Pessoas, Educação e Tecnologia: fatores estratégicos para hospitais

“Importante gerar e analisar os dados e educar todos os envolvidos da empresa, dizem os especialistas que participaram nos painéis do Medportal Summit”

     Aconteceu na última terça-feira (12) o Medportal Summit, com o apoio da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), onde centenas de executivos de saúde estiveram presentes, seja no local ou assistindo online a transmissão ao vivo.

     Em um cenário mundial em que bilhões de dólares são investidos anualmente na chamada “transformação digital”, o tema principal do evento foi Pessoas, Educação e Tecnologia: fatores estratégicos para hospitais.  Dr Thiago Constancio, CEO do Medportal, abriu o evento contextualizando o público a respeito dos desafios do mundo digital e também sobre a presença e apoio crescente que o Medportal tem dado aos hospitais no desenvolvimento profissional e institucional: atualmente são mais de 180 mil pessoas de aproximadamente de 220 organizações estudando com as plataformas desenvolvidas pelo Medportal.

     Em seguida, Marco Aurélio Ferreira, CEO da ANAHP, falou sobre a importância de conectar, envolver e ativar todos os stakeholders do mercado de saúde nas iniciativas do setor, por exemplo, naquelas ligadas à transformação digital, sejam estas organizações da rede pública ou privada, a fim de proteger os profissionais, as instituições e melhorar o atendimento na ponta.

“Inovação é buscar todo dia uma forma diferente de melhoria”.

     Rodrigo Lopes, CEO do Grupo Leforte, abriu a mesa redonda “A visão da alta gestão sobre a educação digital e telemedicina para os hospitais”. Segundo Rodrigo, as empresas precisam investir em inovação e utilizar a tecnologia para otimizar o tempo da equipe assistencial e beneficiar os pacientes em tempo oportuno. Para ele “inovação é buscar todo dia uma forma diferente de melhoria”.  Lopes reforça que o líder precisa estar presente em todos os setores para identificar se a comunicação e a estratégia definida na alta gestão estão alinhadas com os que estão na ponta.

     A transformação digital precisa começar com os dirigentes da instituição, apontou Andrea Drumond, Superintendente do Hospital Renascença e Presidente do Capítulo Santa Catarina do CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos de Saúde. Andrea disse que não precisamos ter medo do novo e que a educação digital e a telemedicina vão acontecer inevitavelmente. Portanto os gestores precisam mudar o seu mindset, a cultura precisa se transformar. “A tecnologia é o meio, ferramenta de transformação, o fim é o cuidado com o humano”, afirmou Andrea Drumond.

     Luiz De Luca, Consultor em inovação e Gestão em Saúde, ao moderar a mesa apontou que precisamos mudar o repertório e se estamos no momento da transformação digital não podemos fazer como sempre. De Luca comentou que um líder deve se preocupar inicialmente com a gestão de habilidades de seus colaboradores, para então formar pessoas com competências mais amplas, o que melhora o diferencial competitivo da organização. Preparar pessoas é fundamental para transformar a organização, desta forma é preciso educar, transformar a cultura e, assim, todos os seus colaboradores, salientou De Luca.

     Para Andrea Drumond, é preciso engajar todos no projeto e sempre colocar o paciente no centro da atenção. “Primeiro você trabalha a comunicação entre os profissionais, depois ativa o engajamento e por último transforma a cultura empresarial.”

     De Luca finalizou a primeira mesa redonda falando que é importante envolver todos no mesmo propósito da empresa, para que eles caminhem na mesma direção e a tecnologia possa ser uma aliada neste processo.

O desafio de desenvolver líderes: qual o caminho?

     A segunda mesa teve início com a seguinte colocação da palestrante Ivana Siqueira, consultora em educação e gestão em saúde e assessora do Instituto Sócrates Guanaes: “o líder precisa ser diretor, implantador, inspirador, treinador e motivador”.

Ivana acredita que para desenvolver líderes é necessário:

– Informação para conhecer, estimular, atualizar e sintetizar;
– Agenda para discutir dados, indicadores, resultados e informações;
– Transformar dados em informação;
– Ter técnicas de busca;
– Executar habilidades de síntese;
– Dar oportunidade de decisão;
– Coragem, vontade e espaço para implementação das ideias.
“O conhecimento entre pessoas dentro e fora da empresa é vital para o desenvolvimento”, disse Ivana.

