Gargalos em educação e desperdício em saúde foram temas dos últimos Interact

Mais dois assuntos de extrema relevância para toda área da saúde foram apresentados nos últimos webinars do Interact Healthcare Education Program, iniciativa do Medportal que reúne grandes players para o debate, troca de ideias e soluções para o setor.

No primeiro encontro, a pauta girou em torno da “Empregabilidade e impacto econômico na saúde pela educação” – com participação do Dr. Alexandre Ísola, gerente do departamento de Educação Continuada do Imed Group Brasil; e do Dr. Caio Nunes, Business Development e Cofounder da Sanar.

Por sua vez, a segunda reunião abordou “As maiores causas de desperdício no ambiente hospitalar” – com presença do Dr. Welfane Cordeiro Júnior, consultor de fluxos hospitalares e sistemas de saúde; Dr. André Wajner, MD, MSc, PhD, FHM e CEO do Eficiência Hospitalista; e mediação de Ivana Siqueira, consultora em Gestão e Educação na Saúde.

“O Interact é palco ideal para contribuirmos com pautas necessárias para o mercado da saúde, unindo players e promovendo a interação entre várias pontas do mercado”, observou Thiago Constancio, CEO do Medportal e anfitrião dos dois encontros.

Educação e empregabilidade
O CEO do Medportal deu início à conversa de abril com dados desafiadores. De acordo com ele, durante um dos webinars da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), 97% dos participantes apontaram que estamos passando por uma crise na formação profissional.

Foi solicitado ainda que o público apontasse onde se concentravam os principais desafios relativos a esse tema: incentivo e reconhecimento ao profissional de saúde? Distribuição desigual da força de trabalho no país? Saúde mental dos profissionais? “Ao todo, 74% dos participantes marcaram a opção: todas as anteriores”, disse Constancio.

Segundo Ísola, há uma quantidade muito grande de médicos no mercado e nunca houve uma discussão sobre os mecanismos ideais de educação suplementar após a graduação – uma vez que as oportunidades nas residências são poucas e de longa duração.

O caminho, acredita ele, são cursos menores, mais dedicados à atualização do que à formação. “É preciso oferecer aos colegas possibilidades de atualização e capacitação que, ao mesmo tempo, estejam alinhadas às necessidades organizacionais nossas e de nossos clientes”, afirmou o gerente do Imed Group Brasil.

Já Nunes lembrou que não há soluções mágicas, de curto prazo. “As empresas concordam que a educação é uma ferramenta poderosa, de muito valor, mas enquanto organização elas têm dificuldade de apresentar isso aos stakeholders. O defensor da educação não pode estar sozinho e ser considerado como o que gasta – e não como o que investe dinheiro.”

Outro ponto é a dificuldade em criar os indicadores certos para mostrar que as técnicas de educação estão, de fato, dando resultado. “É preciso criatividade para se chegar aos indicadores corretos, capazes de revelar as melhorias promovidas pelo ensino. Assim, é possível comparar o investimento com o benefício”, disse o Cofounder da Sanar.

Desperdício em saúde: causas, efeitos e enfrentamento
O bate-papo de maio de certa forma dá continuidade ao anterior, uma vez que profissionais devidamente capacitados impactam diretamente no bom aproveitamento do tempo e de recursos.

Assim, Ivana apresentou números de levantamento feito na base de dados da plataforma Valor Saúde Brasil, da DRG Brasil e IAG Saúde, com 340 hospitais, que atendem juntos 1,6 milhão de vidas, tanto no SUS quanto na saúde complementar.

Ao todo, 53% dos custos assistenciais foram consumidos por desperdícios causados por falhas na entrega de valor. “Se isso fosse corrigido, poderíamos fazer 2,16 milhões de atendimentos a mais, beneficiando 6,25 milhões de brasileiros”, frisou a consultora.

Os participantes foram unânimes em constatar que um dos maiores gargalos hospitalares está no tempo de permanência dos pacientes nos hospitais, em especial na internação – segundo eles, em boa parte acima do necessário.

Para reestruturar isso, é necessário um processo em várias frentes, que passam pela eficiência alocativa, pelo modelo de pagamento e, acima de tudo, pelo foco na entrega de valor ao paciente.

“A tendência do gestor é sempre pedir mais: vai-se aumentando a demanda por pessoas e recursos, porém, isso vai cada vez mais ampliando os custos. Um dos pontos para sanar isso é o modelo de pagamento, que precisa incentivar a eficiência”, argumentou Junior.

Wajner afirma que o problema não é dinheiro: a alocação dos recursos é mal utilizada, muitas vezes sem focar no cuidado essencial: o paciente. “A jornada do paciente deve orientar as medidas de eficiência. Ninguém quer ficar no hospital, as pessoas desejam ter alta o quanto antes. Isso, quando bem-feito, melhora os custos da instituição, reduz os riscos ao paciente e, em larga escala, beneficia toda cadeia da saúde.”

Mais uma iniciativa do Interact acontece ainda em maio: nesta quinta-feira, dia 26 de maio, às 19h, teremos o webinar “Inovações em Cardiologia: o que muda na prática clínica?“. Você pode acompanhar gratuitamente, basta fazer a sua inscrição aqui.

Soluções Medportal
Fomentar o debate contínuo de desafios pertinentes ao setor é o objetivo do conjunto de ações do Interact. Além disso, visamos criar o link entre os assuntos debatidos e as soluções em ensino à distância da plataforma do Medportal.

Nossos serviços alcançam mais de 300 instituições de saúde e superam os 400 mil profissionais beneficiados. Por meio desse robusto ecossistema, contribuímos para a expansão da educação corporativa em saúde no País e em auxiliar que desafios como esses dos gargalos educacionais e de desperdício nas instituições sejam minimizados.

Afinal, longe de se configurar como custo, a capacitação e o aprimoramento contínuos apresenta-se como a solução para muitos de nossos problemas diários.

Contato
O Medportal está sempre disposto a atender suas necessidades, saber suas dúvidas, críticas e sugestões. Por isso, sinta-se à vontade sempre e entre em contato.

