junto com isso ainda estimula a reflexão”, observou Marcella.

Na avaliação da psicóloga, a mudança de comportamento no EAD ocorre quando há estímulo ao autoconhecimento. E toda essa conceitualização ajuda o colaborador a ampliar a consciência sobre si mesmo e sobre o seu papel diante do mundo. 

“Para ter bons resultados dentro de uma empresa, é preciso ter líderes que saibam quais são os seus pontos fracos e os pontos fortes. O gestor que não se conhece, dificilmente vai conseguir liderar uma equipe. Ele precisa primeiro se conhecer, para depois saber como lidar com o seu próximo”, explicou.

Premiação
Os resultados obtidos foram tão importantes que o diretor técnico do Hospital Dom Alvarenga decidiu premiar o setor que atingiu 100% de conclusão dos cursos. Para Adriana, esse foi um belo incentivo, mas não foi o fator fundamental do sucesso na educação continuada. 

“Nós fazemos uma avaliação mensal e acreditamos que esse resultado se deve a uma junção da cultura educacional que conseguimos consolidar, trabalhando isso desde o início, ao apoio da Diretoria e ao estímulo dos gestores”, finalizou.

Resultados atestam eficácia da aplicação do Ensino a Distância (EAD) em Saúde

Os resultados gerados com a implantação do EAD em Saúde impressionam. No Medportal temos registrado ótimas experiências com a implantação de modelos digitais ou híbridos para treinamento de equipes, em detrimento do modelo presencial.

Um ecossistema muito rico que orbita em torno de um objetivo muito claro: potencializar e otimizar o treinamento, com economia de tempo e recursos. Em um processo que envolve nossos especialistas e nossos clientes, reforçando nossa missão de difundir conhecimento.

Um bom exemplo é a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Habituada com o modelo híbrido de educação continuada, a instituição decidiu ampliar os treinamentos online no início de 2020, por força da pandemia do coronavírus, e aumentou em 40% o volume de cursos disponibilizados em parceria com o Medportal. Um ano depois, a associação registrou alta de 80% no número de alunos cadastrados na plataforma.

“Conseguimos disponibilizar os novos cursos para os colaboradores em menos de um mês. Transformamos até o nosso onboarding, então o treinamento de integração, de acolhimento do novo funcionário, passou a ser feito em videoaulas. Lançamos conteúdos atualizados, como o uso correto da máscara cirúrgica, higienização das mãos, paramentação e desparamentação, entre vários outros temas. Foi realmente muito interessante”, comenta Maita Munhoz, coordenadora de educação continuada da AACD.

As informações da coordenadora de educação continuada da AACD foram explanadas durante o Webinar de lançamento do Rede Digital, uma plataforma de educação continuada do Lab Rede, disponibilizada em parceria com o Medportal. Com mais de 70 anos de atuação, a associação já nasceu a partir de um trabalho visionário do especialista em ortopedia Dr. Renato da Costa Bonfim, que observando a evolução tecnológica dos centros de reabilitação no exterior, diante da epidemia de paralisia infantil que ocorria na década de 1950 no Brasil, entendeu que o país precisava de um novo modelo de assistência em Ortopedia e Reabilitação. Então, ele criou a AACD.

No início dos anos 90, a associação criou o Hospital Ortopédico, para garantir aos pacientes acesso a cirurgias de excelência. Atualmente, a AACD conta com mais oito unidades de reabilitação em diferentes locais do Brasil. 

Educação continuada

O setor de educação continuada da AACD nasceu com foco no Hospital Ortopédico, quando passou a desenvolver, com as equipes assistenciais, um trabalho bastante produtivo e de apoio à implementação das práticas de qualidade e de segurança. 

“Ou seja, antes da implementação do ambiente virtual de aprendizagem, nós já tínhamos um setor de educação permanente atuante, porém direcionado para uma das unidades, o hospital ortopédico”, explicou Maita. 

Em 2018, já com o intuito de se manter atualizada conforme as tendências em educação continuada, a AACD decidiu implementar o EAD e as metodologias híbridas de ensino, iniciando, então, a parceria com o Medportal.

