Lab Rede lança plataforma de educação continuada em parceria com o Medportal

 O Lab Rede, laboratório de referência em diagnósticos especializados, lançou na última semana o Rede Digital, uma plataforma de educação continuada, disponibilizada pelo Medportal. O lançamento foi anunciado e detalhado durante um Webinar no YouTube.

A iniciativa corrobora a postura inovadora dos diretores do laboratório, que nasceu em 2000, fruto de um sonho transformado em realidade por empreendedores que buscavam oferecer exames especializados com alto padrão de qualidade, rapidez e custos compatíveis. O foco na força de trabalho e na competência de profissionais sempre se manteve.

A novidade vai bem ao encontro da aplicabilidade da educação e dos conteúdos do Medportal para o segmento laboratorial. “Esse movimento de entrada no mundo digital, no mundo do conhecimento e de compartilhamento de informações é algo que hoje se coloca como basilar, como fundamento no desenvolvimento das organizações. E para ter organizações mais fortes, precisamos olhar para as pessoas. O caminho escolhido pelo Lab Rede é certeiro”, afirmou Thiago Constancio, CEO do Medportal.

Para o presidente do Conselho Administrativo do Lab Rede, Marcelo Galasini, uma nova plataforma de educação digital após a pandemia, mais do que necessária, tornou-se urgente. A importância de profissionais constantemente atualizados e treinados é inequívoca.

“Precisamos viabilizar a troca de informações com qualidade, sabemos que o conhecimento pode inspirar novas atitudes e é isso que queremos. Essa decisão faz parte do nosso processo de buscar melhoria contínua em nossas atividades laboratoriais”, disse.

O webinar sobre o lançamento do Rede Digital foi apresentado por Ana Carolina Caetano e contou com a participação de Priscila Santos, consultora de RH; Maita Munhoz, coordenadora de educação continuada da AACD e Pedro Gomes, gerente comercial do Lab Rede, além de Thiago e Marcelo.

Curadoria

Atualmente, há uma disseminação de informações expressivamente não delineadas para o objetivo de empresas no setor de saúde. Portanto, é fundamental catalisar um processo de educação digital direcionada. 

“Precisamos organizar o fluxo de informações com as pessoas dentro das organizações, o que exige uma curadoria. E o que o Lab Rede está fazendo é justamente criar esse movimento de curadoria de conteúdo de modo que traga resultados para o dia a dia da organização”, ressaltou o CEO do Medportal.

Segundo ele, com a pandemia, até 80% dos treinamentos que antes eram presenciais podem entrar num modelo de educação à distância. “Com isso, ampliamos o acesso à informação curada de qualidade e entregamos mais valor. Esse projeto está calcado em entregar mais valor para as pessoas, comodidade no aprendizado e resultado para as organizações”, afirmou Thiago.

Para a consultora de RH Priscila Santos, não poderia haver melhor caminho. “Estamos vivendo grandes desafios. O maior deles é a capacidade de engajar e manter um time produtivo, principalmente quando se fala em negócio voltado para o ramo de saúde. E precisamos de conhecimento, que é o propulsor da transformação humana. Ele transforma uma sociedade, que dirá uma empresa”, destacou.

Implementação da plataforma de EAD

Que o EAD aumenta a integração entre as pessoas é fato. Mas, além disso, acelera a velocidade de entrega de informação curada. A implementação da plataforma de EAD já gerou resultados comprovados em muitas organizações, como CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde, ANAHP – Associação Nacional dos Hospitais Privados, AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira e AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente.

“Iniciamos a parceria com a Medportal em 2018, já com o intuito de ganhar atualidade, implementar o EAD e as metodologias híbridas de ensino. E tivemos resultados de excelência. O segredo é ter foco na execução, consistência e acreditar que, de fato, a educação agrega valor para o colaborador e para o negócio”, comentou Maita Munhoz, coordenadora de educação continuada da AACD.Para conhecer as soluções do Medportal ou tirar dúvidas sobre as possibilidades de implementação de plataformas EAD, entre em contato conosco.

Rede Digital: objetivo é gerar informações com qualidade, inspirando novas atitudes e buscando a melhoria contínua das atividades laboratoriais

Liderança Digital e o futuro da saúde

Dialogar sobre caminhos e desafios que gestores e líderes de saúde enfrentam ao lidar com processos inovadores digitais é uma realidade cada vez mais necessária em organizações de saúde. Esse tema amplamente debatido na mesa “Executivos Digitais”, que aconteceu na Digital Health Acceleration Week 2021, iniciativa da FOLKS – organização nacional que oferece serviços de consultoria e treinamento digital em saúde.

Para contribuir com essa temática, o Presidente do CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde, Francisco Balestrin, junto ao CEO do Medportal, Thiago Constancio, puderam apresentar, com maestria, suas perspectivas ao longo do que compete ao executivo da nova era digital. Além disso, sob a moderação do CIO da FOLKS, o Dr. Cláudio Giulliano, os dois convidados ainda evidenciaram que esse processo de maturidade digital é feito a partir de um processo contínuo de educação.

Como estruturar as organizações do futuro na saúde?

Durante a mesa, Francisco Balestrin foi enfático ao expressar que as mudanças de estrutura em uma organização de saúde devem movimentar a empresa como um todo. Afinal, os impactos devem ser avaliados de forma macro, com o engajamento de todos que formam o ecossistema organizacional. Neste contexto, Balestrim apresentou o conceito de governança corporativa, principal segmento responsável pelas atividades de eficiência institucional, com todo o suporte administrativo e gerencial; e o de governança clínica, composto pelo corpo clínico do hospital e principal responsável pela eficiência das atividades de todos os profissionais envolvidos tanto no atendimento, quanto no suporte aos pacientes.

Porém, pode ser um ambiente que tenha suas próprias particularidades, é essencial que alguns limites sejam quebrados. Como solução, ele pontua a governança integrativa. Iniciativa que seria capaz de empoderar o profissional de saúde e também outros agentes que utilizam das soluções tecnológicas como ferramenta de inovação e sucesso. “É um aspecto fundamental, quando você busca por essa definição. Por outro lado, se percebeu que o grande desenho que as instituições teriam, seriam sem paredes. E esse limite, ele necessariamente só poderia ser quebrado se para chegar ao seu paciente, você tivesse mecanismos digitais”, acrescentou durante a palestra.