     O moderador da segunda etapa, Dr Francisco Balestrin, Presidente da International Hospital Federation e presidente do Conselho do CBEXs (Colégio Brasileiro de Executivos em Saúde), afirmou que “ser líder não é ter seguidores, mas sim, formar outros líderes”.

     Para o Dr Dario Ferreira, fundador do Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente, “saúde tem o desafio de ter uma assimetria muito grande entre os profissionais. O líder nos hospitais precisa compartilhar os dados assistenciais com a sua equipe, promovendo aprendizado e conhecimento com todos”. Nesse sentido: “o líder, ele precisa se adaptar e precisa ter coragem, energia, humildade e transformar a sua realidade e a da organização em que atua”, complementou Ivana durante o debate.

     Para o Dr Leonardo Brauer, diretor operacional na Imed Group Brasil, ainda falta a percepção e conhecimento dos líderes para algumas outras questões que não as estritamente técnicas: “não é só olhar o processo, mas sim perceber e entender como funciona tudo ao redor.”

     Diante disso, é preciso estarmos abertos para acompanhar essas transformações tecnológicas, e estas mudanças de pensamento precisam começar na alta gestão. Todos os envolvidos na instituição precisam estar alinhados com o seu propósito e preparados para o novo, colocando sempre o paciente no centro da atenção.

Ambiente Virtual Facilita Capacitação

A busca por soluções que permitem interações entre equipes e por capacitações que sejam efetivas e viáveis de qualquer lugar vem mobilizando diversos segmentos empresariais. E por lidar com pessoas em condições mais sensíveis, especificamente as instituições hospitalares precisam encontrar formas de melhorar a segurança e a assistência prestada aos seus pacientes. Felizmente, os avanços tecnológicos fizeram emergir uma gama de dispositivos e ferramentas para aprimorar, automatizar e apoiar o trabalho das equipes, tornando-se verdadeiros aliados no processo de qualificação do serviço.
Entre eles, estão os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), que colaboram para disseminar informações para os profissionais, aumentando o seu interesse pelas capacitações. O Medportal, por exemplo, é uma plataforma de atualização e extensão online em medicina e saúde, que oferece cursos para profissionais e estudantes da área em um ambiente virtual de aprendizagem, que pode ser de conteúdos personalizados pela instituição ou de conteúdos prontos nas áreas de acreditação hospitalar, assistencial e qualidade e segurança do paciente. Ao todo, mais de 160 hospitais já fizeram a adesão, dentre os quais está o Hospital Renascença, na capital sergipana.
Na visão do gerente de Tecnologia de Informação (TI) da Renascença, Themys Tadeu Neres, os processos virtuais de capacitação trazem o ambiente de Educação à Distância (EAD) para dentro das empresas. “Isso facilita, e muito, a agilidade e disponibilidade do treinamento, pois ele pode ser realizado de qualquer lugar, inclusive por celular ou tablet. Os ganhos para a instituição são enormes, pois a capacitação proporciona avaliações online, chat ao vivo com instrutores, além de todo o material em vídeo, áudio e documentos para serem vistos a qualquer momento”, pontuou Themys.
Todos os 366 colaboradores do Hospital já estão inscritos e podem fazer uso dos conteúdos do Medportal, a exemplo da técnica em Enfermagem Claudine Sousa Silva, que trabalha no Centro de Materiais e Esterilização – CME da Renascença. Ela conta como foi sua experiência inicial na plataforma. “Fiz um curso sobre humanização no atendimento e foi muito interessante. É muito proveitoso entender o quanto é necessário se doar ao paciente, dar o melhor de si e se colocar no lugar dele. Não é só chegar no quarto e fazer o básico. É preciso interagir, ser humano; isso faz a diferença. Amei o conteúdo disponível no curso”, contou.
As necessidades de treinamento dentro de uma instituição hospitalar abrangem tanto profissionais recém-admitidos quanto profissionais que já atuam há mais tempo nos diversos níveis de atendimento do corpo clínico. Na Renascença, o setor de Recursos Humanos faz esse mapeamento, com foco nas necessidades de cada setor, e as demandas são encaminhadas para o Núcleo de Educação Permanente – NEP. De acordo com a superintendente do Hospital, Andrea Drumond, a ferramenta integra um amplo programa de capacitação. “A incorporação da plataforma de Educação Digital da Medportal faz parte do conjunto de ações para qualificar a assistência prestada pela instituição, reconhecendo nosso compromisso com a saúde de qualidade, através da educação e capacitação dos nossos profissionais em prol do cuidado seguro e efetivo”, explicou.
Esse desenvolvimento de pessoas é, também para o CEO da Medportal, Thiago Constancio, a melhor escolha para a excelência da prestação de serviços médico-hospitalares diferenciados, em um mercado cada vez mais competitivo. “A utilização de plataformas digitais para treinamento e educação nos hospitais, com acompanhamento e controle de indicadores de resultado, tem sido a escolha mais racional e eficiente diante de um mundo em rápida transformação. Nos dias de hoje, fluência digital é pré-requisito para os profissionais levarem suas organizações a usufruir dos benefícios da transformação digital, e a educação digital é o primeiro passo para isso se tornar realidade”, concluiu.
Fonte: Jornal da Cidade, Aracaju (SE)

