Ensino híbrido: dicas de como implantá-lo em instituições de saúde

O ensino híbrido, também conhecido como blended learning, vem sendo cada vez mais buscado pelas instituições de saúde. Independente das fases mais acirradas ou relaxadas da pandemia, para quem trabalha na linha de frente, não há home office. Por isso, mesclar atividades presenciais com remotas têm se mostrado muito eficientes.

“Trata-se de uma nova forma de pensar cursos e treinamentos. No ensino híbrido, complementamos as atividades presenciais com webinars, fóruns e videoaulas, de maneira que haja uma grande integração e máximo aproveitamento”, explica a coordenadora da Área de Conteúdo do Medportal, Viviane Zanetti.

Para se chegar a isso, é preciso repensar toda metodologia de ensino e treinamento – de forma que o virtual seja uma extensão e complemento do presencial; e que os encontros acolham o que foi aprendido individualmente no ensino remoto.

A seguir, elaboramos algumas dicas para auxiliar você na aplicação de conteúdos híbridos.

Apresentação online do tema

Hoje em dia, a internet está acessível na palma de nossas mãos, via smartphones. Assim, o meio mais prático de informar a todos sobre os detalhes do curso ou treinamento híbrido é via online.

Para isso, sugerimos que você disponibilize na internet uma página com detalhes importantes, tais como:

. Cronograma das atividades;

. Importância do tema, com dados e indicadores relevantes;

. Objetivos e resultados esperados;

. Referências bibliográficas interessantes, com artigos e vídeos.

“Fique à vontade para acrescentar qualquer outra informação importante, mas tome cuidado para não sobrecarregar. O fundamental é que esse conteúdo possa ser acessado posteriormente de forma simples pelo colaborador”, diz Viviane.

Módulos de eLearning em vídeo para as aulas teóricas

Elabora videoaulas para apresentar a parte teórica do conteúdo. Dê preferência a vídeos curtos e dinâmicos, que facilitem o acesso remoto, individual e personalizado do colaborador, nos horários em que ele julgar mais apropriados dentro de sua rotina.

“É importante que seja definido um prazo limite para a data de acesso e que, ao fim do módulo, o colaborador faça uma avaliação online. Assim, é possível garantir um melhor desempenho do aluno na próxima etapa do treinamento”, assegura a especialista do Medportal.

Treinamento presencial

O segmento presencial do ensino híbrido deve ser dedicado à prática do tema proposto. Assim, é hora de disponibilizar ao colaborador os equipamentos para a realização das técnicas apresentadas nas videoaulas.

“Além disso, treinamentos com abordagem realística, com utilização de cenários, são uma ótima opção para esta etapa. É possível ainda adotar ferramentas tecnológicas para tornar esta fase ainda mais dinâmica, como realidade aumentada, quiz virtual e gamificação”, explica Viviane.

Pílulas de microlearning para suporte criativo
Portanto, é essencial reforçar todo o aprendizado fornecido e nada melhor do que o microlearning para se fazer isso. “São módulos de aprendizagem pequenos, que oferecem suporte de desempenho just-in-time, ou seja, na hora – cruciais para se completar uma tarefa com eficácia”, afirma a coordenadora do Medportal.

Infográficos e mapas de processo interativos são ótimos para relembrar o que foi aprendido.

Mais dicas
Aqui em nosso blog você também encontra vasto material sobre aprendizado remoto. Acesse nosso conteúdo e compartilhe conhecimento. Em caso de dúvidas, sinta-se à vontade e entre em contato.

Phygital, gamificação e cálculo do ROI: temas importantes do Medportal em 2021

Uma série de assuntos foi pauta do Medportal ao longo de 2021, tanto aqui em nosso blog, quanto em nossas redes sociais e em encontros online ou presenciais com nossos parceiros e alunos. Fazemos questão de manter o canal do diálogo sempre aberto – pois isso é essencial a quem confia e batalha pela educação continuada. Ainda mais considerando o contexto que vivemos: distanciamento social, necessidade de desenvolvimento rápido de novas habilidades e conhecimentos, além da restrição orçamentária imposta pela demanda crescente de recursos aplicados ao combate da pandemia.

Assim, uma boa maneira de arrematar o ano que caminha para o fim é relembrar alguns desses temas tão importantes para nós nesta jornada de 365 dias. Eles nortearam nosso trabalho e deram corpo às nossas ações.

Desde já, agradecemos a todos vocês que contribuíram direta ou indiretamente na construção deste arcabouço de conteúdo. Quem trabalha com ensino tem por obrigação ser referência em informação de qualidade, atualizada e experimentada na prática. Nosso muito obrigado!

Ensino phygital

Para responder a necessidade de desenvolvimento rápido, não se pode deixar de lado o Phygital. Também conhecido como figital ou híbrido, o phygital é um jeito de educar que mescla ferramentas do ensino online à estrutura física – tudo ancorado pela supervisão do professor. Assim, unimos as vantagens do digital aos benefícios da sala de aula tradicional.

Para isso, existem duas categorias de ensino phygital, nomeadas segundo o impacto que causam na experiência de aprendizado: os modelos sustentados e os disruptivos.

Nos primeiros, encontramos recursos como a Rotação por Estações (que usa realidade aumentada ou animação para explicar questões práticas do cotidiano); a Sala de Aula Invertida (espécie de capacitação online que prepara o aluno para a discussão de alguns assuntos no encontro presencial); e o Laboratório Rotacional (momento em que se tiram dúvidas com o tutor).

Já nos modelos disruptivos, há as práticas Flex (com variação de atividades síncronas e assíncronas); a A La Carte (na qual o aluno faz a curadoria de conteúdo e traça sua própria trilha de aprendizagem); o modelo Virtual Enriquecido (que alterna aprendizado online autônomo com momentos presenciais com a turma); e a Rotação Individual (com roteiros didáticos específicos para cada aluno, amparados por inteligência artificial). 

Gamificação

Outro tema que abordamos bastante ao longo do ano foi a gamificação como recurso de engajamento, que nos leva a resultados mais abrangentes. Seja presencial ou online, a utilização de jogos como tática de ensino é cada vez mais adotada por empresas e instituições. Na área da saúde, não é diferente.

Afinal, quando a mecânica e o design de experiência de um game são bem-feitos, eles conseguem tirar o jogador/aluno da passividade, fazendo-o tomar decisões e, por meio delas, aprender.