Ainda nesse pressuposto, o especialista lembrou que esse desejo de projetar o futuro já vem sendo debatido há alguns anos e que tornar gestores e líderes protagonistas das mudanças em hospitais, está entre os pilares do CBEXs. “Era uma necessidade que tínhamos. Não por conta do executivo, mas da instituição. Em 2014, eu tive a oportunidade de conhecer um trabalho que falava sobre como seria o hospital do futuro. E, naquele slide, sempre apresentavam algo que era incomum. Que ele seria ancorado na digitalização”, reviveu.

Para isso, ele descreveu os desafios e citou os principais autores desta premissa. “Era impossível, naquele instante, você pensar em fazer as reformulações todas dentro da instituição, sem que junto com isso não reformular também a cabeça dos gestores e de todos que fossem trabalhar naquela instituição”, descreveu.

A resposta

Neste contexto de transformar a realidade e impactar o ecossistema da saúde, a Certificação em Healthcare E-leadership surge como um importante pilar para trilhar um caminho que mescle importantes coeficientes para a qualidade, segurança e sucesso institucional. O programa, uma realização do CBEXs e Medportal, é uma iniciativa de profissionalização que possui como foco o desenvolvimento das potencialidades digitais de líderes e gestores de saúde.

O CEO do Medportal, Dr. Thiago Constancio, pontuou que o desejo de construir esse projeto surgiu de forma conjunta com o CBEXs e apoiado no que o atual contexto promove, mesmo que de forma intrínseca. “Mais recentemente, muito pelas atividades do Medportal, começamos a ser provocados pelo mercado. Nós trabalhamos ajudando as instituições a desenvolverem e treinarem melhor os seus colaboradores de forma eficiente. Percebemos que, dentro das instituições, o DNA e o agir digital ainda não estavam presentes”, dialogou Thiago.

Thiago comentou ainda que, devido às constantes mudanças tecnológicas vigentes no mercado, é preciso que essa maturidade seja cada vez mais ampliada e apropriada, como um processo multidisciplinar. “Com essa disrupção, e empresas promovendo outros cenários, até então desconhecidos e rapidamente, não conseguimos avançar sem dominarmos o mundo da tecnologia com essa nova linguagem dos negócios, da comunicação e do relacionamento como um todo”, afirmou o CEO.

Certificação Healthcare E-leadership

De caráter inovador, o programa Healthcare E-leadership é voltado para líderes e profissionais que atuam diretamente com o desenvolvimento de pessoas, tecnologia, gestão ou educação corporativa de instituições do setor de saúde. Com um conteúdo programático que aborda as principais áreas envolvidas no planejamento estratégico, análise de resultados e capacidades dinâmicas. “A ideia do executivo deve estar sempre aberta a aprender. Tendo foco e possibilidade real de escalabilidade. E como isso vem para o nosso setor. Como preparamos a força de trabalho para entregar o futuro digital? Como capacitamos essa pessoa para ser influente, para usar melhor os ativos digitais?”, perguntou Constancio.

Essa mudança de visão, ainda, interfere diretamente no grau de conhecimento do gestor e o provoca a buscar cada vez mais o intercâmbio de informações e potencialidades. O consultor em Healthcare Innovation, Luiz de Luca, elucidou durante a palestra que para antes de iniciar uma disrupção no modelo organizacional de gestão, se faz necessário o preparo para isso. “Temos que tomar cuidado com os dinossauros com capacete de astronauta. Não adianta colocar um capacete de astronauta sendo um dinossauro e achar que vai fazer coisas diferentes. A transformação vai vir muito da digitalização. É inerente ao processo”, acrescentou o especialista.

Neste pressuposto, ele elucidou ainda que a diversidade de públicos é importante para essa modificação e que é capaz de promover resultados cada vez mais satisfatórios no que diz respeito tanto ao modo de agir, quanto à estratégia. “Por outro lado, ela [transformação] está vindo muito por essa turma que é voltada ao ecossistema de inovação. E quando falamos nisso, precisamos tomar cuidado ao falarmos que são apenas pessoas jovens. Tenho interagido com pessoas que são muito maduras. Eu acredito que essa troca de experiência e de visão, eles sim irão favorecer a mudança do analógico para o digital e, logo, da mudança de comportamento”, ponderou Luiz De Luca.

A Certificação tem o seu Comitê Estratégico formado por especialistas de grande renome e integrantes de empresas que promovem em seu pilar organizacional, uma gestão assertiva e com propósito de mudanças, como Luiz De Luca, Evandro Tinoco (CBEXs), Carlos Eduardo Reis (Epimed) e Edvaldo Pereira (AMIL).

Em consonância a isto, temos na Coordenação Acadêmica, uma equipe de profissionais que reuniram esforços para pensar estratégias de engajamento dos futuros alunos e mobilizar da melhor forma o corpo docente, sendo assim, contam com a Fabiana Melo, da Rede São Camilo, Daniela Pereira e Viviane Zanetti, ambas do Medportal. A organização é finalizada pela Professora Ivana Siqueira, consultora em gestão e educação na saúde, e Thiago Constancio, que assumem a Coordenação Geral.

Como calcular o ROI na educação em hospitais?

Calcular o ROI (Return on Investment) na educação em hospitais é fundamental. Primeiro porque é preciso justificar o investimento para dar continuidade aos projetos. Segundo porque, em plena pandemia, o tempo dos colaboradores ficou mais escasso, o que fez com que investir em educação e treinamento na área da saúde se tornasse algo aparentemente supérfluo. O que nem de longe acontece.

Sabemos que a educação continuada reflete diretamente na organização do tempo em equipes hospitalares e contribui com a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento. Já seriam argumentos suficientes para justificar o investimento. 

Por outro lado, investir em educação nos hospitais requer uma reserva no orçamento. E faz parte dos processos financeiros checar se a distribuição dos gastos tem gerado retorno, isto é, algum resultado factível para a instituição.