Você tem fluência digital?*

*Artigo baseado na comunicação em áudio realizada pelo Dr Thiago Constancio em 14/06/2019 para o CBEXs – Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde.
O mundo vem passando por transformações importantes em profundidade e velocidade no quesito tecnologia. Quando falamos especificamente no mundo digital, as pessoas e organizações têm se preocupado em como participar em tudo que está acontecendo, não deixando essa “onda digital” passar sem que a organização aproveite e desfrute dos seus principais benefícios.
A consultoria McKinsey&Company publicou no final de 2018 um levantamento chamado “Índice de maturidade digital: Brasil” em que avaliou processos de transformação digital em 124 companhias de oito segmentos.
Resultado interessante foi encontrado: as organizações que são mais maduras digitalmente tem resultados, em termos de taxa de crescimento de Ebitda (lucro antes de impostos, depreciações e amortizações), 3 vezes maiores do que as demais empresas pesquisadas.

Este tema, portanto, começa despertar o interesse de várias organizações.
Em seguida, o Google lança em 2019 um “índice de maturidade digital” para entender como está o nível de maturidade dos internautas brasileiros, considerando que o impacto econômico dessas mudanças tanto em um nível individual, quanto nível da organização, são bastante importantes. O estudo encontrou uma correlação positiva entre renda e o índice de competências digitais. No limite, todas as competências combinadas podem ter um impacto de até +R$380 na renda mensal de um trabalhador, equivalente a quase 40% do salário mínimo.
Interessante, não é!? E aí começamos a olhar para organizações que estão dando certo, organizações que fizeram transição ou já “nasceram” tecnológicas.
Bill Gross tem um TEDx que fala sobre os fatores que foram mais importantes para que empresas de tecnologia tivessem sucesso, entre elas o Facebook, Linkedin, Amazon… Foram entrevistados executivos de 200 empresas. Os três primeiros fatores são:
Timing: a hora certa de fazer a mudança, tomar a decisão.
Capacidade de execução; Equipe qualificada;
Ideia, em terceiro.
Depois vem modelo de negócios, recursos, orçamento, enfim, a questão é que a hora de fazer a mudança, de tomar a decisão é o ponto mais importante para o sucesso destas empresas, segundo elas próprias.
Daí, o NHS – Serviço Nacional de Saúde Britânico – que admiramos e acompanhamos bastante no Brasil, fez uma publicação também falando “atenção, precisamos preparar a força de trabalho para entregar o futuro digital da saúde.” Ou seja, um ponto de inflexão nas organizações, um ponto de preocupação com esse futuro, já está dado. E aí como as organizações, então, alcançam essa maturidade digital que tanto se discute e se apresenta como necessidade premente?