Americas Health celebra melhoria dos indicadores assistenciais após parceria com o Medportal

A instituição investiu na utilização de plataforma digital para aumentar resultados de qualidade, assistência e engajamento de colaborador e promover educação em escala

O pioneirismo e a inovação são a marca da Americas Health, empresa de saúde que carrega em seu portfólio serviços como unidades de terapia intensiva, radiologia, home care, telemedicina e uma rede de hospitais próprios. Não à toa, com apenas 13 anos de atuação, a instituição já salvou mais de 50 mil vidas e impactou mais de 10 milhões de pacientes pelo país.

Conhecida por levar serviços de alto nível para milhares de brasileiros todos os dias, a capacitação dos profissionais de saúde sempre esteve no radar da Americas Health. Mas nos últimos dois anos, devido ao aumento das internações hospitalares por causa da pandemia de Covid-19, a instituição se viu diante do desafio de capacitar, principalmente, os colaboradores recém-contratados.

“Inicialmente nós vislumbramos implantar um projeto de treinamento para melhorar a qualificação dos nossos profissionais. Nos deparamos com um cenário nunca antes vivenciado, de uma pandemia, com uma grande demanda por serviços especializados como a terapia intensiva. Precisávamos contratar muitas pessoas ao mesmo tempo e a realidade era a escassez de profissionais qualificados no mercado nacional. Há dois anos essa era a realidade brasileira”, revela Thais Yoshida, sponsor do projeto, especialista em melhoria hospitalar e gestora em saúde na Americas Health.

Primeiros passos

Era preciso encontrar uma solução de ensino que, além de oferecer conhecimento de qualidade, fosse flexível – uma vez que cada unidade de saúde da Americas Health apresentava um ponto de atenção diferente. 

“Havia unidades em que o principal problema era relacionado à infecção de corrente sanguínea. Em outra era pneumonia associada à ventilação mecânica, por exemplo”, comenta Thais Yoshida.

Diante desse contexto, a plataforma de ensino do Medportal foi a opção escolhida, justamente, por apresentar trilhas adaptáveis, de acordo com as principais demandas de cada hospital do grupo. Como destaca Thais:

“A metodologia que adotamos foi a utilização de indicadores assistenciais, para direcionar quais eram as temáticas e trilhas de treinamento que aquela unidade precisaria fazer. Percebemos que isso estimula o profissional, pois ele fará o treinamento relacionado ao problema que ele enfrenta na unidade dele.”

Após alguns meses de mensuração, Thais pondera que o papel da educação digital na melhora do atendimento foi percebido através da redução dos indicadores anteriores. Destacando a diminuição das principais infecções e eventos adversos – como diminuição no número de óbitos e do alto tempo de internação -, antes recorrentes nas unidades.

Engajamento

Com mais de 22 mil matrículas distribuídas e 7236 treinamentos concluídos, a parceria entre a Americas Health e o Medportal é motivo de celebração entre os gestores do projeto.

É o caso de Karlla Barbosa, especialista em desenvolvimento humano na Americas Health e uma das pessoas à frente do programa de educação, que comemora a adesão dos profissionais de saúde aos treinamentos:

“O engajamento foi tão grande que muitos colaboradores participaram de trilhas que não eram exatamente destinadas ao aprendizado deles”, comenta. 

Karlla credita parte desse engajamento à participação das lideranças no projeto, especialmente as Gerentes de Assistência, que, além de perceberem a importância de investir nos treinamentos, se envolveram na definição das trilhas e contribuíram ativamente com o desenvolvimento do programa.

“Quando a empresa entende que a educação e a parte de treinamento não é uma perda de tempo, e também não é algo que deve ser imposta ao colaborador, mas é algo que deve ser construído e deve fazer sentido, o resultado desse trabalho será melhor”, analisa. 

De acordo com Thais Yoshida, essa postura ativa é parte da cultura da empresa, que incentiva a autogestão entre os profissionais que integram o quadro de colaboradores da Americas Health. Tudo isso sem esquecer o mérito da colaboração no processo, como foi o caso da parceria com o Medportal.

“A nossa tendência é centralizar muito as coisas, né? Mas a experiência que obtivemos desse projeto é que precisamos ter parcerias e que nos complementamos. Cada um tem uma expertise diferente e quando nós conseguimos entender isso e trabalhar junto, a gente soma, se multiplica e consegue entregar um trabalho com muito mais qualidade, e isso significa salvar mais vidas”, finaliza.

Medportal apresenta o Interact – Healthcare Education Program 2022

O Medportal apresentou no dia 15 de março, durante o primeiro Café da Manhã da ANAHP deste ano, o Interact – Healthcare Education Program 2022. A iniciativa une as atividades síncronas e complementares já existentes com novas ações – tudo para ampliar mais ainda a interação e o compartilhamento de conhecimento e experiências entre os clientes e parceiros do nosso ecossistema.

“Nossos serviços alcançam mais de 300 instituições de saúde e mais de 400 mil profissionais. Com o Interact, queremos entregar ainda mais valor para este público, promovendo a interação entre várias pontas do mercado”, explicou o CEO do Medportal, Thiago Constancio.

Boa parte das ações ofertadas serão gratuitas e contará com a participação de vários âncoras do setor da saúde. O objetivo é disseminar e facilitar ainda mais o acesso ao conhecimento e à informação de qualidade, com conteúdos que englobam tanto aspectos assistenciais, como gerenciais – todos eles abordados com ética e transparência.

Iniciativas

As ações que compõem o Interact são:

. Medportal Academy e Blog Medportal: ambiente digital de grande visibilidade para a publicação de conteúdo produzido ou patrocinado por sua empresa. Sempre com orientação e suporte de nossa equipe especializada em comunicação para a saúde.

. Medportal Experience: este ano, as atividades do Medportal Experience voltam a ser presenciais e, como sempre, contarão com a participação de lideranças e palestrantes de grande influência no setor, nacional e internacionalmente.

. Webseries Medportal: como o próprio nome especifica, eventos online que também contam com a participação de importantes formadores de opinião em saúde. As atividades podem ser acompanhadas de maneira síncrona ou assíncrona e permitem também que nossos parceiros criem seus próprios conteúdos.

. Medportal Training Room: recurso online que simula ambientes realistas, criados para a promoção de cursos, qualificações, certificações, além de treinamentos profissionais e comportamentais. Perfeito para estreitar os laços com outros players do mercado.