É por isso que calcular o ROI na educação em hospitais é primordial. O ROI é uma maneira de verificar se um determinado treinamento gera valor e faz valer a pena o investimento.

Caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar

Ter clareza dos objetivos é o primeiro passo para calcular o ROI. É possível até usar as próprias metodologias já aplicadas em outros investimentos realizados, contudo, alguns detalhes não podem faltar. É importante verificar se o conhecimento adquirido ao longo dos treinamentos tem resultado no aumento da eficiência no ambiente de trabalho.

Medir o ROI é uma estratégia para confirmar a eficácia do treinamento e medir o valor gerado pelo conhecimento transmitido. E há vários caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar.

Um deles é recorrer a uma calculadora de ROI de treinamento. Esta é uma maneira simples de calcular a proporção entre o custo total do programa de educação continuada em relação aos benefícios gerados por um programa de treinamento.

A conta é simples: basta pegar o retorno obtido, subtrair o valor aplicado e dividir esse resultado pelo investimento inicial. Como dissemos, a equação é simples. Complicado mesmo é calcular os componentes de cada variável.

Por isso, nesse contexto, ganham importância as tradicionais avaliações dos supervisores. Outra possibilidade é criar um estudo de impacto, ou seja, avaliar quaisquer mudanças provocadas pelo treinamento.

E aqui vale verificar desde as vendas de cursos e/ou o feedback dos clientes (pacientes ou não), o tempo de habilitação de um novo profissional para estar apto a integrar as equipes assistenciais até a retenção de colaboradores, ainda mais em tempos de trabalho sob a pressão imposta pela pandemia.

Plataformas de medição

Um caminho percorrido com frequência para calcular o ROI é adotar uma das plataformas disponíveis no mercado para medir a eficácia do treinamento realizado no hospital. A vantagem dessas plataformas é a automatização de grande parte do trabalho necessário para medir o retorno sobre o investimento.

Tais plataformas permitem o envio automático de pesquisas de feedback, fazem a automatização do processo de teste para medir o aprendizado e geram relatórios com base na reação dos participantes.

Resumidamente, calcular o ROI na educação em hospitais passa por avaliar a meta inicial, a satisfação do colaborador treinado, o aprendizado, o comportamento no local de trabalho e os resultados obtidos.

Apostando na educação em hospitais

O Medportal, empresa especializada em ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais, tem observado ótimos resultados com os clientes que apostam nesses treinamentos. Exemplos desse investimento, podem ser observados através de instituições como a AACD, o Grupo Cene e o Hospital São Camilo, que possuem uma trajetória notável nos serviços de saúde e utilizam a educação digital como ferramenta de transformação digital. 

Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem, personalizado conforme as necessidades e os objetivos da organização de saúde.

Nossas soluções resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe, a necessidade de modernizar a capacitação e a facilidade da aplicação do treinamento. Entre em contato para obter mais informações sobre os nossos serviços e solicitar uma demonstração.

Grupo Cene: educação, capilaridade e engajamento do colaborador como fatores essenciais para qualidade do atendimento

Foto: Grupo Cene / Reprodução

400 colaboradores diretos e 5000 indiretos, além de 20 unidades de saúde: Organização de saúde investe em treinamentos digitais como ferramenta de sucesso

Com as crescentes evoluções digitais e o grande fluxo de informações e atualizações profissionais, o futuro é o novo agora. Por isso, há uma preocupação das organizações de saúde em atender as mudanças da nova era online e conectada — principalmente em relação à capacitação dos profissionais e técnicas de gestão. Neste sentido, foi através da educação corporativa digital que o Grupo Cene – em atuação desde 1986 em serviços de saúde -, na vanguarda do mercado, enxergou há alguns anos a oportunidade de investir no conhecimento, capacitação dos colaboradores e, consequentemente, na qualidade de atendimento aos pacientes.

O Grupo Cene iniciou suas atividades em 1986 pela enfermeira e empresária Sueli Noronha Kaiser com as atividades de comércio e locação de equipamentos hospitalares. Ela implantou um dos primeiros serviços de atendimento Home Care do Brasil na cidade de São José do Rio Preto. Atualmente, o Gurpo possui a maior e mais completa estrutura de desospitalização do interior paulista e é uma das 3 maiores do Brasil. Além disso, a organização também expandiu em outros segmentos como varejo, agronegócios, trade internacional e mais.

Depois de alguns anos utilizando ferramentas de mercado voltadas para o ensino genérico, percebeu que o grande desafio era aumentar a aderência de seus colaboradores. Educação Corporativa requer recursos especiais para medir efetividade, engajar os profissionais, além de uma interface digital amigável que seja inclusiva para funcionários de qualquer formação e geração.

Com o foco em um atendimento humanizado e qualificado a seus parceiros, clientes e o colaborador, um dos principais desafios que Wesley Landim Parra, gestor de educação continuada no Grupo Cene, é potencializar a experiência de seu corpo clínico de forma integrada aos princípios básicos que compõe a missão da organização, bem como otimizar tempo e recursos financeiros. “Preciso tentar fazer com que esse colaborador se engaje a se desenvolver. Nós entendemos que o desenvolvimento é necessário por normativa, por uma demanda legal para cumprirmos com uma meta de vigilância sanitária e de conselhos da classe. Nós transmitimos para o nosso colaborador, que quanto mais ele se desenvolver, melhor irá ficar a visualização dele sobre o mercado. Não queremos perdê-lo, mas investimos em treinamento para o deixar preparado individualmente. Por isso tentamos fornecer o máximo de formação e capacitação. Também investimos em treinamentos externos, mas os internos, nós atualizamos constantemente”, afirma Wesley.

Enfermeiro de formação, o profissional pontua que a maturidade acerca de estabelecer um projeto digital constituiu uma jornada no Cene. “Quando eu assumi, em 2018, até então, não tínhamos educação continuada a distância. Os treinamentos eram presenciais e o departamento estava em transição e reestruturação. Ele existia há bastante tempo, mas estava em formatação e então fomos construindo os processos. E na época, tivemos a oportunidade de implementar a primeira plataforma de educação a distância. Produzíamos os conteúdos de forma bem simples, utilizávamos o celular e material básico para fornecer esses conteúdos”, pontua Landim.