Há três categorias principais de jogos: as presenciais (síncronas, coletivas e que requerem baixa tecnologia), as digitais (assíncronas, individuais, sem intermediação de facilitadores e que requerem alta tecnologia) e as virtuais (jogadas em grupo, por meio de um facilitador e que requerem um nível médio de tecnologia).

O tema é tão importante para nós que o Medportal Experience de novembro na verdade foi uma grande partida do jogo virtual Metamorfose, criado pelos nossos parceiros da Vila dos Games para debater principalmente a inclusão. Você, cliente Medportal, pode assistir a animada partida na sua área exclusiva do Medportal Academy.

Cálculo do ROI

Tão relevante quanto criar métodos de ensino e táticas de engajamento é comprovar que os resultados da aplicação dos recursos financeiros, além de fazer a medição dos resultados na ponta. Só assim sabemos de fato se estamos efetivamente alcançando ou não nossos objetivos.

Em um de nossos artigos deste ano sugerimos a aplicação, na educação digital em saúde, do famoso Cálculo do ROI – que mensura e relaciona o retorno que obtivemos a partir do quanto investimos.

Assim, um dos modelos mais básicos leva em consideração as horas economizadas pela equipe ao realizar treinamentos, aulas e capacitações online. Para isso, por exemplo, entram no cálculo as horas de dedicação de instrutores, alunos e organizadores. Também é preciso estimar as horas gastas com a logística dos alunos e a carga horária que seria utilizada para a organização e gestão de um evento presencial.

“O que se tem percebido como um todo nas empresas de saúde que se dispõem a calcular o ROI dos treinamentos corporativos é que a transformação digital da educação traz eficiência e escalabilidade”, ressalta o texto, assinado pela Chief of Customer Office do Medportal, Daniela Pereira.

Mais conteúdo

Nosso apanhado dos temas mais significativos do ano continua em breve, dessa vez em nossas redes sociais. Fique ligado aos nossos perfis no Instagram e LinkedIn, pois logo compartilharemos mais conteúdos que foram relevantes para nós e nossos parceiros ao longo de 2021.

Quer debater conosco algum desses temas? Sinta-se à vontade e entre em contato.

Cbexs e Medportal formam 1ª turma de Certificação Healthcare E-leadership

O Colégio Brasileiro de Executivos de Saúde (CBEXs) e o Medportal realizaram na noite de 8 de novembro a cerimônia de encerramento do primeiro curso conjunto de Certificação Healthcare E-leadership. Ao todo, 29 novos líderes digitais em saúde se formaram.

Com carga horária de 50 horas e realizada de junho a agosto de 2021, totalmente online pela plataforma do Medportal, a certificação dedicou-se à formação de líderes que atuam em instituições de saúde e trabalham direta ou indiretamente no desenvolvimento de pessoas – utilizando-se da tecnologia para a gestão e educação corporativa.

Conforme apresentação no site do CBEXs, o objetivo do curso é “impactar os resultados de suas organizações, entregando maior valor a partir do uso racional e eficiente de tecnologias digitais”. Assim, líderes com experiência em gestão tornam-se também protagonistas no uso estratégico dos ativos digitais.

A cerimônia

Para isso, o conteúdo do programa foi organizado em três principais eixos – tecnologia aplicada ao negócio; educação em saúde; e liderança digital – que se integraram ao longo dos encontros, em estudos e casos.

“Espero que vocês cumpram esta tarefa que se dão a si mesmos, de serem disseminadores de conhecimento”, afirmou o presidente do CBEXs, Francisco Balestrin, na abertura do evento.

Na mesma linha, discursou o CEO do Medportal, Thiago Constancio. “Desejo uma longa e desafiadora caminhada para todos vocês e peço que não deixem este conhecimento retido. Que vocês possam compartilhar o que aprenderam com outras pessoas e com a próxima turma.”

Segundo o orador da turma, Heleno Júnior, a certificação cumpriu com maestria seu objetivo de inserir os líderes das organizações de saúde no contexto cada vez mais presente do digital. “Desenvolvemos atividades transformadoras em tecnologia, educação e liderança, por meio da condução e do fomento do aprendizado contínuo, autônomo e entre pares.”

Em sua fala, ele citou matéria publicada em outubro na revista Medicina S/A, de que serão aplicados R$ 1,9 bilhão em ativos digitais em saúde na América Latina até 2022. “A inovação não advém de quem as cria, mas das demandas do mercado e seus clientes. Aqui no curso, além de tudo o que aprendemos, estabelecemos uma jornada de conexões, não só entre nós alunos, mas também com a coordenação, com os palestrantes e convidados”, disse.

Futuro

Em suas palavras, um dos docentes do curso, Luiz de Lucca, consultor em Inovação e Gestão em Saúde e Advisor de Fundos de Private Equity para investimentos no setor da saúde, reforçou que as organizações não podem mais fugir da tecnologia para atingir os seus propósitos.

“O mercado de saúde passa por uma transformação e a tecnologia é que vai ser o acelerador. Esse caminho de mudança é contínuo. Sou um entusiasta da transformação e das lideranças; para isso, creio que existem protagonistas e seguidores. Vocês que hoje concluem o curso são os protagonistas e começam o movimento para ajudar nesta transformação.”

A patrona da turma, Dra Lídia Abdalla, CEO do Grupo Sabin e também uma das docentes, argumentou que a pandemia nos ensinou a importância da união e do compartilhamento de experiências.

“Os líderes têm uma missão: a de construir um setor que seja mais forte e eficiente por meio da disciplina, do estudo e de foco. Mas temos que lembrar que também somos humanos: erramos, falhamos e corrigimos – mas sempre em busca de fazer com a melhor intenção e vontade. Precisamos trabalhar para também sermos líderes mais humanos, ousados e corajosos, deixando espaço para nos permitirmos sermos frágeis.”

Nova turma

Uma nova turma da Certificação Healthcare E-leadership será aberta em 2022. O curso é voltado para gestores de hospitais, clínicas e laboratórios, operadoras de planos de saúde, indústrias farmacêuticas e de dispositivos médicos, empresas e prestadores de serviços de saúde e organizações que atuam na educação em saúde, com ferramentas digitais, em metodologias para aprendizagem e consultorias.

A cerimônia completa está disponível aqui.

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Dicas para criação de conteúdo digital para médicos

A educação digital voltada para médicos requer alguns cuidados. Compilamos algumas dicas neste artigo.