. Programa Internacional de Educação Digital: parceria do Medportal com a Dignity Health Global Education (DHGE) que traz cursos online de universidades altamente renomadas dos Estados Unidos ao público brasileiro.

Depoimentos

A apresentação do Interact contou com a presença de alguns dos mais renomados nomes do setor da saúde no país. A seu tempo, cada um deles também vai participar de ações dentro do programa.

“Precisamos de sistemas mais integrados e eficientes, que coloquem o paciente no centro do cuidado. Para isso, é preciso que os profissionais de saúde tenham as competências necessárias a fim de desempenharem adequadamente suas funções. Vivemos em um mundo com excesso de dados e informações, e um dos desafios atuais é refletirmos o quanto e como estamos usando tudo isso”, discursou a CEO do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.

Já o professor e cardiologista Dr. Evandro Tinoco frisou a importância da curadoria de conhecimento. “Hoje em dia, há muita fake news, pirotecnia, informação sem qualidade e entretenimento em saúde. Os profissionais sentem-se precarizados e perdidos, os gestores também estão sofrendo. Por isso, é preciso comunicar bem, construir conteúdo de qualidade para retermos os melhores profissionais. Nanocursos, mentorias, atividades de networking e conhecimento em pílulas são fundamentais para isso.”

Por chamada de vídeo, o cofundador e diretor científico da Epimed Solutions, Jorge Salluh, ressaltou que não é possível criar um sistema de saúde mais resiliente sem dados e evidências. “É preciso olhar para os processos. Quanto mais protocolos implementáveis, multidisciplinares, manejados por toda equipe e que chegarem à ‘beira-leito’, menor é a mortalidade. As lacunas que ainda existem precisam ser supridas pela educação e eventos como este servem como ponte.”

A explanação final ficou a cargo do superintendente corporativo e CEO do HCor, fundador da ONG Voluntários da Saúde e mentor da SHS Health Tech, Fernando Torelly. “O conhecimento precisa ser democratizado e levado a lugares que sequer imaginamos que pode alcançar. Nossas instituições melhoram quando ganham eficiência. Para isso, é preciso o compartilhamento constante de experiências em oportunidades como essa.”

O Café da Manhã da ANAHP teve como tema “Como gerar informação e conhecimento de impacto para o desenvolvimento de líderes e profissionais de saúde?”

Contato

Quer saber mais sobre o Interact? Aqui em nosso site você encontra material sobre o assunto. Se ficou alguma dúvida ou vontade de fazer críticas, sugestões ou qualquer outro comentário, entre em contato.

Conheça a Sinapses, ferramenta de gamificação do Medportal

Cada vez mais presente em nosso dia a dia, a gamificação tem o objetivo de tornar o processo de aprendizagem envolvente, através de recursos de design e muita criatividade para criar dinâmicas bem estruturadas de maneira lúdica e inteligente. 

Com estratégias pensadas por pedagogos, gestores e especialistas em educação, é possível motivar os colaboradores e dinamizar a absorção do conhecimento a fim de torná-los mais interativos. Não à toa, essa prática é muito utilizada nas áreas de marketing, vendas e, claro, na educação. 

Nesse sentido, muitas plataformas de ensino à distância estão adotando a gamificação como forma de ampliar o engajamento e a socialização entre as pessoas usuárias. É o caso do Medportal, que acompanha e incentiva essa tendência e acaba de lançar a Sinapses, uma ferramenta de recompensas que pontua o estudante de acordo com a quantidade de cursos que ele assiste e finaliza.

Ou seja, quanto maior a participação, mais pontos se conquista. A pontuação é simbolizada por moedas virtuais, inicialmente chamada de Neurônios, mas cujo nome pode ser customizado pelo cliente.

Além disso, é possível criar regras e recompensas específicas, levando em conta as necessidades do contratante, e estabelecer grupos de usuários de acordo os níveis de pontuação de cada estudante. 

“A ferramenta também fornece dados que permitem aos educadores acompanhar o engajamento de cada aluno por meio de relatórios de ranking”, explica a Customer Insights do Medportal, Lindsay Capelli.

Os parceiros que adotam a Sinapses têm direito a treinamento completo para o uso da ferramenta, consultoria educacional e todo suporte do Medportal.

Acesso

O sistema de ranqueamento já está disponível em nossa plataforma. O cliente pode solicitar a customização dos termos utilizados – a troca do nome da moeda, por exemplo –, bem como estipular o valor das metas para a classificação dos participantes.

Importante: a plataforma do Medportal também comporta conteúdos produzidos pelos clientes – desde que sejam incorporados via embed, ou seja: tenham um link para que esse material externo possa ser visualizado. 

“Temos clientes que já adicionam conteúdos próprios de gamificação em nossa plataforma. É muito empolgante ver essas transformações no modo de ensino”, revela Lindsay.

Scorms

Dentro do nosso ambiente de educação online, observamos o crescimento do uso de Scorms para gerar aulas mais interativas ou com conteúdos de gamificação.

Os Scorms são um padrão, um conjunto de regras que define como determinado conteúdo irá transmitir informações para aquilo que os profissionais de Tecnologia da Informação chamam de plataforma de LMS – Learning Management System (Sistema de Gestão de Aprendizagem). Isto é, uma plataforma como a nossa do Medportal.

Eles possibilitam mesclar uma série de recursos – vídeos, áudios, slides, quiz – de maneira dinâmica, com etapas e botões clicáveis que permitem ao estudante avançar no conteúdo de forma interativa, com destaque para alguns pontos de atenção dedicados à melhor absorção do ensino proposto.

Esses materiais são criados pelo cliente e adicionados ao Medportal por meio de um embed disponibilizado por nós.

Interesse e atratividade

Todos esses recursos têm como objetivo tornar o conteúdo em educação continuada à distância cada vez mais interativo, participativo, dinâmico e engajado.

Além de promover melhorias constantes neste quesito, o Medportal incentiva e divulga massivamente o uso da gamificação nos conteúdos de EAD. O assunto foi um dos mais abordados por nós em nosso blog e redes sociais no ano passado – dedicamos, inclusive, nosso último Medportal Experience de 2021 à gamificação.

“Adotamos e valorizamos a gamificação em nossas práticas e buscamos aprimorar nossos conteúdos para que eles se tornem sempre mais imersivos e interessantes”, conclui Lindsay.