“No primeiro ano, a atuação ainda permaneceu focada no hospital ortopédico. Tivemos os esforços de implantação, formatação da plataforma, cadastro de novos alunos, lançamos novos cursos e tivemos pouco mais de 700 alunos incluídos na plataforma, sendo que cerca de 250 se matricularam e concluíram os cursos”, relatou a coordenadora de educação continuada da instituição.

Logo no primeiro ano, ficou evidente a diferença na  integração médica e no acolhimento do novo colaborador. “Esse foi um projeto que nos trouxe ganhos reais e resultados positivos, tivemos redução do tempo de cadastro médico na instituição, foi bem bacana”, ressaltou Maita. 

A virada de chave, no entanto, ocorreu com a ampliação do EAD em Saúde, depois que a pandemia do coronavírus foi decretada, em março de 2020.

A virada do EAD em Saúde na AACD

Com o início da pandemia, os treinamentos e os cursos presenciais foram suspensos e, logo, cancelados. “E nós precisávamos responder rapidamente para que pudéssemos manter as atividades, a atualização dos profissionais da assistência, inclusive sobre os temas que naquele momento eram relevantes, para que pudéssemos garantir a segurança do profissional e dos nossos pacientes”, relembrou Maita.

Era hora de expandir. E com a propulsão desse momento e o reforço da parceria com o Medportal, o treinamento online pôde ser estendido para todas as unidades. Além disso, o volume de cursos aumentou, gerando alta no número de alunos cadastrados. E o que chamou muito a atenção foi o número de alunos matriculados. 

“Hoje, quase 90% dos alunos cadastrados na plataforma estão matriculados em um dos nossos cursos online. E além de acompanhar essa adesão aos treinamentos, acompanhamos também a avaliação de aprendizagem e o NPS por curso. O nosso NPS médio é de 81, o que nos faz acreditar que, de forma geral, os nossos colaboradores gostam das atividades oferecidas e do ambiente virtual a que eles têm acesso”, finalizou Maita durante o evento.

O evento promovido pelo Lab Rede foi uma troca rica de experiências entre os atores que promovem mudanças no setor. Um bom exemplo de como a colaboração, acima de qualquer relação apenas mercadológica, pode gerar bons frutos. São essas experiências que geram aprendizado, que posteriormente é replicado para outros integrantes . Um ecossistema reformado e em constante atualização, retroalimentado por tecnologia, conexões, e que alavanca as melhores práticas de educação, liderança digital e inovação para a área da saúde. Para saber mais detalhes sobre EAD em Saúde, clique aqui e entre em contato conosco.

Cálculo do ROI na educação em Saúde – a iniciativa que tem impulsionado hospitais

Muito se fala atualmente sobre propósito e motivação. Mas é preciso pensar: quais os gatilhos que cada um de nós tem para motivar-se? Num mundo cada vez mais digital, onde a informação está a todo tempo mais próxima de nossos mouses, a chave para essa pergunta pode ser: ter a compreensão e a dimensão real do resultado de nosso trabalho para o desempenho da empresa. E isso se chama impacto.

Não que isso seja uma tarefa fácil, mas há um senso comum de que nosso engajamento é maior e mais profundo à medida que temos maior clareza do caminho a percorrer e de onde queremos chegar.

Portanto, é fundamental correlacionar os nossos resultados pessoais aos das instituições em que trabalhamos. Várias metodologias ajudam nesse sentido: Peter Drucker, por exemplo, introduziu em 1950 o MBO (Management by Objectives)*, o que na era digital evoluiu para o OKR (Objectives and Key Results)**. Isso para abordar as mais conhecidas, mas há várias outras. O fato é que precisamos de indicadores que se relacionem com os resultados do negócio. 

Quando pensamos em educação corporativa na saúde, não é diferente. Conhecer e dimensionar seu impacto no resultado das instituições é determinante para evolução. Temos conversado com vários clientes e prospects e percebemos quão ampla pode ser essa atividade, de reconhecer o impacto no negócio. Como em todo processo de estabelecimento e mensuração de resultados, há que se começar por indicadores mais gerais, e o financeiro talvez seja o mais palpável.