Na nossa visão, não há como isso acontecer na organização sem que as pessoas desenvolvam a tal fluência digital…
E o que é fluência digital, Thiago?
Bom, entendemos como fluência digital a capacidade das pessoas de dominarem um novo glossário de expressões, de palavras, de métodos, de atividades que estão dentro desse mundo digital, ou seja, a forma de fazer as coisas mudou. A maneira de aprender, mudou. A maneira de fazer negócios, comercializar, mudou. A maneira de se relacionar com nossos pacientes, clientes, muda drasticamente, dia após dia, e as organizações precisam se preocupar com isso, se adaptar. Não é algo somente para o pessoal de Tecnologia da Informação (TI)…
Pela experiência do Medportal, que passa por vários hospitais e outras organizações de saúde, ministrando workshops, desenvolvendo plataformas de ensino corporativo online para estas instituições, nós notamos que mais 90% das unidades de saúde no país educam e treinam como no século 19, reunindo as pessoas presencialmente nos auditórios, de forma passiva, transmitindo conteúdo em via de mão única o conteúdo.

O ponto chave aqui é que já sabemos que os resultados desse modelo não atendem mais a toda essa dinâmica de mudanças e inovações que vivemos, bem como os resultados que precisamos alcançar e entregar nos dias atuais. Dessa forma, a maneira de educar e de treinar, precisa também mudar. Não somente no colorido da foto, mas na essência, no modelo…

Por isso, parece-nos um contrassenso a instituição tentar desenvolver maturidade digital e manter-se educando e treinando analogicamente. Chamamos atenção para isso, a importância, então, de desenvolver fluência digital, colocando a “mão na massa”, utilizando métodos digitais para desenvolver essa maturidade. Essa maturidade não é adquirida sem a experimentação. A mudança de mindset e experimentação são cruciais para desenvolver capacidades dinâmicas, capacidades digitais e a organização conquistar mais e melhores resultados em termos de performance, em termos de geração de valor para sua clientela.
Concluo este breve artigo indicando para você algumas leituras e um video bastante relevantes. Destaco dois livros. O primeiro livro chama-se (i) “Multimedia Learning” do Richard E. Mayer, que nos apresenta variadas possibilidades para inovar e ter melhores resultados em termos de aprendizagem e engajamento nos programas de educação atuais. O outro livro é do (ii)Calhoun W. Wick, 6Ds – As seis disciplinas que transformam educação corporativa em resultados para o negócio, que trata e apresenta metodologia prática sobre como educar para resultados no mundo corporativo, envolvendo modelos híbridos. A terceira indicação é o (iii) vídeo da Jaqueline Weigel – Transformação digital exige mudanças imediatas (youtube) que discute como os executivos devem lidar com estas mudanças no mundo digital.

 
Estes são conteúdos obrigatórios para os hospital e outras instituições de saúde que buscam a excelência nesse admirável mundo novo. O Mundo está mudando rápido demais…
E você, já desenvolveu fluência digital?
Um abraço,
Dr. Thiago Constancio
CEO do Medportal

Acreditação hospitalar também é um desafio para você?

As instituições de saúde existem, na sua essência, para cuidar de pessoas, portanto devem prezar pela segurança dos seus pacientes. As acreditações hospitalares, importantes neste processo, apesar de muito conhecidas, ainda despertam algumas dúvidas.
O que é Acreditação Hospitalar?
A acreditação hospitalar é um sistema opcional cujo objetivo é a avaliação e certificação da qualidade dos serviços de saúde. Este processo tem também um caráter educativo, voltado para a melhoria contínua da instituição.
Após o período de avaliação, a instituição avaliada recebe uma chancela da acreditadora, um reconhecimento formal expondo que essa atende os requisitos necessários e demonstra capacidade para realizar as atividades com mais segurança.
Qual o objetivo da acreditação?
Com finalidade de estimular o desenvolvimento de um processo permanente de avaliação e certificação de qualidade dos serviços de saúde, a acreditação potencializa a melhoria contínua da atenção e de práticas de qualidade na assistência à saúde dos pacientes.
Qual a importância da minha instituição ser acreditada?
Os órgãos acreditadores são reconhecidos por qualificar processos que garantam qualidade, ética e resultados prestados aos pacientes. Tais processos trazem como principais benefícios:
– Maior segurança para os pacientes e profissionais;
– Melhoria na qualidade da assistência;
– Promoção do trabalho em equipe;
– Monitoramento dos processos e resultados;
– Melhora do desempenho institucional;
– Identificação de riscos;
– Visibilidade no setor, oferecendo vantagem competitiva às instituições acreditadas;
Cabe ressaltar que o processo de acreditação estimula uma capacitação constante dos colaboradores, priorizando sempre o máximo de segurança ao paciente. O selo também fortalece a confiança dos pacientes e da própria equipe no que concerne a qualidade e segurança de seus serviços prestados.
Quais são as principais acreditadoras?