Resultados, análise e aceleração do projeto

Com sede em São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, essa decisão se fez ainda mais acertada devido à grande capilaridade do Grupo Cene, que, ao todo, possui mais 20 filiais. Os serviços da instituição atendem 16 estados e mais de 550 municípios e entre os principais, se destaca como um dos pioneiros em Home Care no país, além de ter a Central de Atendimento 24h e a Terceirização de ambulatórios. “A Cene é uma empresa muito grande. Então, trazer esse colaborador para fazer o treinamento, demandava muito tempo e recursos. Foi então quando a diretoria começou a ter uma visão melhor sobre essa estratégia de educação digital. Por isso, implementamos e começamos a produzir esses conteúdos [digitais]. Trouxemos um jornalista para fazer parte da equipe, que foi o Flávio Diogo Marques Gutierrez, que hoje trabalha com comunicação interna”, completa Wesley.

Para exponenciar esse projeto de capacitação, o Medportal é a empresa escolhida para apoiar o Cene para o treinamento de seus colaboradores. “Acabamos ganhando mais espaço e agora conquistamos o Medportal. Estamos aumentando os treinamentos de prateleira e também inserindo o máximo de conteúdos que a gente conta por aqui”, acrescenta o gestor. Além de contar com um estúdio para o apoio na produção de treinamentos digitais, Landim destaca que, pelo quantitativo de colaboradores e o crescimento contínuo das demandas, poder contar com uma Biblioteca de Conteúdos, é essencial. “O Grupo Cene conta com 400 colaboradores diretos e 5.000 indiretos. O setor de educação continuada conta com um único funcionário que sou eu. Atuo como analista e também como enfermeiro de aplicação de treinamentos. Esses conteúdos de prateleira do Medportal, vieram para me auxiliar. Mas eu não deixo de validar, não deixo de adaptar eles para nossa realidade“, elucida Landim.

Para Wesley Landim Parra, a jornada do colaborador no projeto de educação digital é tão importante quanto o conteúdo apresentado.

O Medportal, empresa líder em educação e conteúdos digitais para o setor de saúde, disponibiliza para seus clientes, mais de 100 treinamentos prontos para uso, divididos em três eixos estratégicos: Segurança do Paciente, Melhores Práticas Assistenciais e Qualidade e Excelência Operacional. Do total de conteúdos digitais do Cene, 39% são da Biblioteca do Medportal. “Desde 2019 intensificamos a produção de conteúdo aqui no Medportal, justamente por compreender a necessidade premente das instituições de saúde desenvolverem uma cultura de educação contínua para seus colaboradores, com variedade de conteúdos atrativos e desafiadores. Estabelecemos uma célula multidisciplinar, formada por enfermeiros, médicos e designer instrucional. Nosso propósito com essa ação foi acelerar o projeto educacional de nossos clientes de modo que eles possam colher resultados mais rápidos e com menos custos” ressalta Daniela Pereira, CCO do Medportal

Inovação centrada na experiência do colaborador

Além de exponenciar os treinamentos, o Cene estabeleceu ainda um processo contínuo para aprimorar a experiência do colaborador. “Para que primeiro, a gente mantenha a qualidade em nosso atendimento e, em segundo, também segurança para nossos clientes. Focamos nesses dois pontos da normativa”, pondera Wesley. Em contribuição com esse objetivo, o gestor comenta ainda sobre o “Cene Educa”, aplicativo para celular de desenvolvimento próprio, que conecta a plataforma de educação continuada Medportal e outro aplicativo de comunicação interna e no qual os funcionários conseguem fazer o download gratuito através do apontamento da câmera do celular para o QR Code que fica disponível na programação da TV corporativa nas empresas do Grupo. A escolha da plataforma, como comenta o próprio gestor, foi feita através de um trabalho de escuta dos colaboradores e que agora podem realizar seus treinamentos na palma das mãos, através do celular, sem maiores dificuldades.

Além disso, com essa pesquisa interna, é perceptível continuamente a visão dos funcionários acerca de melhorias e desafios na capacitação. “A gente consegue ter esse retorno deles para a melhoria desses ambientes virtuais. Conseguimos trazer para eles a melhor forma de fazerem o treinamento on the job sem prejudicar no horário de trabalho. Então eles conseguem fracionar o tempo dentro do horário de trabalho e concluir a sua carga. É uma venda diária. Preciso falar que proporciona tais benefícios e que se fosse presencial, você não estaria no setor e precisaria se deslocar. No momento da pandemia, você estaria com um rodízio dentro do auditório, porque tem o distanciamento ou nem poderia ter o treinamento. Tentamos vender o máximo possível dessa funcionalidade”, expõe Parra.

Receita de sucesso

O projeto educacional do Grupo Cene é ambicioso e pretende atingir todos os colaboradores. Apoiado em uma estratégia educacional fundamentada na expertise e na tecnologia, com pouco mais de 3 meses de implantação, já atingiu aproximadamente 1.300 colaboradores, com mais de 4.100 cursos concluídos. Uma média de 3,3 cursos concluídos por aluno. Esse é um grande feito, considerando a característica da audiência que está em constante locomoção, com uma agenda desafiadora de visita bastante intensificada pelo agravamento da pandemia. Dado o cenário de alta demanda hospitalar, muitos pacientes são direcionados para o atendimento domiciliar, elevando o número de atendimentos do grupo.

Para o futuro, os objetivos perpassam gamificar a plataforma de forma a incentivar que a busca por capacitação seja sempre a primeiro momento do próprio colaborador, além de aumentar em 80% o engajamento dos mesmos. “Estamos estruturando essa escala para que eles tenham autonomia para buscar o máximo de informações possíveis”, finaliza Wesley.

Por que investir em tecnologia para a educação em hospitais?