Nesse sentido, o cálculo do ROI na educação em saúde pode ser um dos primeiros indicadores a ser mensurados. Mas isso só faz sentido em cenários de evolução da estratégia educacional e de modelos de ensino consistentes. 

Como exemplo, posso citar as reuniões de avaliação de resultados com os clientes do Medportal. Nelas, é possível perceber que o ROI aferido durante o primeiro ano de implantação do projeto chega a ser surpreendente. A iniciativa tem impulsionado hospitais e outras instituições a optar, seguramente, pelo treinamento por meio de uma plataforma robusta e digital de educação continuada.

A escolha do melhor caminho a ser seguido leva em conta, necessariamente, o retorno sobre o investimento (ROI). Não só para balizar o resultado dos gastos, mas também – e principalmente – porque esse retorno sinaliza o sucesso do modelo de educação utilizado.

Em geral, o que se espera de um programa de educação continuada é que ele forneça condições para o colaborador ter mais produtividade, eficiência e que esteja feliz por reconhecer a iniciativa como um investimento da empresa em sua carreira. Com isso, consequentemente, o ambiente de trabalho também melhora e se torna ainda mais propício ao crescimento da empresa.

Modelos para o cálculo do ROI na educação

Fazer o cálculo do ROI pode ser simples se você tiver um modelo a ser seguido. Existem várias possibilidades para essa checagem, e a escolha deve considerar o formato que melhor se adequa ao perfil do seu negócio. 

Para clientes que estão começando no Medportal, com foco em educação corporativa assistencial, recomendamos alguns modelos que trazem clareza sobre a diferença entre optar por um treinamento presencial ou uma plataforma digital. 

Um dos modelos mais básicos, leva em consideração as horas economizadas da equipe. Para chegar a esse dado, é preciso anotar e estimar o valor das horas de dedicação de instrutores, alunos e organizadores e então fazer o cálculo.

Vamos usar como exemplo um treinamento básico de enfermagem, de 1 hora de duração, qualquer que seja o tema, que pretende abranger toda a equipe. Imagine que o hospital tenha 1000 enfermeiros: seriam necessárias 25 turmas, com 40 alunos cada para atingir o objetivo. Normalmente esses treinamentos são ministrados pelos profissionais mais qualificados do corpo assistencial, como coordenadores ou gerentes de enfermagem.

Nesse contexto que te apresentei, a migração para o digital significa liberar minimamente 25 horas desse profissional, o que pode representar uma economia de aproximadamente R$ 1.100,00 se usamos o salário médio de mercado de gerentes de enfermagem***.

Ainda assim, também deve-se estimar as horas gastas com logística para os alunos. Para cada turma estima-se, em média, 20 minutos de deslocamento até o treinamento, mais o coffee break. Cada um dos 1000 enfermeiros estariam fora de seus postos assistenciais durante esse tempo, o que totaliza 333 horas utilizadas. Portanto, utilizando o salário médio de mercado para enfermeiros***, chegamos ao valor equivalente a R$ 7.284,00.

Para potencializar esse argumento, ainda é importante contabilizar quantas horas seriam usadas para a organização e gestão do evento presencial de educação. Nesse caso, para cada turma estima-se, em média, três horas para preparação, divulgação, coordenação do local e das matrículas — além dos registros de participação.

InvestimentoQuantidade de Horas Total Financeiro
Instrutor25R$ 1.100,00
Deslocamento enfermeiros333R$ 7.284,00
Gestão de cada Turma75R$ 1.643,00
TOTAL R$ 10.027,00

Parece pouco. Agora considere todos os treinamentos necessários para uma equipe de enfermagem que busca altos índices de eficiência e qualidade. Podemos tomar como base a Biblioteca de Conteúdos Técnicos do Medportal para termos uma dimensão. 