A produção de conteúdo digital para médicos requer cuidados e a observação de algumas especificidades. Isso porque trata-se de um público com uma rotina de trabalho muito particular, além de contarem com uma gama de conteúdos já disponíveis – tanto online, quanto presencial – e que ainda estava sobrecarregado durante a pandemia.

Por isso, a produção precisa cumprir de antemão algumas exigências para que, logo num primeiro momento, a atenção dos médicos seja captada. Para a elaboração deste artigo, entrevistamos duas profissionais que estão à frente da criação e estruturação de conteúdo de ensino digital em suas empresas, ambas parceiras do Medportal.

A partir da experiência das duas, criamos alguns tópicos destrinchando o assunto. Assim, desde já, agradecemos a atenção e disponibilidade da gerente de Educação Corporativa da Takaoka Anestesia, Ana Paula Pimenta; e da gerente médica da Aspen Pharma, Dra. Rosana Decotelli.

Cocriação

A fim de que o médico não sinta que determinado conteúdo seja somente mais um dentro de um oceano de informações, é preciso, antes de qualquer coisa, entender ao que ele gostaria de ter acesso dentro da plataforma.

Para que não tropecemos em erro, o caminho mais garantido é o da cocriação: ou seja, envolver os profissionais na construção de conteúdo. “Realizamos foccus group com alguns médicos para entender quais eram as principais necessidades, os temas mais relevantes para que assim, pudéssemos produzir os conteúdos”, observa Ana Paula, contratada especialmente para desenvolver a área de educação corporativa  da Takaoka Anestesia – que hoje conta com mais de 300  anestesistas atuantes em quatro grandes hospitais da capital paulista e ao lado de cirurgiões de renome.

Já a Dra. Rosana lembra que, hoje em dia, a apresentação por si só de dados ou artigos científicos não é mais capaz de prender a atenção, como ocorria tempos atrás. “Hoje o acesso às publicações científicas é bastante simples e fácil, muitas vezes os estudos chegam no nosso e-mail sem nem buscarmos. Por isso, para produção de conteúdo, convidamos os experts no assunto, para que compartilhem suas experiências, e falem como aplicar a melhor evidência científica na prática clínica.”

Deparamo-nos, assim, com um novo desafio: a forma.

Interatividade

Além do conteúdo prime e certeiro, é preciso levar o formato em consideração. Não é mais possível cativar um público exigente e muito ocupado com uma simples aula expositiva. “Nossos eventos são mais interativos, há mais bate-papo, discussão de casos clínicos, simulação realística – e menos aula com explanação de dados. Os profissionais estão entediados dos mesmos formatos tradicionais”, conta Dra. Rosana.

Ana Paula lembra também que os cursos on-line não podem ser muito longos, uma vez que o médico geralmente não tem um grande intervalo de tempo disponível; além disso, aulas muito extensas dificultam a absorção.

“Os vídeos devem ter de cinco a  oito  minutos. Há conteúdos, por exemplo, que têm até uma hora de duração, mas foram editados e divididos em várias aulas”, explica Ana Paula. 

Divulgação e aceitação

Mesmo com todo cuidado na seleção do material e no jeito de apresentá-lo, é comum haver uma resistência inicial a tudo o que é novo; faz parte da natureza humana.

Um caminho para ampliar a aceitação, relatado por ambas as especialistas, é contar com o apoio das lideranças. A Takaoka Anestesia, por exemplo, além do apoio da área de marca e comunicação , recorreu aos seus gerentes de unidade, presentes em cada um dos hospitais que atendem. Foram eles que reforçaram a divulgação e auxiliaram no “barulho interno”.

Além disso, os gerentes têm o poder de determinar que alguns cursos sejam obrigatórios às suas equipes. “Também lançamos este ano um programa de educação médica que reconhece , através de pontos, os profissionais de acordo com as atividades de educação que realizam. Isso aumentou o engajamento”, revela Ana Paula.

Em um segundo momento, quando o conteúdo se torna mais conhecido e o uso da plataforma consolida-se – a mais simples, tradicional e garantida forma de divulgação entra em ação: o boca a boca. “A partir de então houve uma procura e uma adesão maiores, o que nos deixou muito satisfeitos”, diz a Dra. Rosana. Para se ter ideia, a Aspen Pharma já soma 28 mil visualizações de conteúdo em mais de 70 instituições de saúde, apenas no ecossistema Medportal.

Feedback

Para que o ciclo virtuoso se feche, é preciso que as ferramentas digitais disponibilizem espaço para o feedback dos usuários – e, se possível, de pacientes e outros profissionais envolvidos. Só assim é possível deduzir se a rota está adequada, ou se correções precisam ser feitas.

“Ao final dos cursos os médicos avaliam o conteúdo e nos dizem se o que foi apresentado poderá impactar positivamente em seu dia-a-dia.  Importante que o conteúdo seja sempre atualizado, garantindo que os profissionais tenham acesso ao que há de mais novo em relação ao procedimento e/ou  técnica apresentada, já que nosso objetivo é capacitar os médicos para garantir o melhor cuidado aos nossos pacientes”, argumenta Ana Paula.

Da mesma forma, a aplicação imediata do conteúdo do curso aumenta a chance de um retorno satisfatório. “Recebemos muitos feedbacks positivos. Já comentaram que as informações são valiosas, que determinado conteúdo poderia ser utilizado em prática clínica no dia seguinte – ou ainda: fiquei acordado durante o evento, que bom!”, brinca Dra. Rosana.

Segundo ela, produzir conteúdo digital dá muito mais trabalho, pois requer sair do óbvio, do lugar-comum. “É preciso pensar no outside the box e ousar. Mas, é um esforço que vale a pena, o resultado compensa”.

Gostou do nosso conteúdo? Aqui em nosso blog há outros materiais que lhe darão apoio para a implantação ou desenvolvimento da educação digital em saúde. Se precisar de qualquer ajuda, estamos à disposição. Entre em contato!

Santa Casa de São Paulo aponta vantagens da plataforma de EAD da Medportal

Instituição com 460 anos, somente em meados do ano passado a Santa Casa de São Paulo adotou o ensino à distância (EAD) como ferramenta de treinamento e capacitação de seus colaboradores. Para dar esse passo tão importante, a plataforma escolhida foi a da Medportal.