Já faz tempo que a tecnologia é parte indissociável do funcionamento de hospitais. O boom da transformação digital nos anos 2000 deixou isso ainda mais evidente, com o surgimento de soluções em TI para processos que antes eram analógicos.

Por isso mesmo, os investimentos em tecnologia também aumentaram bastante, em detrimento da queda com outros gastos. Por exemplo: uma empresa eventualmente contratada para gerir determinado serviço no hospital pode ter sido substituída por uma ferramenta que faz o mesmo processo com menos pessoal envolvido.

Com a pandemia de COVID-19, os investimentos em tecnologia passaram a focar em plataformas voltadas para a nova realidade, como telemedicina e o acompanhamento remoto de pacientes. Isso gerou o aumento robusto de recursos aplicados em tecnologia nos hospitais. Um levantamento da IDC (International Data Corporation), líder global em pesquisas de mercado na área da tecnologia, aponta que o investimento em soluções de TI no setor de saúde na América Latina deve atingir US$ 1,931 milhão até 2022 (cerca de R$ 10 bilhões).

E a educação continuada?

Como fica a educação continuada nesse contexto? Não há pesquisas mostrando com exatidão o quanto os hospitais pretendem investir em plataformas de AVA (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), ou LMS (Learning Management System) nos próximos anos.

Mas uma busca rápida por notícias e artigos relacionados ao assunto revela que o foco do momento está na procura por soluções que facilitem a gestão de leitos, desospitalização e o atendimento de pacientes no contexto da pandemia.

É seguro afirmar que a maioria dos gestores hospitalares sabe da importância dos LMS para o bom funcionamento das instituições.

Como já tratamos em outros artigos, a educação continuada é vital para a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento, além da transferência da cultura institucional, que também não pode parar.

Qual é a saída?

Diante disso, parece plausível adotar softwares gratuitos para educação continuada. O mais popular deles é o Moodle, que, além de ser gratuito, tem código aberto. Ou seja, pode ser modificado livremente sem a preocupação de infringir contratos ou políticas de software. Isso significa que as instituições de ensino podem desenvolver, adicionar, estender ou modificar recursos da plataforma através de alterações em sua programação.

Os termos “gratuito” e “livre” são bastante sedutores, mas eles não significam vida fácil para gestores educacionais, principalmente se pensamos em educação corporativa. Esses tipos de software apresentam, em sua versão padrão,funções básicas para a educação acadêmica. Em qualquer cenário, a instalação e a operação do Moodle exigem investimentos, como a estrutura de servidores em nuvem para armazenar os dados de uso da plataforma. Além disso, certamente no caso da educação corporativa, será uma demanda a mais para o departamento de TI, que eventualmente pode precisar de mais profissionais para customizá-lo

Um LMS pago pode ser mais vantajoso porque quando se pensa no custo total de funcionamento– os custos de armazenamento de dados, segurança da informação, manutenção e atualizações estão embutidos – e mais eficiente.

Ele pode ser customizado de acordo com as necessidades da instituição contratante, com uma experiência melhor que o Moodle, como a possibilidade de realizar planejamentos educacionais de forma rápida e escalável, gerar relatórios sobre a participação de funcionários que passam pelos cursos, entre tantas outras. Dessa forma, o gestor educacional ganha autonomia de ação.

Outro quesito importante é a segurança. Softwares de código livre são mais suscetíveis a ataques e invasões. O LMS pago, utiliza um sistema de replicação de dados em tempo real. Quer dizer que as informações da instituição e dos usuários são salvas a todo momento, reduzindo os riscos, a empresa responsável assume a responsabilidade de investir no aprimoramento dos sistemas de segurança.

Conheça o Medportal

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Saiba porque é importante integrar os sistemas de educação continuada ao ecossistema de TI em hospitais e instituições de saúde

Quando se pensa em tecnologia da informação para hospitais, as primeiras ideias que surgem são relacionadas ao atendimento de pacientes: prontuário digital, unificação de dados, facilidade de acesso a informações para diagnóstico, entre outros.
Nada mais justo, já que a principal missão das instituições de saúde que atuam na área assistencial é atender bem a seus pacientes. Dessa forma, é necessário que a instituição tenha um sistema eficiente para que um médico tenha acesso a um raio-X, por exemplo, no menor tempo e com a maior qualidade possível.
Mas, falar em tecnologia da informação em um hospital, pressupõe a construção de um cenário muito mais amplo. Por isso, propomos a seguir o exercício de imaginar a jornada de um paciente no hospital para verificarmos o quanto de tecnologia é empregada.
O setor de atendimento recebe o paciente, coleta seus dados e abre a solicitação de pagamento, geralmente pelo plano de saúde;

  • A contabilidade emite a nota fiscal e acrescenta o valor às receitas do hospital;
  • O financeiro fica com o registro para calcular impostos;
  • O setor de atendimento encaminha o paciente para a triagem;
  • A triagem encaminha o paciente para o atendimento com o médico responsável;
  • O médico responsável encaminha o paciente para a enfermaria ou para a realização de exames;
  • Os resultados são disponibilizados no sistema para acesso do médico;
  • O paciente retorna ao consultório para avaliação final, podendo ou não ser encaminhado para o setor de internação (o que, no caso, desencadeia uma nova jornada).

Imagine que cada pequeno processo citado acima demande um software específico, teremos a utilização de pelo menos oito programas diferentes. É como se cada processo fosse executado por empresas distintas, que não conversam entre si – mas que integram o mesmo ecossistema.
 
Integração como solução
Mesmo nos dias atuais, com a transformação digital já bem inserida em ambientes corporativos e a difusão de empresas dedicadas a soluções em TI cada vez maior, ainda há hospitais que atuam como o modelo descrito acima – em menor ou maior grau. Em alguns casos até de forma híbrida, mesclando processos digitais e analógicos impostos pela limitação de investimento.
Como consequência, isso pode gerar custos desnecessários, queda na eficiência e, na ponta do processo, um atendimento para o paciente que certamente poderia ser melhor.
Por isso, o ideal é migrar para o mundo digital em todos os pontos da jornada e realizar a integração dos sistemas. Dessa forma  os softwares conversarão entre si e garantirão, tanto o registro de procedimentos e informações referentes ao atendimento dos pacientes, quanto o seu acesso de forma facilitada.
 