Nela, temos em torno de 1200 minutos de conteúdo considerado obrigatório para hospitais acreditados ou em processo de acreditação, ou seja, 20 horas de conteúdo digital. Se usamos o mesmo racional, para alcançar todo esse conteúdo para os 1000 enfermeiros, o investimento seria de R$ 200.540,00 (20 x R$ 10.027,00) . 

Claro que é uma comparação simplista, pois 1 minuto de conteúdo digital equivale a muito mais que 1 minuto de curso presencial. Se a proporção for 1 minuto digital para 5 minutos presenciais, esse valor fica em R$ 1.002.700,00.

Se você considerar o tempo gasto em treinamentos utilizando os conteúdos prontos da Biblioteca de Conteúdos do Medportal, chegará a um valor correspondente à economia de horas de dedicação da equipe do seu hospital. 

Esses valores não deixam dúvidas quanto à economicidade do modelo digital, sem falar na abrangência.

Mas não para aí

Mesmo tempos depois da migração para o modelo digital, a ampliação das aplicações permite alcançar mais ganhos. São vários casos que nossos clientes compartilham. 

Em um deles, o hospital decidiu substituir um treinamento presencial optando por transformá-lo em um modelo híbrido: conteúdo digital pela plataforma Medportal e simulação presencial. Chegou a um ROI interessante, considerando apenas a equipe de enfermagem que deveria realizar o curso em 2020. 

Isso porque o hospital subsidia a presença dos enfermeiros, então o valor agregado que conquistou com a plataforma foi bem marcante – R$ 376,5 mil!

E esse não foi um caso isolado. O hospital Santa Catarina, de Blumenau (SC), também calculou o ROI na educação em Saúde e durante a reunião de avaliação de resultados apresentou os seus números, demonstrando a satisfação pela escolha realizada. 

De maneira geral, entendemos que o digital integrado ao treinamento presencial é um modelo que gera muito valor às organizações. O que se tem percebido como um todo nas empresas de Saúde que se dispõem a calcular o ROI dos treinamentos corporativos é que a transformação digital da educação traz eficiência e escalabilidade. E, é claro, a geração de valor para a instituição, seus colaboradores e clientes.

*Drucker, P., The Practice of Management, Harper, New York, 1954; Heinemann, London, 1955; revised edn, Butterworth-Heinemann, 2007.

**Measure What Matters: How Google, Bono, and the Gates Foundation Rock the World with OKRs, Doerr, John, New York, 2018.

***Fonte: Glassdoor.

Por que a aderência é essencial no sucesso da educação corporativa em saúde?

O sucesso da educação corporativa está diretamente ligado à aderência aos cursos e treinamentos. Isso porque somente com presença, dedicação e engajamento, os colaboradores absorvem o conteúdo difundido. E esse é um dos principais objetivos da educação continuada: ampliar o conhecimento.

Sendo assim, a aderência é essencial em processos de educação corporativa que almejam o sucesso. Na verdade, ser bem sucedido nesse caso, depende quase que exclusivamente da aderência. Mas há um grande desafio envolvido nessa questão: manter as equipes empenhadas com treinamentos de modo a concluí-los completamente.

Essa é uma missão que depende das empresas, da qualidade dos treinamentos oferecidos e da forma como os gestores propõem a inserção deles na rotina do colaborador. Vale reforçar: quanto maior a aderência, isto é, quanto mais colaboradores concluírem os cursos de educação continuada, mais as chances dos resultados elevados aumentam significativamente.

Sucesso da educação corporativa

Há tempo, as organizações vêm percebendo que apenas a remuneração não é mais suficiente para manter um profissional motivado e para preservar o engajamento de colaboradores qualificados na empresa.

Os treinamentos vêm justamente para agregar valor à posição de trabalho oferecida. O investimento na capacitação de colaboradores é fundamental para melhorar os resultados de qualquer negócio, independentemente do porte da empresa.

Quando se tem uma equipe preparada e alinhada com as necessidades corporativas, o resultado é um aumento na produtividade, na criatividade e na inovação, seja em produtos ou na prestação de serviços.