Parceria do Medportal e DHGE oferece cursos internacionais inéditos

O Medportal e a Dignity Health Global Education (DHGE) lançam com exclusividade ao público brasileiro o Programa Internacional de Educação Digital. A parceria inédita foi apresentada dia 9 de fevereiro em evento online aos clientes da nossa plataforma – com participação especial do Senior Vice President da DHGE, Geoffrey Roche.

“Nossa missão é transformar os profissionais de assistência médica por meio da inovação, da educação, da superação de seus próprios limites e do desenvolvimento de soluções de liderança”, afirmou o Vice President da DHGE no encontro.

Cursos

O portfólio de cursos da DHGE é bastante amplo e pode ser customizado segundo as necessidades de cada aluno e instituição. Nesta etapa inicial, serão oferecidos módulos de três disciplinas – Leadership, Innovation, Analytics –, todos eles desenvolvidos em parceria com renomadas universidades norte-americanas.

. Leadership: Resolvendo problemas de desempenho, em parceria com a Duke Corporate Education

Estabelecendo uma cultura de feedback contínuo; coletando dados de várias fontes; estruturando uma conversa sobre desempenho; acessando recursos de suporte.

. Innovation: Estrutura para tomada de decisão, em parceria com a Pepperdine/Graziadio Business School

Utilizando pilares de decisão para tomar decisões racionais; determinando o valor das informações de amostra; determinando o valor de novas informações na análise de decisão; entendendo como utilizar as árvores de decisão.

. Analytics: Entregando resultados rápidos, em parceria com a Thunderbird School of Global Management e Arizona State University

Criando um plano que garanta a credibilidade inicial; construindo uma capacidade de expansão; gerenciando objetivos de curto e longo prazos; promovendo o efeito contínuo; utilizando catalisadores estruturais.

As aulas serão todas online, traduzidas para o português, com início dia 7 de março. As inscrições podem ser feitas AQUI.

Customização

Além desses três módulos iniciais, o pacote de cursos do DHGE inclui outras frentes, tais como Nurse Leadership, Healthcare Marketing, Healthcare Project Management e um mini MBA.

A ideia é que, depois de conhecer os módulos iniciais, os alunos entrem em contato com outras disciplinas e montem a própria grade de estudos, customizando-a de acordo com suas necessidades pessoais e de sua instituição.

É possível, por exemplo, compilar módulos de diferentes disciplinas, de universidades distintas, montando um curso específico com o perfil que você deseja e precisa.

Em sua origem, os cursos foram montados pela DHGE ao ouvir as dores diárias das lideranças hospitalares. A partir disso, foi-se em busca de parcerias com universidades e centros de ensino de excelência em cada uma dessas queixas.

DHGE

Empresa norte-americana voltada para o ensino digital à distância em saúde, a DHGE desenvolve cursos em parcerias com renomadas instituições de ensino dos Estados Unidos.

São milhões de alunos impactados em todo mundo, da Austrália à Nova Zelândia, passando por países da Ásia, América Latina, regiões da Europa e, claro, América do Norte.

“É uma honra contar com a parceria de vocês aqui no Brasil. É uma oportunidade única de o público brasileiro ter acesso a cursos internacionais por um preço acessível, via tecnologia digital”, observou o CEO do Medportal, Thiago Constancio.

Contato

Ficou com alguma dúvida ou precisa saber mais detalhes sobre a parceria do Medportal com a DGHE? Entre em contato.

Como promover a inclusão no ensino à distância

Inclusão é tema obrigatório para quem trabalha na área da saúde e na produção de conteúdo de educação continuada. No Medportal, atuamos e unimos ambas as frentes; por isso, tornar nosso material cada vez mais plural e acessível aos mais diversos públicos é um cuidado constante.

A saúde é um dos mais diversos segmentos da atividade humana. Pelos corredores dos hospitais, é possível encontrar gente de todos os perfis, tons de pele, orientação sexual, graus de instrução, aparência física, origem geográfica etc.

Como comunicar de maneira adequada e respeitosa para todo esse público por meio de um conteúdo acessado à distância? Mais uma vez, a tecnologia surge trazendo a resposta.

Medidas

“A educação continuada e à distância trabalha com turmas e setores diferentes, com conteúdos específicos para cada especialidade. Além disso, cada instituição pode demandar a necessidade de um tipo diferente de material inclusivo. Por isso, pensar nessa variedade desde o início é fundamental”, argumenta a Customer Insights do Medportal, Lindsay Capelli.

Os recursos tecnológicos conseguem atender logo de início algumas dessas necessidades, tornando o conteúdo mais abrangente. Assim, adote vídeos legendados, imagens com descrição e procure disponibilizar as aulas também em áudio.

Tão importante quanto a adoção de todas essas ferramentas é a diversificação do conteúdo. Dessa maneira, por exemplo, busque diferentes biotipos humanos nas imagens utilizadas nas aulas – o que reflete a realidade brasileira, tão plural.

Ferramentas dinâmicas, que permitem a absorção de conteúdo de diversas maneiras, também deixam o aprendizado mais acessível. Técnicas de gamificação são ótimas para isso, pois ensinam por meio do lúdico.

Emoções

Materiais inclusivos também aumentam a chance de se mexer com o lado emocional do ensino, considerado cada vez mais fundamental para a retenção de conteúdo e, por consequência, promoção do verdadeiro aprendizado.

Por isso, o conteúdo não pode ser somente técnico. É preciso gerar memórias afetivas, proporcionar algum gatilho para que o aluno assimile o que é explicado não somente pelo esforço da razão, mas também pelo “coração”. 

Uma aula narrada com um sotaque próprio da região dos usuários, por exemplo, pode aumentar a receptividade de todo material.

Na prática

Recomendamos que desde o início o material já seja produzido com recursos inclusivos.

“Quanto mais recursos forem utilizados ao se produzir um conteúdo em educação à distância, melhor. Assim, as chances de todos os públicos serem contemplados aumentam”, observa Lindsay.

Assim, pense nas medidas inclusivas desde o início, na estruturação do roteiro de cada conteúdo. Em seguida, é possível expandir a abordagem por meio de recursos audiovisuais complementares, materiais por escrito, atividades de fixação, avaliação e indicação de outros materiais. A experiência fica muito mais ampla e diversificada.