A educação continuada no contexto da TI
Por aqui, já falamos em artigos anteriores sobre a relevância da educação continuada para o treinamento de equipes em hospitais, da necessidade de um gestor especializado na área e do engajamento dos colaboradores em todo o processo.
Também tratamos da importância da educação digital e dos AVAs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) principalmente em meio à pandemia da COVID-19, em que é necessário capacitar equipes com a maior velocidade possível, sem abrir mão da qualidade no conteúdo.
Diante desse cenário, é essencial que a integração dos sistemas de TI também contemple os sistemas de educação continuada – o que nem sempre acontece. A educação continuada geralmente é vista como um processo independente, feito à parte, sem conexão com outros procedimentos, o que gera ineficiência.
Com a integração, seria possível anexar ao registro do colaborador se ele já concluiu determinado treinamento, identificar os colaboradores que acabaram de ser promovidos e portanto demandam novos conteúdos, entre outras possibilidades. Os gestores, de todas as áreas, poderiam enxergar em que pé está a capacitação de cada time para atribuir responsabilidades distintas de forma muito mais rápida e eficiente.
 
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Nossa solução resolve diversos problemas encontrados pelas instituições, tais como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditações, entre outros.
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Educação continuada e a organização do tempo em equipes hospitalares

A pandemia da COVID-19 modificou a rotina em hospitais e empresas de saúde com foco assistencial desde março do ano passado, quando os primeiros casos da doença começaram a aparecer no Brasil.
Um ano depois, a situação é crítica: hospitais públicos e particulares operam no limite de suas capacidades, mesmo com o reforço de leitos e o desdobramento de equipes em horários estendidos para dar conta da alta demanda de pacientes.
Essa nova realidade impôs um desafio e tanto para gestores de educação continuada. Como continuar a promover capacitação com as equipes tão atarefadas?
Fato é que o treinamento permanece sendo essencial. Pois, o aumento na demanda levou à necessidade de contratação de mais profissionais, que precisam estar alinhados aos procedimentos e à cultura institucional da empresa, mesmo em um momento tão turbulento.
Afinal, tocar as operações sem a integração correta entre as equipes, e a orientação adequada para procedimentos técnicos, pode ocasionar problemas graves. Especialmente em um momento como esse, em que os profissionais de saúde representam a última linha no atendimento aos pacientes infectados e no suporte aos seus familiares.
Educação continuada é vital
Uma ideia equivocada é a de que, neste momento, a educação continuada deve ser deixada em segundo plano, já que não seria uma prioridade em meio à explosão no atendimento de casos de COVID-19.
Como dissemos acima, projetos de educação continuada são vitais para a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento, além da transferência da cultura institucional, que também não pode parar.
É importante frisar que o endurecimento da capacitação não é o cenário mais adequado – pelo contrário. É preciso ter empatia e entender o momento de dificuldade das equipes.
Como exemplo disso, em setembro do ano passado, uma pesquisa divulgada pelo PEBMED apontou que 78% dos profissionais de saúde no Brasil tiveram sinais de síndrome de Burnout no período da pandemia. A prevalência foi de 79% entre médicos, 74% entre enfermeiros e 64% entre técnicos de enfermagem.
Planejamento com cautela
Por isso mesmo, os gestores devem avaliar mudanças estratégicas na estrutura para a implementação do conteúdo e da informação em si, para que foque no necessário e essencial, de uma forma didática e mais leve possível. Mesmo sendo vista como algo obrigatório, a capacitação não precisa ser dificultosa.
Desta forma, contribuir com a efetividade dos treinamentos diante das variações tanto de horário nos hospitais, quanto da carga de trabalho diante do atual contexto de saúde, o formato dos cursos de educação continuada será facilitado no digital. Plataformas online possibilitam a flexibilidade para transmissão dos conteúdos – tudo o que as equipes mais precisam neste momento.
Daí a importância da figura de um gestor de educação continuada nos hospitais, que apontarão o sentido dessas mudanças a fim de manter o engajamento dos times.
Toda essa reorganização provocou o surgimento de novas lideranças, que passaram a gerir grandes equipes, mesmo sem muita experiência. Por isso também é importante, neste momento, a capacitação voltada para esses gestores intermediários. Tudo deve ser produzido com muito dinamismo, para permitir a disponibilização desses conteúdos em pouco tempo.
Há soluções que possibilitam o acesso às aulas pelo computador ou dispositivos móveis, em qualquer horário. E o gestor consegue enxergar quantos colaboradores efetivamente assistiram às aulas.
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O Medportal é uma empresa especializada em ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais.
Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
Nossas soluções resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade cada vez mais latente de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditação, além da adequação de modelos de conteúdo no contexto da pandemia.
Entre em contato para conhecer nossas soluções e obter mais informações sobre os nossos serviços!

Reflexões sobre o desafio da Gestão do conhecimento em tempos de pandemia

O ano de 2020 foi desafiador para todos, principalmente para a área de saúde. Isso porque, em um cenário de pandemia totalmente desconhecido, aumentou o número de pacientes em hospitais e isso impactou diretamente na carga de trabalho, não só das equipes assistenciais, mas também das equipes de recursos humanos. Os hospitais, verdadeiras fortalezas de atuação no combate a COVID-19, ainda lidaram e enfrentam uma alta rotatividade de profissionais afastados devido a doenças causadas por exaustão física e emocional, como o burnout – que foi a mais alta registrada na história.
Foi um trabalho incansável em todos os níveis de atividades, seja na movimentação das equipes internas para os setores mais críticos, ou no recrutamento e treinamento de novos colaboradores que precisaram ser capacitados de forma efetiva e em curto tempo. Afinal, com as crescentes taxas de internação, foi necessário ter uma equipe preparada para comportar todas as demandas do crítico contexto mundial de saúde. E com o acréscimo aos cuidados técnicos para inibir o aumento de contaminação de COVID-19 entre os profissionais, realizar uma formação presencial em salas de aula não seria possível.
Porém, para comportar todas essas demandas é necessário que exista uma gestão empenhada em reestruturar setores e treinar a equipe de forma macro, o que possibilita a integração de múltiplas etapas. Ou seja, a educação continuada não deve ser direcionada exclusivamente a áreas como enfermagem, na qual existe uma escassez crônica em todo o país, mas também em todas as outras, que passa desde os primeiros cuidados básicos até a finalização do atendimento ao paciente.
 