  • IQG, que representa a Acreditação internacional Canadense (Qmentum), é a maior acreditadora na área da saúde na América Latina e atualmente conta com mais de 700 clientes. Apoiam a capacitação e instrumentalização das Instituições para a transformação na busca constante da excelência por meio da gestão, adaptando-as à nova realidade.
  • A Acreditação internacional mais antiga, é a Joint Commission International (JCI), representada no Brasil pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), também considerada a maior do mundo.
  • A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é a que tem a maior representatividade em território nacional, a qual possui três níveis: Acreditação Ona Nível 1 — Acreditado: princípio segurança; Acreditação Ona Nível 2 — Acreditado Pleno: princípio gestão; Acreditação Ona Nível 3 — Acreditado com Excelência: princípio excelência em gestão.
  • Acreditação Nacional Integrada para Organizações de Saúde (Niaho): normatiza questões relacionadas à segurança assistencial, patrimonial e gestão do corpo clínico.
  • Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), cujo objetivo principal é otimizar a prestação de assistência à saúde por meio da tecnologia da informação.
  • Há também, a ACSA, representada no Brasil pelo IBES. Trata-se do modelo de Acreditação europeu, que tem como objetivo a melhoria contínua da qualidade do serviço de saúde.

 
Como o Medportal pode auxiliar na acreditação da sua instituição?
O Medportal desenvolve plataformas digitais educacionais e conteúdo educacional para que hospitais qualifiquem e avaliem suas equipes. Estas plataformas são personalizadas para cada cliente, de modo que o hospital passa a ter um ambiente com a sua marca e cultura. Somos focados no setor saúde, o que cria todo um ecossistema que se retroalimenta, motivo pelo qual hospitais e instituições de saúde sempre preferem trabalhar conosco. Além do nosso conteúdo que dispomos aos clientes, as instituições que optam por produzir o próprio conteúdo podem embarcar o mesmo na nossa plataforma, a utilizando para gerenciar todos os treinamentos online/offline da instituição, para avaliar online os colaboradores e obter todas as métricas necessárias com avançados relatórios.
O treinamento online tem sido um grande aliado nos processos de acreditação, conforme temos comprovado com centenas de instituições que usam nossas soluções. A plataforma do Medportal oferece mais flexibilidade e efetividade a todo este processo, viabilizando que os colaboradores estejam sempre capacitados e atualizados e permitindo, em última análise, que os pacientes sejam melhor atendidos!
Alguns dos benefícios que o Medportal oferece:
Conteúdo exclusivo e de extrema qualidade, que pode ser utilizado como apoio ao conteúdo criado pela própria instituição (o que facilita a implementação do projeto para que ocorra de forma muito mais rápida e econômica).
Disponibilização de conteúdos online, na qual os profissionais de saúde podem assistir as aulas, cursos, protocolos e seguir trilhas de conhecimento quantas vezes for necessário, além de dispensar o deslocamento de todo corpo clínico para um auditório.
Avaliações que permitem averiguar continuamente quais os profissionais mais capacitados e quais precisam de novos treinamentos, de forma totalmente assertiva, customizável e escalável.
Relatórios completos, que viabilizam que todos os indicadores sejam acompanhados pelos gestores e pessoas envolvidas no processo de capacitação, garantindo maior governança, capilaridade, segurança e transparência do processo.
Acreditamos que profissionais capacitados podem transformar a realidade da saúde no país.
Vamos revolucionar a capacitação da sua instituição?

A grande onda da transformação digital na saúde

Transformação digital na saúde
A tecnologia está presente em diversos campos das nossas vidas, estamos vivendo um intenso processo de transformação digital. E quanto à saúde, como está ocorrendo o processo de transformação digital na área? Até onde já avançamos? Como tornar este processo mais efetivo?
É recorrente a fala de que as instituições de saúde estão “atrasadas” no que diz respeito à digitalização quando comparadas a outros setores, por exemplo, no uso da tecnologia a favor dos seus pacientes. Explicaremos neste artigo um pouco sobre como a transformação digital vem se desenvolvendo no âmbito da saúde e como as instituições podem e devem se preparar para uma nova realidade, a qual já se faz presente. Para que possamos fazer uma contextualização entre tecnologia e saúde, falaremos sobre as quatro grandes ondas que mudaram a maneira como as instituições de saúde evoluíram:
 

  • 1ª grande onda: Chegada das “grandes latas”

A primeira onda foi a chegada dos grandes equipamentos, os quais vieram para auxiliar e dar mais autonomia nos diagnósticos e os tornaram mais rápidos e precisos. Aparelhos de radiografia, ressonância magnética, ultra-sonografia e tomografia são alguns dos exemplos.