Nada impede, entretanto, que conteúdos antigos sejam adaptados. É possível reinventá-los, dando-lhes mais significado, abrangência e interatividade.

Aqui no Medportal estamos nos dedicando a legendar nossos vídeos. Ao todo, 40 deles já receberam este recurso. Assim, por exemplo, é possível estudar em um ambiente que requer silêncio. Pessoas com limitações auditivas também aproveitam melhor o conteúdo.

Além disso, os vídeos podem ser reeditados, imagens podem ganhar legendas descritivas e os conteúdos podem ser atualizados com exemplos mais diversos, apresentados por professores de regiões diferentes, ou com narradores, o importante é diversificar sotaques a fim de tornar o conteúdo o mais próximo possível da audiência, a ponto de criar um vínculo pessoal e de contexto. As possibilidades são infinitas!

Desafio

Trabalhar com educação à distância é sempre um desafio. Precisamos sempre nos superar para produzir aulas de qualidade, objetivas, capazes de engajar e transferir competência ao aluno.

“Para gerar inclusão, também devemos utilizar ferramentas virtuais ainda mais diversificadas, que possam enriquecer e validar ainda mais os conteúdos. O resultado, porém, é recompensador”, conclui Lindsay.

Contato

Você está querendo adotar práticas inclusivas em seus materiais? Sinta-se em casa e entre em contato conosco. Será um prazer lhe ajudar!

Phygital, gamificação e cálculo do ROI: temas importantes do Medportal em 2021

Uma série de assuntos foi pauta do Medportal ao longo de 2021, tanto aqui em nosso blog, quanto em nossas redes sociais e em encontros online ou presenciais com nossos parceiros e alunos. Fazemos questão de manter o canal do diálogo sempre aberto – pois isso é essencial a quem confia e batalha pela educação continuada. Ainda mais considerando o contexto que vivemos: distanciamento social, necessidade de desenvolvimento rápido de novas habilidades e conhecimentos, além da restrição orçamentária imposta pela demanda crescente de recursos aplicados ao combate da pandemia.

Assim, uma boa maneira de arrematar o ano que caminha para o fim é relembrar alguns desses temas tão importantes para nós nesta jornada de 365 dias. Eles nortearam nosso trabalho e deram corpo às nossas ações.

Desde já, agradecemos a todos vocês que contribuíram direta ou indiretamente na construção deste arcabouço de conteúdo. Quem trabalha com ensino tem por obrigação ser referência em informação de qualidade, atualizada e experimentada na prática. Nosso muito obrigado!

Ensino phygital

Para responder a necessidade de desenvolvimento rápido, não se pode deixar de lado o Phygital. Também conhecido como figital ou híbrido, o phygital é um jeito de educar que mescla ferramentas do ensino online à estrutura física – tudo ancorado pela supervisão do professor. Assim, unimos as vantagens do digital aos benefícios da sala de aula tradicional.

Para isso, existem duas categorias de ensino phygital, nomeadas segundo o impacto que causam na experiência de aprendizado: os modelos sustentados e os disruptivos.

Nos primeiros, encontramos recursos como a Rotação por Estações (que usa realidade aumentada ou animação para explicar questões práticas do cotidiano); a Sala de Aula Invertida (espécie de capacitação online que prepara o aluno para a discussão de alguns assuntos no encontro presencial); e o Laboratório Rotacional (momento em que se tiram dúvidas com o tutor).

Já nos modelos disruptivos, há as práticas Flex (com variação de atividades síncronas e assíncronas); a A La Carte (na qual o aluno faz a curadoria de conteúdo e traça sua própria trilha de aprendizagem); o modelo Virtual Enriquecido (que alterna aprendizado online autônomo com momentos presenciais com a turma); e a Rotação Individual (com roteiros didáticos específicos para cada aluno, amparados por inteligência artificial). 

Gamificação

Outro tema que abordamos bastante ao longo do ano foi a gamificação como recurso de engajamento, que nos leva a resultados mais abrangentes. Seja presencial ou online, a utilização de jogos como tática de ensino é cada vez mais adotada por empresas e instituições. Na área da saúde, não é diferente.

Afinal, quando a mecânica e o design de experiência de um game são bem-feitos, eles conseguem tirar o jogador/aluno da passividade, fazendo-o tomar decisões e, por meio delas, aprender.

Há três categorias principais de jogos: as presenciais (síncronas, coletivas e que requerem baixa tecnologia), as digitais (assíncronas, individuais, sem intermediação de facilitadores e que requerem alta tecnologia) e as virtuais (jogadas em grupo, por meio de um facilitador e que requerem um nível médio de tecnologia).

O tema é tão importante para nós que o Medportal Experience de novembro na verdade foi uma grande partida do jogo virtual Metamorfose, criado pelos nossos parceiros da Vila dos Games para debater principalmente a inclusão. Você, cliente Medportal, pode assistir a animada partida na sua área exclusiva do Medportal Academy.

Cálculo do ROI

Tão relevante quanto criar métodos de ensino e táticas de engajamento é comprovar que os resultados da aplicação dos recursos financeiros, além de fazer a medição dos resultados na ponta. Só assim sabemos de fato se estamos efetivamente alcançando ou não nossos objetivos.

Em um de nossos artigos deste ano sugerimos a aplicação, na educação digital em saúde, do famoso Cálculo do ROI – que mensura e relaciona o retorno que obtivemos a partir do quanto investimos.

Assim, um dos modelos mais básicos leva em consideração as horas economizadas pela equipe ao realizar treinamentos, aulas e capacitações online. Para isso, por exemplo, entram no cálculo as horas de dedicação de instrutores, alunos e organizadores. Também é preciso estimar as horas gastas com a logística dos alunos e a carga horária que seria utilizada para a organização e gestão de um evento presencial.

“O que se tem percebido como um todo nas empresas de saúde que se dispõem a calcular o ROI dos treinamentos corporativos é que a transformação digital da educação traz eficiência e escalabilidade”, ressalta o texto, assinado pela Chief of Customer Office do Medportal, Daniela Pereira.

Mais conteúdo

Nosso apanhado dos temas mais significativos do ano continua em breve, dessa vez em nossas redes sociais. Fique ligado aos nossos perfis no Instagram e LinkedIn, pois logo compartilharemos mais conteúdos que foram relevantes para nós e nossos parceiros ao longo de 2021.