De lá para cá, são impressionantes 11,7 mil alunos cadastrados em 61 treinamentos. Além disso, o objetivo inicial de escalabilidade foi atingido: 83% dos colaboradores concluíram os programas de desenvolvimento customizado propostos.

“Hoje conseguimos atingir um número de pessoas muito maior do que com os treinamentos presenciais, que têm sua importância. Mas, o EAD ajuda muito quando precisamos atingir uma massa de pessoas maior, em pouco tempo”, revela a supervisora de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal da Santa Casa de São Paulo, Angela Vieira Gomes.

Com isso, os ganhos são válidos tanto para quem aplica, como para quem recebe o curso: os profissionais de RH têm mais horas livres para desenvolver outros conteúdos e projetos; enquanto a equipe que está sendo treinada fica menos tempo fora do local de trabalho, com impacto menor às suas atividades-padrão.

Os números falam

Outra vantagem da plataforma da Medportal é que todos os acessos podem ser mensurados. Com isso,  os gestores da Santa Casa de São Paulo acompanham de perto a evolução do time: quais grupos obtêm resultados melhores e quais áreas demandam atenção.

A Santa Casa de São Paulo, por exemplo, quer avaliar suas distintas unidades. Portanto, acompanha quais de suas cinco unidades têm mais acessos ao treinamento e em quais setores, quais cursos possuem maior receptividade globalmente e por unidade, entre outros. “No comparativo hora/homem entre o treinamento presencial e o EAD, com certeza o ensino à distância leva vantagem”, pontua Angela.

Além da boa utilização da plataforma da Medportal, tais resultados só são atingidos com a participação e incentivo  das lideranças. “Hoje os gestores já nos procuram e indicam cursos que desejam aplicar em suas áreas”, diz a supervisora.

Os resultados são tão animadores que, a partir de setembro, a Santa Casa de São Paulo vai passar a inclusões semanais de cursos; hoje isso ocorre a cada 15 dias. “Embora nós tenhamos um número alto de adesões, a intenção é fazer com que as pessoas continuem acessando sempre. Por isso, já temos um planejamento para trazer conteúdos mais interativos, mudando um pouco a cara dos treinamentos”, expõe Angela.

O objetivo, segundo ela, é que o colaborador não espere sair um comunicado de que há um treinamento novo na plataforma para acessá-la, e sim que a utilize de tempos em tempos, de maneira proativa, para controlar o ritmo do próprio ensino.

Processo seletivo e pesquisas

Com a adoção da tecnologia, a acessibilidade ao uso e a versatilidade do Medportal provocam a criatividade das equipes. Por isso, tornou-se hábito na Santa Casa de São Paulo recorrer às ferramentas da plataforma para executar os desafios do dia a dia.

Assim, além dos treinamentos, a Santa Casa de São Paulo já pretende utilizar o Medportal para fazer processos seletivos, com entrevistas on-line; e realizar pesquisas, com divulgação de metas e resultados.

Outra característica da plataforma que a instituição deseja adotar é a interação dos usuários, estimulando-os a se tornarem ativos no processo de aprendizagem. Para isso, um espaço para vídeos registrando as dúvidas dos colaboradores está nos planos. 

Como dica a outros profissionais de Recursos Humanos, Angela é categórica: confiem no conteúdo da plataforma, porque realmente funciona. “No começo há sempre dificuldades, é algo novo e demanda um pouco de tempo para que as pessoas se acostumem. Quando isso acontece, todos conseguem ver os benefícios: tanto quem recebe, como quem aplica os cursos.”

Angela também ressalta o apoio que recebe da Medportal no desenvolvimento de novos projetos e soluções. Essa é, aliás, uma de nossas maiores preocupações: apresentar sempre as novidades da evolução da tecnologia e também inovações aplicadas por outros clientes da plataforma — em um grande círculo virtuoso que se retroalimenta.

A supervisora revela ainda um desejo: que a parceria entre a Santa Casa de São Paulo e Medportal dure por muitos anos. “tem nos auxiliado bastante”, completa.

Lab Rede lança plataforma de educação continuada em parceria com o Medportal

 O Lab Rede, laboratório de referência em diagnósticos especializados, lançou na última semana o Rede Digital, uma plataforma de educação continuada, disponibilizada pelo Medportal. O lançamento foi anunciado e detalhado durante um Webinar no YouTube.

A iniciativa corrobora a postura inovadora dos diretores do laboratório, que nasceu em 2000, fruto de um sonho transformado em realidade por empreendedores que buscavam oferecer exames especializados com alto padrão de qualidade, rapidez e custos compatíveis. O foco na força de trabalho e na competência de profissionais sempre se manteve.

A novidade vai bem ao encontro da aplicabilidade da educação e dos conteúdos do Medportal para o segmento laboratorial. “Esse movimento de entrada no mundo digital, no mundo do conhecimento e de compartilhamento de informações é algo que hoje se coloca como basilar, como fundamento no desenvolvimento das organizações. E para ter organizações mais fortes, precisamos olhar para as pessoas. O caminho escolhido pelo Lab Rede é certeiro”, afirmou Thiago Constancio, CEO do Medportal.

Para o presidente do Conselho Administrativo do Lab Rede, Marcelo Galasini, uma nova plataforma de educação digital após a pandemia, mais do que necessária, tornou-se urgente. A importância de profissionais constantemente atualizados e treinados é inequívoca.

“Precisamos viabilizar a troca de informações com qualidade, sabemos que o conhecimento pode inspirar novas atitudes e é isso que queremos. Essa decisão faz parte do nosso processo de buscar melhoria contínua em nossas atividades laboratoriais”, disse.

O webinar sobre o lançamento do Rede Digital foi apresentado por Ana Carolina Caetano e contou com a participação de Priscila Santos, consultora de RH; Maita Munhoz, coordenadora de educação continuada da AACD e Pedro Gomes, gerente comercial do Lab Rede, além de Thiago e Marcelo.

Curadoria

Atualmente, há uma disseminação de informações expressivamente não delineadas para o objetivo de empresas no setor de saúde. Portanto, é fundamental catalisar um processo de educação digital direcionada. 

“Precisamos organizar o fluxo de informações com as pessoas dentro das organizações, o que exige uma curadoria. E o que o Lab Rede está fazendo é justamente criar esse movimento de curadoria de conteúdo de modo que traga resultados para o dia a dia da organização”, ressaltou o CEO do Medportal.