  • 2ª grande onda: Automatização dos processos administrativos

Na “segunda onda”, todo o fluxo administrativo do paciente dentro da instituição passa a ser automatizado, ou seja, é quando começa a existir maior controle nos agendamentos de cirurgias e exames, no planejamento da entrada e saída dos pacientes nos ambulatórios e assim por diante. Além disso, as questões financeiras passam a ser automatizadas também, agilizando, por exemplo, o processo de faturamento.

  • 3ª grande onda: Gestão do processo assistencial

Na terceira onda mais dados passam a ser coletados e trabalhados de maneira a melhorar o processo de gestão da instituição como um todo. Dados de giro de leito e do número de cirurgias, métricas das emergências e das unidades de internação, controles dos exames, são alguns exemplos de informações que passam a ser melhor medidas e gerenciadas.
A partir destes dados as instituições passam a estruturar áreas de Business Intelligence, que consistem na coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações. Passam então a trabalhar melhor em questões como eficiência, gestão de custos, efetividade, entendimento dos valores de cada procedimento e assim por diante e, como corolário, passam a entender melhor a jornada dos pacientes.

  • 4ª grande onda: Introdução das informações clínicas do paciente

Nesta fase as informações clínicas dos pacientes começam a ganhar destaque. Os prontuários eletrônicos e prescrições eletrônicas tornam-se cada vez mais presentes. Passa-se a coletar e integrar dados de imagem, dos laboratórios, dos monitores, dos respiradores, etc. E assim o corpo clínico passa a ter acesso a múltiplos dados de maneira cada vez mais integrada e ágil, oferecendo maior qualidade no tratamento dos pacientes.
 
Digitalização versus Valor entregue

Neste artigo foram levantadas informações sobre a evolução da tecnologia aplicada na saúde. Entretanto, automatizar processos não significa necessariamente estar nos moldes da vanguarda da transformação digital. Para tal, é fundamental que não somente os dados saiam do papel, mas que exista inteligência por trás destas métricas a fim de garantir melhorias tanto para a instituição quanto para os pacientes.
 
Dificuldades para aplicar a transformação digital na saúde de forma correta
A primeira dificuldade a se elencar está relacionada à maneira com que a tecnologia vem sendo empregada nas instituições de saúde, muitas vezes deixando o valor entregue ao paciente em segundo plano e se desenvolvendo de maneira mais reativa do que preventiva.
Outra dificuldade neste processo é a necessidade de transformar a cultura de determinada instituição. A transformação digital faz parte de um processo maior, necessariamente correlacionado à cultura institucional e capacitação dos seus colaboradores (médicos, enfermeiros e todos os profissionais que terão acesso, em algum momento, aos dados dos pacientes). Deve-se ressaltar que o desenvolvimento do capital humano é tão importante quanto da própria tecnologia, portanto o primeiro deve sempre acompanhar o segundo. As instituições precisam assim considerar no investimento da sua modernização a necessidade de capacitar adequadamente suas equipes.
Conclusão
A transformação digital chega mais significativamente no setor saúde com certo “atraso” quando comparamos com outros setores. Entretanto, tais mudanças estão se tornando notórias e inevitáveis, trazem melhorias significativas para todos os envolvidos. É necessário que as instituições de saúde e seus líderes e profissionais estejam preparados e capacitados para que absorvam tudo isso da maneira mais ágil e positiva, a fim de agregarmos cada vez mais valor aos pacientes em suas jornadas.