Liderança, educação e tecnologia
O papel da liderança é essencial para potencializar as habilidades dos profissionais que já são efetivos do corpo clínico, além de direcionar os novos colaboradores – que podem vir com diferentes níveis de capacitação – a assumirem áreas muito especializadas, como terapia intensiva e pronto atendimento, de acordo com os protocolos de saúde vigentes com foco em entregar altos valores de qualidade assistencial.
É aqui que a tecnologia presta um papel fundamental de exponenciar a capacidade e o alcance dos conteúdos estratégicos de educação. No cotidiano de hospitais, ferramentas digitais nos permitem diagnosticar de forma rápida as possíveis lacunas existentes nos corpos clínicos, além de conferir maior escalabilidade e gestão de processos aos líderes, que são os principais responsáveis em planejar e gerir o treinamentos dos profissionais.
 
Atenção a todos os detalhes e resposta rápida aos desafios
Nos últimos tempos observamos a necessidade de voltar o conteúdo de treinamento técnico, as hard skills, para as linhas básicas do cuidado intensivo, principalmente no que se refere à assistência ventilatória, como é o caso de atendimentos para pacientes com COVID-19. Mesmo o profissional bem treinado deve estar preparado para realizar os procedimentos técnicos de forma assertiva e observar novos protocolos que uma pandemia impõe. Há que se ter uma coordenação atenta e ágil para promover a disseminação do conhecimento de forma eficiente.
Por exemplo, aqui no Medportal, compreendemos a complexidade da situação e a nossa equipe de conteúdo digital se reuniu em um projeto prioritário para desenvolver treinamentos voltados para a assistência em terapia intensiva, a partir de vídeos rápidos e dinâmicos. É o que chamamos Back to Basics, cujo conceito é voltar os holofotes para as atividades elementares, que precisam da atenção detalhada. O resultado foi uma série de video-aulas curtas, de até 8 minutos, que foi largamente consumida pelas instituições que compõem nosso ecossistema.
Toda essa reorganização intra-hospitalar deu oportunidade para o surgimento de novas lideranças, que passaram a gerir grandes equipes, mesmo sem larga experiência. Atentos a esse cenário de necessidade de capacitação dessa  gestão intermediária para lidar com importantes mudanças, foi desenvolvido o pacote de Main Leadership, que oferece noções básicas de ferramentas de gestão e liderança.
Tudo isso é produzido com muito dinamismo, o que permite em curto tempo a disponibilização desses conteúdos. Para se ter uma ideia, nas primeiras semanas de 2021, oito novos treinamentos foram lançados e disponibilizados para nossos clientes, que hoje somam 240 instituições de saúde com 270 mil usuários.
Aliados a esse propósito, seguimos com nossa meta de contribuir cada vez mais para uma educação digital eficiente e inovadora, que faça a diferença e promova resultados na melhoria da performance dos profissionais, das instituições de saúde e, principalmente, impacte positivamente a saúde dos pacientes atendidos. Convidamos você a embarcar nessa jornada conosco, converse com nossos especialistas.

As diferenças entre educação continuada e desenvolvimento de RH

Nos últimos anos, os departamentos de Recursos Humanos das empresas se transformaram em superestruturas. Em parte, para atender demandas criadas pela própria evolução das relações de trabalho e suas nuances; em outra, pela necessidade mais acentuada de aprimorar os colaboradores diante da concorrência e de um mercado cada vez mais regulado, complexo e desafiador.
Uma dessas funções assumidas, e que ganhou mais importância, foi o desenvolvimento de pessoas. Ou seja, o capital humano se tornou cada vez mais importante e estratégico para as empresas e deixou de ser visto somente como mão-de-obra para se tornar um diferencial competitivo.
Dessa forma, é plausível supor que desenvolver pessoas ganha mais relevância ainda em áreas que lidam diretamente com outros indivíduos, como o setor da saúde. Hospitais devem dispensar uma atenção especial ao desenvolvimento de profissionais na linha assistencial, já que nesses casos deixar o cliente satisfeito vai além de apenas atender índices. As implicações dizem respeito à vida das pessoas, que é o maior bem a ser preservado e cuidado.
 
Diferentes níveis de desenvolvimento
É aqui que podem ter início algumas distorções. Há muitas empresas que, por uma série de motivos (financeiros ou até por desconhecimento), restringem a tarefa de treinar e capacitar equipes apenas ao RH.
Não se trata de afirmar que o RH não tem competência para isso; pelo contrário, são competências complementares e imprescindíveis. Para desenvolver um programa de treinamento adequado, é preciso investir em estrutura, pessoal qualificado e um projeto bem sistematizado. O desafio demanda tempo e recursos, que podem ser escassos se assumidos totalmente pelo RH, tendo em vista o cumprimento de tarefas de gestão e execução com prazos determinados a que a área de Recursos Humanos já se dedica.
Além da gestão de benefícios, folha de pagamento, recrutamento etc, uma área de Recursos Humanos antenada com a modernidade deve trabalhar para desenvolver ainda mais os profissionais da empresa ou instituição e garantir o seu reconhecimento, tanto do ponto de vista individual quanto no de equipe.
Valorizar os potenciais talentos, pessoas que apresentam muitas características positivas, mas que precisam trabalhar outros pontos para se tornarem profissionais de performance diferenciada e se manterem em alto nível. É com esse tipo de treinamento, mais voltado para desenvolver softskills, que o RH normalmente deve se preocupar.
 