Segundo ele, com a pandemia, até 80% dos treinamentos que antes eram presenciais podem entrar num modelo de educação à distância. “Com isso, ampliamos o acesso à informação curada de qualidade e entregamos mais valor. Esse projeto está calcado em entregar mais valor para as pessoas, comodidade no aprendizado e resultado para as organizações”, afirmou Thiago.

Para a consultora de RH Priscila Santos, não poderia haver melhor caminho. “Estamos vivendo grandes desafios. O maior deles é a capacidade de engajar e manter um time produtivo, principalmente quando se fala em negócio voltado para o ramo de saúde. E precisamos de conhecimento, que é o propulsor da transformação humana. Ele transforma uma sociedade, que dirá uma empresa”, destacou.

Implementação da plataforma de EAD

Que o EAD aumenta a integração entre as pessoas é fato. Mas, além disso, acelera a velocidade de entrega de informação curada. A implementação da plataforma de EAD já gerou resultados comprovados em muitas organizações, como CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde, ANAHP – Associação Nacional dos Hospitais Privados, AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira e AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente.

“Iniciamos a parceria com a Medportal em 2018, já com o intuito de ganhar atualidade, implementar o EAD e as metodologias híbridas de ensino. E tivemos resultados de excelência. O segredo é ter foco na execução, consistência e acreditar que, de fato, a educação agrega valor para o colaborador e para o negócio”, comentou Maita Munhoz, coordenadora de educação continuada da AACD.Para conhecer as soluções do Medportal ou tirar dúvidas sobre as possibilidades de implementação de plataformas EAD, entre em contato conosco.

Rede Digital: objetivo é gerar informações com qualidade, inspirando novas atitudes e buscando a melhoria contínua das atividades laboratoriais

Liderança Digital e o futuro da saúde

Dialogar sobre caminhos e desafios que gestores e líderes de saúde enfrentam ao lidar com processos inovadores digitais é uma realidade cada vez mais necessária em organizações de saúde. Esse tema amplamente debatido na mesa “Executivos Digitais”, que aconteceu na Digital Health Acceleration Week 2021, iniciativa da FOLKS – organização nacional que oferece serviços de consultoria e treinamento digital em saúde.

Para contribuir com essa temática, o Presidente do CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde, Francisco Balestrin, junto ao CEO do Medportal, Thiago Constancio, puderam apresentar, com maestria, suas perspectivas ao longo do que compete ao executivo da nova era digital. Além disso, sob a moderação do CIO da FOLKS, o Dr. Cláudio Giulliano, os dois convidados ainda evidenciaram que esse processo de maturidade digital é feito a partir de um processo contínuo de educação.

Como estruturar as organizações do futuro na saúde?

Durante a mesa, Francisco Balestrin foi enfático ao expressar que as mudanças de estrutura em uma organização de saúde devem movimentar a empresa como um todo. Afinal, os impactos devem ser avaliados de forma macro, com o engajamento de todos que formam o ecossistema organizacional. Neste contexto, Balestrim apresentou o conceito de governança corporativa, principal segmento responsável pelas atividades de eficiência institucional, com todo o suporte administrativo e gerencial; e o de governança clínica, composto pelo corpo clínico do hospital e principal responsável pela eficiência das atividades de todos os profissionais envolvidos tanto no atendimento, quanto no suporte aos pacientes.

Porém, pode ser um ambiente que tenha suas próprias particularidades, é essencial que alguns limites sejam quebrados. Como solução, ele pontua a governança integrativa. Iniciativa que seria capaz de empoderar o profissional de saúde e também outros agentes que utilizam das soluções tecnológicas como ferramenta de inovação e sucesso. “É um aspecto fundamental, quando você busca por essa definição. Por outro lado, se percebeu que o grande desenho que as instituições teriam, seriam sem paredes. E esse limite, ele necessariamente só poderia ser quebrado se para chegar ao seu paciente, você tivesse mecanismos digitais”, acrescentou durante a palestra.

Ainda nesse pressuposto, o especialista lembrou que esse desejo de projetar o futuro já vem sendo debatido há alguns anos e que tornar gestores e líderes protagonistas das mudanças em hospitais, está entre os pilares do CBEXs. “Era uma necessidade que tínhamos. Não por conta do executivo, mas da instituição. Em 2014, eu tive a oportunidade de conhecer um trabalho que falava sobre como seria o hospital do futuro. E, naquele slide, sempre apresentavam algo que era incomum. Que ele seria ancorado na digitalização”, reviveu.

Para isso, ele descreveu os desafios e citou os principais autores desta premissa. “Era impossível, naquele instante, você pensar em fazer as reformulações todas dentro da instituição, sem que junto com isso não reformular também a cabeça dos gestores e de todos que fossem trabalhar naquela instituição”, descreveu.

A resposta

Neste contexto de transformar a realidade e impactar o ecossistema da saúde, a Certificação em Healthcare E-leadership surge como um importante pilar para trilhar um caminho que mescle importantes coeficientes para a qualidade, segurança e sucesso institucional. O programa, uma realização do CBEXs e Medportal, é uma iniciativa de profissionalização que possui como foco o desenvolvimento das potencialidades digitais de líderes e gestores de saúde.

O CEO do Medportal, Dr. Thiago Constancio, pontuou que o desejo de construir esse projeto surgiu de forma conjunta com o CBEXs e apoiado no que o atual contexto promove, mesmo que de forma intrínseca. “Mais recentemente, muito pelas atividades do Medportal, começamos a ser provocados pelo mercado. Nós trabalhamos ajudando as instituições a desenvolverem e treinarem melhor os seus colaboradores de forma eficiente. Percebemos que, dentro das instituições, o DNA e o agir digital ainda não estavam presentes”, dialogou Thiago.

Thiago comentou ainda que, devido às constantes mudanças tecnológicas vigentes no mercado, é preciso que essa maturidade seja cada vez mais ampliada e apropriada, como um processo multidisciplinar. “Com essa disrupção, e empresas promovendo outros cenários, até então desconhecidos e rapidamente, não conseguimos avançar sem dominarmos o mundo da tecnologia com essa nova linguagem dos negócios, da comunicação e do relacionamento como um todo”, afirmou o CEO.