Um projeto de educação continuada de qualidade contribui para o crescimento do profissional e, consequentemente, para o surgimento de novas ideias e de um ambiente de trabalho favorável ao desenvolvimento do negócio.

Agora, para garantir o sucesso da educação continuada, é preciso estar atento à aderência. E para evitar que ela seja baixa, alguns detalhes devem ser observados.

Pequenos detalhes, grandes resultados

O primeiro detalhe é o conteúdo abordado, que deve fazer sentido para o colaborador e ter aplicação prática em seu dia a dia.

O foco tem que ser em manter o interesse da pessoa naquele assunto e o seu engajamento, para que ela não só participe do treinamento e esteja atenta ao conteúdo, mas também conclua todas as etapas.

Para isso, é essencial conhecer bem o público que vai receber o curso, seus interesses e seu comportamento, para planejar estratégias que aumentem o engajamento. Há muitas possibilidades a explorar: vídeos animados, ferramentas interativas como um quiz ou dinâmica de jogos. 

Além de programas híbridos, que combinam o formato digital mais tradicional e atividades síncronas (ao vivo) para um contato mais “real” com o instrutor. Tudo como forma de estímulo positivo, para que no processo o aluno se torne também protagonista, em vez de apenas receber o conteúdo de forma passiva.

Efeitos da baixa aderência

Com o baixo engajamento, o ROI (retorno sobre o investimento) na educação em saúde e nos treinamentos corporativos acaba sendo mais baixo, já que os colaboradores não absorvem o conteúdo e, portanto, não desenvolvem de maneira completa as  habilidades que poderiam, de fato, contribuir com a melhoria de sua performance. Desta forma, não aplicam o conhecimento na empresa e não geram tantos resultados diferentes, como sempre se verifica em treinamentos corporativos, quando há aderência.

Todos esses pontos devem ser planejados na fase de estruturação da educação corporativa, afinal, o formato das aulas que integram o treinamento, o material complementar disponibilizado, a capacidade dos professores e a expertise de quem vai viabilizar a capacitação fazem toda a diferença para gerar engajamento. E esse engajamento, como vimos, é essencial para o sucesso da educação continuada.

E na saúde não poderia ser diferente

Na saúde, o cenário é ainda mais desafiador. Imagine a variedade de escalas e interesses de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, enfim, toda gama de profissionais envolvidos em uma instituição de saúde.

Ou seja: dependendo do alvo do curso, o engajamento não virá com o abuso de features e formatos, mas justamente com conteúdos mais sóbrios e aprofundados.

Muitas vezes, é justamente a parcimônia na utilização das ferramentas que garantirá a aderência e, consecutivamente, o sucesso dos programas de educação corporativa.

Carreiras mais acostumadas com trabalhos científicos, por exemplo, ficarão muito mais à vontade com a exibição de dados em detrimento de atividades mais leves.

Soluções

As soluções oferecidas pelo Medportal resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe, a necessidade de modernizar a capacitação e a facilidade da aplicação do treinamento, além da possibilidade de rapidamente ajustar conteúdos de acordo com os diversos públicos-alvo, o que personifica a jornada de aprendizagem do colaborador.

Nossa plataforma tem sido amplamente compreendida como interessante pelos colaboradores das empresas, já que fornece uma sólida base de conhecimento e possibilita que os colaboradores se desenvolvam no exercício de suas funções, o que os torna mais seguros e gera mais resultados nas mais de 240 instituições que possuem um programa de educação digital com o Medportal.

Como exemplo prático, comparamos o primeiro trimestre de 2020 e o de 2021. Com isso, foi possível observar que nos primeiros meses deste ano, os profissionais de saúde que se capacitam através das soluções do Medportal consumiram 8 vezes mais treinamentos que no ano anterior. Registramos uma elevação de 1085% nas matrículas dos treinamentos digitais nas plataformas que administramos. Esses dados representam que a educação digital é uma premissa cada vez mais presente em instituições de saúde.

Para saber mais detalhes, entre em contato conosco.