Como, então, treinar equipes adequadamente?
Para incutir a cultura institucional e atualizar os times em relação a procedimentos técnicos, a melhor saída é investir em programas de educação continuada. Isso evita que o RH se transforme em uma superestrutura – que será difícil de administrar por si só – e possibilita que cada um atue com foco distinto dentro da empresa, de forma colaborativa.
Além dos aspectos pedagógicos e técnicos, a gestão educacional requer imersão nas métricas de adesão de colaboradores, abrangência, dentre outras, correlacioná-las aos indicadores assistenciais de modo que alcance os resultados estratégicos definidos pela instituição. Ganha-se em efetividade. Portanto, aqui estamos pensando em estratégias de desenvolvimento e evolução de hardskills, que permitam melhorar os indicadores assistenciais, tais como taxa de infecção, tempo médio de internação, proporção de reinternações, taxa de mortalidade, dentre vários outros.
Como citamos acima, a educação corporativa também ajuda a garantir a transferência da visão do grupo para toda a instituição. Algo essencial em hospitais, em que as equipes lidam diariamente com vidas humanas em situação de fragilidade e precisam seguir diferentes regras e protocolos, ao mesmo tempo em que tomam decisões de maneira muito rápida e assertiva.
A educação corporativa é essencial, ainda, para hospitais que buscam acreditações, pois permite a escalabilidade dos treinamentos e a adoção em massa de padrões técnicos exigidos.
 
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Felizmente, o mercado dispõe de ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais. Uma delas é oferecida pelo Medportal. Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
Nossa solução resolve diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade cada vez mais latente de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditação, entre outros.
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A importância do engajamento de colaboradores na educação continuada em saúde

Em qualquer área, gestores enfrentam um grande desafio quando precisam engajar seus times em projetos institucionais, sejam eles voluntários ou não. A participação, que deveria ser algo natural para os colaboradores, é interrompida por diversos pequenos obstáculos: falta de agenda, desinteresse pela atividade, corporativismo, autos sabotagem, ausência de visão de prioridade entre outras.
A solução mais comum, e longe da ideal, é tornar a participação obrigatória. Algo que a pedagogia e a psicologia já mostraram que não funciona: o engajamento não pode ser imposto; o interesse deve vir do participante. Curiosidade e o reconhecimento do valor daquele conteúdo são os primeiros passos para que o aprendizado ocorra.
E é claro que essa realidade também se aplica aos profissionais da área assistencial em hospitais. Com o desafio adicional de que, em grande parte, programas que exigem o engajamento das equipes são voltados para o aprimoramento de habilidades técnicas.
Mas como, então, promover o engajamento desses colaboradores sem perder de vista a necessidade de melhorar processos de forma contínua, o olhar para a cultura institucional e a padronização exigida por organizações de acreditação hospitalar?
A assistência em hospitais não pode correr o risco de oscilar de acordo com o humor e a vontade dos trabalhadores, correto? Na verdade, o problema está justamente nesse tipo de pensamento.
 
O aprendiz como protagonista
Há um conceito na área de educação chamado andragogia. No qual, de forma geral, podemos dizer que se trata de um modo diferente de conduzir o ensino de adultos, com respeito a sua independência e autonomia e, sem deixar de considerar que, diferentemente das crianças, eles são indivíduos que já trazem um volume considerável de experiências e conhecimentos.
Sendo assim, na andragogia, o professor se torna um facilitador no processo de aprendizagem. O que é intensificado em programas de educação continuada em hospitais, onde boa parte dos colaboradores são profissionais com graduação (e eventualmente níveis até superiores de formação). Ou seja: são indivíduos aos quais não se pode apenas impor conhecimento, como se fosse um decreto a ser obedecido. Isso, além de ineficaz, poderia provocar o descrédito de todo o processo, levando à perda de tempo, recursos e ao desgaste da instituição como um todo. Um verdadeiro desastre.
É evidente que funcionários orientados por sistemas impositivos também podem manter o funcionamento de um hospital em um bom nível, mas por que correr o risco de colocar tudo a perder com equipes insatisfeitas?
 
Engajamento como meta
Para exemplificar melhor, vamos relembrar a pesquisa feita em 2017 pela a Health Leaders, empresa norte-americana que gera insights e dados para o mercado da saúde, com 129 executivos sêniores e líderes clínicos para avaliar o impacto de programas de educação e desenvolvimento de líderes na enfermagem.
Como resultado, eles apontaram que a educação contínua, baseada em evidências, constrói líderes fortes e desenvolve um papel crucial na melhoria do envolvimento, do recrutamento e da permanência dos colaboradores.
Desta forma, estabelece-se um ciclo: bons projetos de educação continuada aumentam a satisfação e engajamento dos colaboradores. E colaboradores satisfeitos e engajados participarão de projetos de educação continuada de forma mais efetiva, aumentando a qualidade da experiência e maximizando seus resultados. E, a partir disso, também fica mais fluido incutir a cultura institucional, evitando aqueles obstáculos citados no início do texto.
 
Solução em educação online
Em tempos de pandemia e considerando a habitual dificuldade em integrar equipes de diferentes departamentos em um hospital, um facilitador para o engajamento é implantar ferramentas de educação contínua online.
Ferramentas digitais permitem personalizar a experiência de capacitação do colaborador. E esse processo é iniciado através de um ambiente de aprendizagem virtual, que será formado por treinamentos produzidos sob medida para atender às suas necessidades individuais de capacitação e desenvolvimento, alinhadas às diretrizes estratégicas corporativas.
Essas ferramentas digitais permitem até a contextualização de linguagem do conteúdo de acordo com o segmento do colaborador: imagine que um mesmo tema pode ter uma abordagem científica para médicos e mais lúdica para outros segmentos profissionais dentro da mesma instituição, sem grande impacto no orçamento
O Medportal trabalha com soluções personalizadas em plataformas de treinamento e capacitação, possibilitando que os funcionários possam realizar os cursos em horários distintos, pelo computador ou dispositivos móveis, e dando visibilidade aos gestores quanto à participação de cada um nos programas.
Além disso, é possível implementar o programa de educação digital com uma biblioteca que contém mais de 100 treinamentos prontos para uso.
Para saber mais, entre em contato conosco ou acesse nosso blog com mais conteúdos para auxiliar você no processo de implementação da educação digital.