Certificação Healthcare E-leadership

De caráter inovador, o programa Healthcare E-leadership é voltado para líderes e profissionais que atuam diretamente com o desenvolvimento de pessoas, tecnologia, gestão ou educação corporativa de instituições do setor de saúde. Com um conteúdo programático que aborda as principais áreas envolvidas no planejamento estratégico, análise de resultados e capacidades dinâmicas. “A ideia do executivo deve estar sempre aberta a aprender. Tendo foco e possibilidade real de escalabilidade. E como isso vem para o nosso setor. Como preparamos a força de trabalho para entregar o futuro digital? Como capacitamos essa pessoa para ser influente, para usar melhor os ativos digitais?”, perguntou Constancio.

Essa mudança de visão, ainda, interfere diretamente no grau de conhecimento do gestor e o provoca a buscar cada vez mais o intercâmbio de informações e potencialidades. O consultor em Healthcare Innovation, Luiz de Luca, elucidou durante a palestra que para antes de iniciar uma disrupção no modelo organizacional de gestão, se faz necessário o preparo para isso. “Temos que tomar cuidado com os dinossauros com capacete de astronauta. Não adianta colocar um capacete de astronauta sendo um dinossauro e achar que vai fazer coisas diferentes. A transformação vai vir muito da digitalização. É inerente ao processo”, acrescentou o especialista.

Neste pressuposto, ele elucidou ainda que a diversidade de públicos é importante para essa modificação e que é capaz de promover resultados cada vez mais satisfatórios no que diz respeito tanto ao modo de agir, quanto à estratégia. “Por outro lado, ela [transformação] está vindo muito por essa turma que é voltada ao ecossistema de inovação. E quando falamos nisso, precisamos tomar cuidado ao falarmos que são apenas pessoas jovens. Tenho interagido com pessoas que são muito maduras. Eu acredito que essa troca de experiência e de visão, eles sim irão favorecer a mudança do analógico para o digital e, logo, da mudança de comportamento”, ponderou Luiz De Luca.

A Certificação tem o seu Comitê Estratégico formado por especialistas de grande renome e integrantes de empresas que promovem em seu pilar organizacional, uma gestão assertiva e com propósito de mudanças, como Luiz De Luca, Evandro Tinoco (CBEXs), Carlos Eduardo Reis (Epimed) e Edvaldo Pereira (AMIL).

Em consonância a isto, temos na Coordenação Acadêmica, uma equipe de profissionais que reuniram esforços para pensar estratégias de engajamento dos futuros alunos e mobilizar da melhor forma o corpo docente, sendo assim, contam com a Fabiana Melo, da Rede São Camilo, Daniela Pereira e Viviane Zanetti, ambas do Medportal. A organização é finalizada pela Professora Ivana Siqueira, consultora em gestão e educação na saúde, e Thiago Constancio, que assumem a Coordenação Geral.

Como calcular o ROI na educação em hospitais?

Calcular o ROI (Return on Investment) na educação em hospitais é fundamental. Primeiro porque é preciso justificar o investimento para dar continuidade aos projetos. Segundo porque, em plena pandemia, o tempo dos colaboradores ficou mais escasso, o que fez com que investir em educação e treinamento na área da saúde se tornasse algo aparentemente supérfluo. O que nem de longe acontece.

Sabemos que a educação continuada reflete diretamente na organização do tempo em equipes hospitalares e contribui com a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento. Já seriam argumentos suficientes para justificar o investimento. 

Por outro lado, investir em educação nos hospitais requer uma reserva no orçamento. E faz parte dos processos financeiros checar se a distribuição dos gastos tem gerado retorno, isto é, algum resultado factível para a instituição.

É por isso que calcular o ROI na educação em hospitais é primordial. O ROI é uma maneira de verificar se um determinado treinamento gera valor e faz valer a pena o investimento.

Caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar

Ter clareza dos objetivos é o primeiro passo para calcular o ROI. É possível até usar as próprias metodologias já aplicadas em outros investimentos realizados, contudo, alguns detalhes não podem faltar. É importante verificar se o conhecimento adquirido ao longo dos treinamentos tem resultado no aumento da eficiência no ambiente de trabalho.

Medir o ROI é uma estratégia para confirmar a eficácia do treinamento e medir o valor gerado pelo conhecimento transmitido. E há vários caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar.

Um deles é recorrer a uma calculadora de ROI de treinamento. Esta é uma maneira simples de calcular a proporção entre o custo total do programa de educação continuada em relação aos benefícios gerados por um programa de treinamento.

A conta é simples: basta pegar o retorno obtido, subtrair o valor aplicado e dividir esse resultado pelo investimento inicial. Como dissemos, a equação é simples. Complicado mesmo é calcular os componentes de cada variável.

Por isso, nesse contexto, ganham importância as tradicionais avaliações dos supervisores. Outra possibilidade é criar um estudo de impacto, ou seja, avaliar quaisquer mudanças provocadas pelo treinamento.

E aqui vale verificar desde as vendas de cursos e/ou o feedback dos clientes (pacientes ou não), o tempo de habilitação de um novo profissional para estar apto a integrar as equipes assistenciais até a retenção de colaboradores, ainda mais em tempos de trabalho sob a pressão imposta pela pandemia.

Plataformas de medição

Um caminho percorrido com frequência para calcular o ROI é adotar uma das plataformas disponíveis no mercado para medir a eficácia do treinamento realizado no hospital. A vantagem dessas plataformas é a automatização de grande parte do trabalho necessário para medir o retorno sobre o investimento.

Tais plataformas permitem o envio automático de pesquisas de feedback, fazem a automatização do processo de teste para medir o aprendizado e geram relatórios com base na reação dos participantes.

Resumidamente, calcular o ROI na educação em hospitais passa por avaliar a meta inicial, a satisfação do colaborador treinado, o aprendizado, o comportamento no local de trabalho e os resultados obtidos.

Apostando na educação em hospitais

O Medportal, empresa especializada em ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais, tem observado ótimos resultados com os clientes que apostam nesses treinamentos. Exemplos desse investimento, podem ser observados através de instituições como a AACD, o Grupo Cene e o Hospital São Camilo, que possuem uma trajetória notável nos serviços de saúde e utilizam a educação digital como ferramenta de transformação digital. 

Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem, personalizado conforme as necessidades e os objetivos da organização de saúde.

Nossas soluções resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe, a necessidade de modernizar a capacitação e a facilidade da aplicação do treinamento. Entre em contato para obter mais informações sobre os nossos serviços e solicitar uma demonstração.