Quer debater conosco algum desses temas? Sinta-se à vontade e entre em contato.

XIII Fórum Anual do NEEPPR debate educação e liderança

Educação e liderança em tempos de crise. Esse foi o tema do XIII Fórum Anual do Núcleo de Enfermeiros de Educação Permanente do Paraná (NEEPPR), realizado totalmente online dia 25 de novembro com participação do Medportal.

Composto por 80 profissionais, o NEEPPR engloba 50 hospitais paranaenses e tem entre suas principais missões promover a troca e o debate em torno da gestão de projetos de educação continuada – de forma a frisar o protagonismo da enfermagem no cuidado ao paciente.

“Não temos um bom hospital se não temos uma boa enfermagem”, observou o CEO do Medportal, Thiago Constancio, um dos palestrantes convidados.

Caminho inevitável

De forma alguma os líderes podem se abster de participar do cenário de transformação promovido pelas mídias digitais. Esse foi um dos pontos ressaltados por Constancio em sua apresentação.

Segundo ele, a pandemia promoveu a adesão abrupta ao digital. No entanto, esse início pegou as pessoas despreparadas, com estruturas não tão consolidadas como agora – e com as lideranças muitas vezes sem as habilidades necessárias para conduzir esta migração.

“Por isso, mesmo que haja resistência por parte da equipe, a liderança não pode se eximir do digital. Devemos fazer isso para conhecer e apontar o que funciona e o que não funciona para a área da saúde. Os líderes devem chamar a responsabilidade para si, especialmente em momentos de incertezas”, explicou o CEO do Medportal.

Para se ter ideia da relevância crescente do digital durante a crise do novo coronavírus, a plataforma do Medportal registrou em 2021 um consumo oito vezes superior ao do ano anterior.

Características

A fim de dar conta desse novo caminho de desenvolvimento e treinamento de pessoas, Constancio sugeriu algumas qualidades que os líderes precisam desenvolver.

. Visionário: é preciso vislumbrar novos cenários e adotar um pensamento que não seja tão linear, mas exponencial – ou seja, capaz de alcançar muito mais pessoas e impactar mais vidas.

. Aprendiz conectado: precisamos estar sempre em aprendizado, “aprendendo a aprender” e também a desaprender o que não tem mais relevância. “Levamos 10 mil horas para nos tornarmos especialistas em algo. Hoje, tudo muda tão rápido que achar tempo para tudo isso é muito difícil. O digital nos ajuda nesta tarefa”, afirmou Constancio.

. Colaborador e facilitador: a estrutura hierárquica hoje em dia não é mais tão vertical quanto a de anos atrás. Por isso, a liderança precisa estar aberta a negociar de maneira mais horizontal, facilitando o trabalho em/da equipe.

. Criativo e designer: o líder também deve ser capaz de usar as tecnologias para projetar as tarefas de sua equipe, recorrendo aos avanços digitais de maneira criativa; é preciso desenhar os projetos de forma colaborativa com o seu time.

. Eficiente e guiado por dados: é necessário ter clareza de que as informações podem ajudar na tomada de decisões melhores. Por isso, deve-se sempre recorrer a elas, o que muitas vezes ocorre em tempo real hoje em dia.

Papel especial

Constancio relembrou um ponto importante e muitas vezes desconsiderado: a importância que os profissionais de saúde têm dentro de uma comunidade.

“Todos nós temos uma licença social por sermos da saúde: nós somos ouvidos, a comunidade está sempre disposta a dar atenção ao profissional de saúde. Essa entrada nos traz uma responsabilidade muito grande, em especial às lideranças.”

Para dar conta dessa função, o CEO do Medportal recomendou uma última habilidade aos líderes: a predição, ou seja, a capacidade de antecipar alguns cenários que estão por vir.

“Conseguimos isso quando nos aproximamos da comunidade e nos abrimos para captar as tendências. Precisamos sempre criar imagens e, em cima delas, agirmos”, finalizou.

De acordo com o presidente do NEEPPR, Marcos Ribeiro, a semente foi plantada. “Agora, resta esperar, pois ainda vamos colher grandes frutos.  

Contato

Aqui em nosso blog você encontra outros artigos que mostram um pouco mais sobre as diversas frentes de atuação do Medportal. Leia, compartilhe e, em caso de dúvidas, críticas e sugestões, entre em contato.

Hospital São Vicente de Curitiba: parceria de sucesso com o Medportal

Com 82 anos de história, o Hospital São Vicente de Curitiba é referência no transplante de fígado e rim em todo País. São 142 leitos, 24 deles destinados para Tratamento Intensivo (UTI), Pronto Atendimento 24 horas, Centro Médico nas mais diferentes especialidades, Centro de Especialidades, serviço de exames e laboratório de análises e sete salas de cirurgia – distribuídos em 10 mil metros quadrados de construção.

O hospital conta com 630 funcionários efetivos, mais de 700 médicos em seu corpo clínico e funcionários terceirizados que apoiam em diversas áreas. Todos eles capacitados e treinados por meio da plataforma do Medportal.

“Realizávamos os processos de educação permanente por meio de treinamentos presenciais. Mas, há um limite de expansão para isso, que esbarra muitas vezes na própria jornada de trabalho dos profissionais. Foram eles, inclusive, que começaram a pedir por mais capacitação; por isso, recorremos ao Medportal”, explica Emanuelle Pacheco, analista de desenvolvimento e capacitação do São Vicente.

Na prática

Desde então, são 169 cursos na plataforma, com 1.039 alunos cadastrados. “Precisávamos de uma ferramenta capaz de disponibilizar cursos de forma rápida e dinâmica. A maior parte dos nossos colaboradores é composta por enfermeiros e técnicos, que atuam em mais de um hospital e necessitam encaixar os cursos dentro desta rotina, sem ficarem tanto tempo fora do posto de trabalho”, conta a analista.

Essa, aliás, é uma das vantagens da plataforma do Medportal: ela possibilita que se crie treinamentos de acordo com a demanda de cada instituição. “De início, utilizamos os treinamentos já disponíveis dentro da plataforma – o que fazemos até hoje, às vezes com alguns complementos e adequações de acordo com nossa necessidade. Depois, começamos a construir nosso próprio material, seguindo a orientação dos gestores de cada área”, revela Emanuelle.