Grupo Cene: educação, capilaridade e engajamento do colaborador como fatores essenciais para qualidade do atendimento

Foto: Grupo Cene / Reprodução

400 colaboradores diretos e 5000 indiretos, além de 20 unidades de saúde: Organização de saúde investe em treinamentos digitais como ferramenta de sucesso

Com as crescentes evoluções digitais e o grande fluxo de informações e atualizações profissionais, o futuro é o novo agora. Por isso, há uma preocupação das organizações de saúde em atender as mudanças da nova era online e conectada — principalmente em relação à capacitação dos profissionais e técnicas de gestão. Neste sentido, foi através da educação corporativa digital que o Grupo Cene – em atuação desde 1986 em serviços de saúde -, na vanguarda do mercado, enxergou há alguns anos a oportunidade de investir no conhecimento, capacitação dos colaboradores e, consequentemente, na qualidade de atendimento aos pacientes.

O Grupo Cene iniciou suas atividades em 1986 pela enfermeira e empresária Sueli Noronha Kaiser com as atividades de comércio e locação de equipamentos hospitalares. Ela implantou um dos primeiros serviços de atendimento Home Care do Brasil na cidade de São José do Rio Preto. Atualmente, o Gurpo possui a maior e mais completa estrutura de desospitalização do interior paulista e é uma das 3 maiores do Brasil. Além disso, a organização também expandiu em outros segmentos como varejo, agronegócios, trade internacional e mais.

Depois de alguns anos utilizando ferramentas de mercado voltadas para o ensino genérico, percebeu que o grande desafio era aumentar a aderência de seus colaboradores. Educação Corporativa requer recursos especiais para medir efetividade, engajar os profissionais, além de uma interface digital amigável que seja inclusiva para funcionários de qualquer formação e geração.

Com o foco em um atendimento humanizado e qualificado a seus parceiros, clientes e o colaborador, um dos principais desafios que Wesley Landim Parra, gestor de educação continuada no Grupo Cene, é potencializar a experiência de seu corpo clínico de forma integrada aos princípios básicos que compõe a missão da organização, bem como otimizar tempo e recursos financeiros. “Preciso tentar fazer com que esse colaborador se engaje a se desenvolver. Nós entendemos que o desenvolvimento é necessário por normativa, por uma demanda legal para cumprirmos com uma meta de vigilância sanitária e de conselhos da classe. Nós transmitimos para o nosso colaborador, que quanto mais ele se desenvolver, melhor irá ficar a visualização dele sobre o mercado. Não queremos perdê-lo, mas investimos em treinamento para o deixar preparado individualmente. Por isso tentamos fornecer o máximo de formação e capacitação. Também investimos em treinamentos externos, mas os internos, nós atualizamos constantemente”, afirma Wesley.

Enfermeiro de formação, o profissional pontua que a maturidade acerca de estabelecer um projeto digital constituiu uma jornada no Cene. “Quando eu assumi, em 2018, até então, não tínhamos educação continuada a distância. Os treinamentos eram presenciais e o departamento estava em transição e reestruturação. Ele existia há bastante tempo, mas estava em formatação e então fomos construindo os processos. E na época, tivemos a oportunidade de implementar a primeira plataforma de educação a distância. Produzíamos os conteúdos de forma bem simples, utilizávamos o celular e material básico para fornecer esses conteúdos”, pontua Landim.

Resultados, análise e aceleração do projeto

Com sede em São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, essa decisão se fez ainda mais acertada devido à grande capilaridade do Grupo Cene, que, ao todo, possui mais 20 filiais. Os serviços da instituição atendem 16 estados e mais de 550 municípios e entre os principais, se destaca como um dos pioneiros em Home Care no país, além de ter a Central de Atendimento 24h e a Terceirização de ambulatórios. “A Cene é uma empresa muito grande. Então, trazer esse colaborador para fazer o treinamento, demandava muito tempo e recursos. Foi então quando a diretoria começou a ter uma visão melhor sobre essa estratégia de educação digital. Por isso, implementamos e começamos a produzir esses conteúdos [digitais]. Trouxemos um jornalista para fazer parte da equipe, que foi o Flávio Diogo Marques Gutierrez, que hoje trabalha com comunicação interna”, completa Wesley.

Para exponenciar esse projeto de capacitação, o Medportal é a empresa escolhida para apoiar o Cene para o treinamento de seus colaboradores. “Acabamos ganhando mais espaço e agora conquistamos o Medportal. Estamos aumentando os treinamentos de prateleira e também inserindo o máximo de conteúdos que a gente conta por aqui”, acrescenta o gestor. Além de contar com um estúdio para o apoio na produção de treinamentos digitais, Landim destaca que, pelo quantitativo de colaboradores e o crescimento contínuo das demandas, poder contar com uma Biblioteca de Conteúdos, é essencial. “O Grupo Cene conta com 400 colaboradores diretos e 5.000 indiretos. O setor de educação continuada conta com um único funcionário que sou eu. Atuo como analista e também como enfermeiro de aplicação de treinamentos. Esses conteúdos de prateleira do Medportal, vieram para me auxiliar. Mas eu não deixo de validar, não deixo de adaptar eles para nossa realidade“, elucida Landim.

Para Wesley Landim Parra, a jornada do colaborador no projeto de educação digital é tão importante quanto o conteúdo apresentado.

O Medportal, empresa líder em educação e conteúdos digitais para o setor de saúde, disponibiliza para seus clientes, mais de 100 treinamentos prontos para uso, divididos em três eixos estratégicos: Segurança do Paciente, Melhores Práticas Assistenciais e Qualidade e Excelência Operacional. Do total de conteúdos digitais do Cene, 39% são da Biblioteca do Medportal. “Desde 2019 intensificamos a produção de conteúdo aqui no Medportal, justamente por compreender a necessidade premente das instituições de saúde desenvolverem uma cultura de educação contínua para seus colaboradores, com variedade de conteúdos atrativos e desafiadores. Estabelecemos uma célula multidisciplinar, formada por enfermeiros, médicos e designer instrucional. Nosso propósito com essa ação foi acelerar o projeto educacional de nossos clientes de modo que eles possam colher resultados mais rápidos e com menos custos” ressalta Daniela Pereira, CCO do Medportal

Inovação centrada na experiência do colaborador

Além de exponenciar os treinamentos, o Cene estabeleceu ainda um processo contínuo para aprimorar a experiência do colaborador. “Para que primeiro, a gente mantenha a qualidade em nosso atendimento e, em segundo, também segurança para nossos clientes. Focamos nesses dois pontos da normativa”, pondera Wesley. Em contribuição com esse objetivo, o gestor comenta ainda sobre o “Cene Educa”, aplicativo para celular de desenvolvimento próprio, que conecta a plataforma de educação continuada Medportal e outro aplicativo de comunicação interna e no qual os funcionários conseguem fazer o download gratuito através do apontamento da câmera do celular para o QR Code que fica disponível na programação da TV corporativa nas empresas do Grupo. A escolha da plataforma, como comenta o próprio gestor, foi feita através de um trabalho de escuta dos colaboradores e que agora podem realizar seus treinamentos na palma das mãos, através do celular, sem maiores dificuldades.