Para se chegar ao conteúdo ideal, é realizada uma reunião com os gestores, para compreender o que é preciso ser desenvolvido e de que forma: se por vídeo ou de maneira mais interativa. “Em seguida, realizo o desenvolvimento do material do treinamento, o gestor valida e disponibilizamos na plataforma”, diz a analista.

Feedback

O retorno dos colaboradores sobre os treinamentos foi excelente, segundo as palavras da própria Emanuelle. “O pessoal adorou, o feedback foi muito positivo, todos gostam bastante dos treinamentos online, pois viram que é possível adquirir bons conteúdos de uma forma rápida e prática. Aqui em nossa região, desconheço outro hospital que ofereça isso.”

Por isso, a taxa de conclusão das aulas sempre foi alta e hoje chega aos 93%. Para que este percentual cresça ainda mais, o departamento de Recursos Humanos do São Vicente trabalha próximo aos gestores e utiliza os recursos da plataforma do Medportal para gerar relatórios e avaliações.

“Geramos relatórios semanalmente para que as lideranças de cada área auxiliem os colaboradores que estão com alguma dificuldade em acompanhar os cursos. Também fizemos um sistema de avaliação de tarefas antes e depois do curso, para verificarmos se houve avanços. As notas sempre melhoram.”

Foi estipulada ainda uma quantidade mensal de treinamentos, para que não haja sobrecarga e subaproveitamento do material: normalmente, é disponibilizado um conteúdo sobre competências, outro de segurança no trabalho e outro para a área assistencial.

Investimento

A analista considera que a contratação de uma plataforma de ensino continuado é um excelente investimento. “Hoje, devido à pandemia, as empresas estão olhando muito a questão do custo. Mas, treinamento não é custo; é investimento. Contar com um colaborador treinado e motivado é muito melhor do que ter alguém sem engajamento, desestimulado, que pode até por isso buscar outra instituição para trabalhar.”

Segundo ela, trata-se de um caminho sem volta, pois o público incorporou o online a sua jornada de aprendizado. Outro ponto é a economia. “Há redução nos custos de logística, de estrutura para inscrições e deslocamento. De fato, é algo que veio para ficar”, aponta Emanuelle.

Para quem deseja implantar uma estrutura de educação continuada, a analista sugere planejamento e confiança na plataforma – que dá todos os subsídios e suporte para que o processo seja tranquilo. “Além disso, o Medportal já oferece alguns conteúdos muito bons, principalmente para a área assistencial. O que é muito prático e nos poupa muito tempo”, finalizou.

Entrevista: conheça a história do hospital que inovou ao utilizar a plataforma de EAD para realizar processos seletivos

Ao fundo, Hospital Ministro Costa Cavalcanti. Foto: Divulgação HMCC.


O Instituto de Ensino e Pesquisa já era um processo estabelecido no Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), que utilizava a plataforma de LMS (Learning Machine System) do Medportal desde abril de 2019 para difundir conteúdos digitais entre os seus colaboradores. E, diante da pandemia, quando se viram obrigados a mudar todo o sistema de processos seletivos da instituição, não tiveram dúvida ao recorrer ao Medportal e propor uma inovação: realizar as provas dos processos seletivos pela plataforma.  

A iniciativa foi tão bem sucedida que só no primeiro semestre de 2021, o hospital aplicou 3.690 provas por meio da plataforma. Toda a configuração nas avaliações foi feita de forma personalizada para o HMCC. 

Só para se ter uma ideia, quando termina o tempo configurado para a realização da prova, a janela é salva e se fecha automaticamente. E mesmo que o candidato tente, não conseguirá realizar a prova novamente.

Para a Coordenadora Administrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do HMCC, Denise Luciane Pesamosca, a iniciativa foi fundamental e ajudou a poupar o tempo e a saúde dos colaboradores, que antes precisavam deixar seus postos para aplicar as provas. Em entrevista ao Medportal, ela falou sobre os benefícios que percebeu com essa inovação.

E também comentou sobre as outras formas de utilização da plataforma, que vão ao encontro de uma das principais missões do HMCC: promover a cultura humanizada buscando excelência no atendimento. “Com um conhecimento mais direcionado, conseguimos preparar o colaborador para que ele atenda da melhor forma os pacientes, ao mesmo tempo, zelando por sua própria saúde”, afirmou. 

O atendimento humanizado prioriza a qualidade assistencial, o respeito à dignidade do paciente e a necessidade de repensar a gestão dos processos de trabalho. Com a educação continuada, o Hospital Ministro Costa Cavalcanti consegue manter os colaboradores próximos e engajados, buscando inovar nos conteúdos para atender as demandas do setor. 

Confira abaixo a entrevista na íntegra e veja os benefícios dessa inovação.

ENTREVISTA

Desde quando vocês optaram por estabelecer a educação continuada e como foi essa decisão?

A educação continuada tem alguns anos e já trabalhamos em alguns modelos. Antigamente, ela estava vinculada ao RH, era voltada para admissão do colaborador. Depois, direcionamos para enfermagem, por ser onde tem o maior público e assistência direta ao paciente, porém havia a necessidade de uma unificação com o setor responsável por ensino na instituição, surgiu a proposta de trazer a educação continuada para o instituto de ensino e pesquisa. 
O IEP é também voltado para a educação corporativa, que abrange a área médica, a fisioterapia, farmácia, o administrativo, enfim, todas as demais. Hoje temos três enfermeiros que trabalham tanto no treinamento prático, quanto no teórico. E contamos com a plataforma do Medportal, que é por onde oferecemos diversos cursos, tanto obrigatórios, quanto facultativos, para todas as áreas. Na plataforma temos cursos de biossegurança, radioproteção, resíduos, entre outros.

E que mudanças na utilização da plataforma vocês realizaram nos últimos dois anos?

Com a pandemia, tivemos muitas mudanças, uma delas foi a contratação de novos colaboradores. E nós conseguimos levar esse desafio para a plataforma no sentido de desenvolver as avaliações. 

De imediato, a equipe do Medportal topou nos auxiliar nesse projeto para que pudéssemos realizar as provas por ali. E desde então trabalhamos nesse formato, tanto para candidato interno, quanto para externo. 

Conseguimos personalizar exatamente como gostaríamos, inclusive com tempo determinado para abrir e fechar as provas, e com adaptação dos formatos: temos provas de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, com imagens etc. Foi realmente muito positivo.  

Quais benefícios a instituição mapeou em relação a iniciar os processos de contratação com a plataforma de educação digital?

Para aplicarmos uma prova para 1.000 candidatos, precisávamos recrutar muitos colaboradores a fim de acompanhar as provas nas salas. Com a pandemia, que impôs a redução de pessoas por salas nas provas, precisaríamos aumentar o número de salas e de colaboradores que teriam que deixar as suas atividades para aplicar essas provas. 

Além disso, havia geração de horas extras em outras demandas. Então, conseguimos reduzir esse cenário drasticamente, porque o colaborador não precisa mais ser retirado de seu trabalho para aplicar a prova. Sem contar que foi uma maneira mais fácil, porque corrigir 1.000 provas demora. Então foi um gatilho que realmente nos possibilitou otimizar o tempo e otimizar a equipe.

Outro ponto importante e que fez toda a diferença é que conseguimos introduzir o Medportal também para fazer a integração desses novos colaboradores. Antes, eram três dias de palestras e três dias em que recrutávamos os nossos colaboradores, em geral da gerência, para recepcionar os recém-chegados. E o cronograma prevê essas atividades todo mês, então, geramos uma boa economia de tempo. Com a plataforma, produzimos os vídeos, reunimos as informações e tudo é feito por ali. 

Como é o processo de contratação como um todo?

Além da prova escrita, eles fazem o teste psicológico e depois a entrevista. Então, todo esse conteúdo teórico foi transferido para a plataforma, que já faz uma primeira seleção. Depois fazemos as outras duas etapas presencialmente. 

E a capacitação digital consegue auxiliar para além desse momento de avaliação?

Sim, com certeza. Ainda mais se considerarmos que hoje é difícil quem não fique tanto tempo no celular, e tudo pode ser feito pelo celular. Por exemplo, para o colaborador desprender um tempo para sair de casa a fim de fazer um treinamento, nem sempre é possível por vários motivos: não tem com quem deixar o filho ou tem algum outro impedimento. E com a plataforma, o colaborador pode realizar os cursos e treinamentos a qualquer momento. Então, nós temos no hospital uma sala de informática à disposição do colaborador. Além disso, a plataforma é liberada em todos os computadores do hospital e, com isso, ele consegue acessar o conteúdo em seu próprio setor. 

E a plataforma ajuda na divulgação da cultura institucional para que o novo colaborador se integre ao ambiente e se adapte aos protocolos da instituição. Temos trabalhado isso porque queremos ver essa semente se desenvolvendo sempre. Curiosamente, nesta semana, recebi uns cinco e-mails de gerentes pedindo informações sobre a plataforma porque querem inserir cursos. Então, essa procura vem crescendo muito porque eles entendem que a plataforma está aí para agregar. 

E como vocês regam essa semente, o que fazem para que ela cresça e floresça?

Sempre tentando inovar, colocando cursos novos, mostrando os benefícios desse modelo de treinamento, uma vez que ele trabalha com avaliação pré e pós, então, nós conseguimos ver o quanto que realmente esse treinamento teve resultado sobre o colaborador. Assim, temos utilizado cada vez mais a plataforma, gerando relatórios e analisando as notas a fim de motivar ainda mais o colaborador.

E como vocês avaliam se esses objetivos estão sendo atingidos, que indicadores vocês utilizam para essa avaliação?

Estabelecemos uma nota mínima de 70 pontos na prova para que o colaborador atinja um nível desejado. Também avaliamos a frequência no curso e estamos sempre acompanhando esses resultados.

E foi interessante porque fizemos um treinamento em que alguns colaboradores não atingiram essa nota mínima, e como a plataforma mostra onde eles erraram, a supervisora da unidade pôde chamá-los e tirar as dúvidas de todos eles, então, ela reforçou um conteúdo importante que tinha deixado dúvida para alguns. Essa possibilidade de acompanhamento é muito interessante.

E quais as expectativas para o futuro em relação à educação digital no HMCC?

Que nós possamos difundir esse conteúdo cada vez mais, esse é o maior desafio. E para isso precisamos estimular o colaborador para que ele acesse a plataforma com frequência, seguro de que ali terá um novo conteúdo para ele. Nosso desejo é que os colaboradores sintam a necessidade de buscar mais conhecimento espontaneamente. É outro trabalho diário e constante que temos tentado fazer.

Aprimorar os processos seletivos da sua instituição também é um desafio, este é mais um motivo para você entrar em contato com o Medportal para que possamos apoiar a sua instituição de saúde. Clique aqui e converse com nossos especialistas.

Sobre o HMCC

Inaugurado em julho de 1979, o Hospital Ministro Costa Cavalcanti foi construído pela Itaipu Binacional inicialmente para atender seus trabalhadores durante a construção da maior usina hidrelétrica do mundo. No entanto, o hospital foi muito além de sua missão original e passou a ser referência em saúde para uma grande região. Em 1994 foi instituída a Fundação de Saúde Itaiguapy para administrar o Hospital Ministro Costa Cavalcanti. A partir desse ano, o hospital vem passando por uma série de reformas estruturais para oferecer o mais alto nível de atendimento hospitalar da região. Em 1996, o HMCC iniciou o atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde e atualmente mais de 60% dos atendimentos são destinados aos usuários do SUS.

Sobre o Medportal

O Medportal trabalha oferecendo ferramentas para que organizações de saúde implementem e gerenciem programas de educação digital. São mais de 300 mil profissionais de saúde, de aproximadamente 220 organizações ativas em suas plataformas especializadas em conteúdo e capacitação digital. Como resultado do programa, os clientes apresentam considerável redução de custos em treinamentos, melhorias em NPS de clientes, inteligência em dados, relatórios e benchmark com outras instituições de saúde.

As instituições clientes tem a possibilidade de inserir seus próprios protocolos e treinamentos nas plataformas, além disso, com a biblioteca de conteúdos do Medportal, organizações de saúde podem iniciar projetos de educação digital com treinamentos prontos para uso, elaborados com a expertise de especialistas em áreas estratégicas da educação. Entre em contato com nossos especialistas e implemente um programa de Educação Digital.