Além disso, com essa pesquisa interna, é perceptível continuamente a visão dos funcionários acerca de melhorias e desafios na capacitação. “A gente consegue ter esse retorno deles para a melhoria desses ambientes virtuais. Conseguimos trazer para eles a melhor forma de fazerem o treinamento on the job sem prejudicar no horário de trabalho. Então eles conseguem fracionar o tempo dentro do horário de trabalho e concluir a sua carga. É uma venda diária. Preciso falar que proporciona tais benefícios e que se fosse presencial, você não estaria no setor e precisaria se deslocar. No momento da pandemia, você estaria com um rodízio dentro do auditório, porque tem o distanciamento ou nem poderia ter o treinamento. Tentamos vender o máximo possível dessa funcionalidade”, expõe Parra.

Receita de sucesso

O projeto educacional do Grupo Cene é ambicioso e pretende atingir todos os colaboradores. Apoiado em uma estratégia educacional fundamentada na expertise e na tecnologia, com pouco mais de 3 meses de implantação, já atingiu aproximadamente 1.300 colaboradores, com mais de 4.100 cursos concluídos. Uma média de 3,3 cursos concluídos por aluno. Esse é um grande feito, considerando a característica da audiência que está em constante locomoção, com uma agenda desafiadora de visita bastante intensificada pelo agravamento da pandemia. Dado o cenário de alta demanda hospitalar, muitos pacientes são direcionados para o atendimento domiciliar, elevando o número de atendimentos do grupo.

Para o futuro, os objetivos perpassam gamificar a plataforma de forma a incentivar que a busca por capacitação seja sempre a primeiro momento do próprio colaborador, além de aumentar em 80% o engajamento dos mesmos. “Estamos estruturando essa escala para que eles tenham autonomia para buscar o máximo de informações possíveis”, finaliza Wesley.

Por que investir em tecnologia para a educação em hospitais?

Já faz tempo que a tecnologia é parte indissociável do funcionamento de hospitais. O boom da transformação digital nos anos 2000 deixou isso ainda mais evidente, com o surgimento de soluções em TI para processos que antes eram analógicos.

Por isso mesmo, os investimentos em tecnologia também aumentaram bastante, em detrimento da queda com outros gastos. Por exemplo: uma empresa eventualmente contratada para gerir determinado serviço no hospital pode ter sido substituída por uma ferramenta que faz o mesmo processo com menos pessoal envolvido.

Com a pandemia de COVID-19, os investimentos em tecnologia passaram a focar em plataformas voltadas para a nova realidade, como telemedicina e o acompanhamento remoto de pacientes. Isso gerou o aumento robusto de recursos aplicados em tecnologia nos hospitais. Um levantamento da IDC (International Data Corporation), líder global em pesquisas de mercado na área da tecnologia, aponta que o investimento em soluções de TI no setor de saúde na América Latina deve atingir US$ 1,931 milhão até 2022 (cerca de R$ 10 bilhões).

E a educação continuada?

Como fica a educação continuada nesse contexto? Não há pesquisas mostrando com exatidão o quanto os hospitais pretendem investir em plataformas de AVA (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), ou LMS (Learning Management System) nos próximos anos.

Mas uma busca rápida por notícias e artigos relacionados ao assunto revela que o foco do momento está na procura por soluções que facilitem a gestão de leitos, desospitalização e o atendimento de pacientes no contexto da pandemia.

É seguro afirmar que a maioria dos gestores hospitalares sabe da importância dos LMS para o bom funcionamento das instituições.

Como já tratamos em outros artigos, a educação continuada é vital para a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento, além da transferência da cultura institucional, que também não pode parar.

Qual é a saída?

Diante disso, parece plausível adotar softwares gratuitos para educação continuada. O mais popular deles é o Moodle, que, além de ser gratuito, tem código aberto. Ou seja, pode ser modificado livremente sem a preocupação de infringir contratos ou políticas de software. Isso significa que as instituições de ensino podem desenvolver, adicionar, estender ou modificar recursos da plataforma através de alterações em sua programação.

Os termos “gratuito” e “livre” são bastante sedutores, mas eles não significam vida fácil para gestores educacionais, principalmente se pensamos em educação corporativa. Esses tipos de software apresentam, em sua versão padrão,funções básicas para a educação acadêmica. Em qualquer cenário, a instalação e a operação do Moodle exigem investimentos, como a estrutura de servidores em nuvem para armazenar os dados de uso da plataforma. Além disso, certamente no caso da educação corporativa, será uma demanda a mais para o departamento de TI, que eventualmente pode precisar de mais profissionais para customizá-lo

Um LMS pago pode ser mais vantajoso porque quando se pensa no custo total de funcionamento– os custos de armazenamento de dados, segurança da informação, manutenção e atualizações estão embutidos – e mais eficiente.

Ele pode ser customizado de acordo com as necessidades da instituição contratante, com uma experiência melhor que o Moodle, como a possibilidade de realizar planejamentos educacionais de forma rápida e escalável, gerar relatórios sobre a participação de funcionários que passam pelos cursos, entre tantas outras. Dessa forma, o gestor educacional ganha autonomia de ação.

Outro quesito importante é a segurança. Softwares de código livre são mais suscetíveis a ataques e invasões. O LMS pago, utiliza um sistema de replicação de dados em tempo real. Quer dizer que as informações da instituição e dos usuários são salvas a todo momento, reduzindo os riscos, a empresa responsável assume a responsabilidade de investir no aprimoramento dos sistemas de segurança.

Conheça o Medportal

O Medportal oferece ferramentas de educação digital para organizações de saúde. Nosso time está preparado para dar suporte a líderes e gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da instituição de saúde.

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