Os desafios do profissional de saúde na era digital

A saúde é um dos principais setores do mercado de trabalho no Brasil. Ela movimenta hospitais, clínicas, universidades e diversos profissionais nas mais diferentes áreas que a compõe.
É uma área que vive em constantes mudanças. Com o fenômeno de envelhecimento da população e com a inserção dos hábitos digitais, é preciso reavaliar as estratégias, rever processos e fazer bom uso das tecnologias. Isto muda não somente a forma como os profissionais de saúde estudam e se preparam, mas toda a rotina e o modo operacional que envolve a profissão.
A MUDANÇA DO COMPORTAMENTO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE COMEÇA NA GRADUAÇÃO
Segundo Aluisio Gomes, médico e diretor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense em Niterói (RJ), “A mudança do comportamento da nova geração de profissionais começa na academia, onde os alunos já entram familiarizados com a tecnologia. O perfil do professor hoje está além de compartilhar os seus conhecimentos e experiências, ele também vira um mediador dessas informações trazidas e buscadas pela internet, trabalhando os aspectos éticos e curiosos dessas notícias”.
Os gestores das empresas estão cada vez mais buscando soluções que permitam interações entre as equipes e capacitações que sejam efetivas e realizadas de qualquer lugar. Atualmente, existem diversos dispositivos e ferramentas de software para aprimorar, automatizar e apoiar o trabalho.
A combinação de todas as ferramentas digitais, hardwares e softwares, que permitem trabalhar e viver melhor, mais rápido e com mais expressão serão as mais buscadas pelos profissionais. Além disso, a questão da digitalização do trabalho tem outras implicações na condução dos atendimentos, unindo experiências integradas com múltiplos dispositivos, gestão de atenção e informação, aprendizagem rápida, assistência digital em tempo real e melhor uso do tempo através da automação.
 
PLANEJANDO TREINAMENTOS COM EFICIÊNCIA
Ivana Siqueira, ex-superintendente de Melhores Práticas do Hospital Sírio Libanês e atualmente consultora em Gestão e Educação em Saúde na DI Consult, diz que dentro de um hospital existem diversas áreas e diferentes níveis de profissionais. Para capacitar toda a sua equipe é importante primeiro entender o momento atual da sua instituição (quais são as incidências de tratamento e patologias e qual é a perspectiva?) e depois entender o perfil de seus funcionários (qualificação, tempo de casa, experiências). Após esse diagnóstico, você cria o planejamento de acordo com a pirâmide hierárquica de sua instituição, como vemos a seguir:

De acordo com Ivana: “a tecnologia veio nos ajudar nessa construção do planejamento de capacitação e treinamento dos profissionais, pois, ela pode nos avisar a periodicidade que o profissional foi treinado, pode nos informar e juntar todas as informações da instituição com as dos especialistas. Com isso, eu consigo criar um treinamento mais personalizado e dinâmico para toda a pirâmide”.
PESSOAS NO CENTRO DA ATENÇÃO
A tecnologia está presente no dia a dia de todos nós e de acordo com as pesquisas 49% das pessoas fazem buscas sobre saúde e se automedicam por “Dr. Google.” Martha Oliveira, CEO da ANAHP, associação que reúne os 100 maiores hospitais privados do país, diz que, “as instituições de saúde e os órgãos regulamentadores precisam estar preparados para essa transformação, precisamos pensar em como colocar as pessoas no centro da atenção. Os gestores precisam se abrir para essas mudanças e o treinamento da equipe é fundamental para atender esse novo perfil de paciente.”
Em um mundo que transborda informação e que muda tão rapidamente é importante as instituições e os profissionais estejam preparados com essas transformações digitais.
Por isso, todos os recursos que colaborem para a produtividade, para a saúde e para o bem estar geral devem constar nos planejamentos de todas as empresas do segmento.
Nós do Medportal acreditamos que com a tecnologia podemos não só dar eficiência a processos, mas principalmente temos possibilidades concretas de aproximar pessoas e melhorar a conveniência da aprendizagem para todos. Podemos tornar um simples treinamento em uma experiência única, leve e divertida.
SOBRE MEDPORTAL
O Medportal existe e trabalha para que seu hospital implemente e gerencie um programa inovador de educação online. Nosso foco é facilitar todo este processo e agregar maior escala e excelência a projetos educativos.
– Ambiente virtual de aprendizagem personalizado para sua instituição;
– Conteúdo online pronto para uso além dos seus próprios protocolos e treinamentos que facilmente serão disponibilizados para toda a instituição;
– Expertise na área (consultoria para implementação e acompanhamento).
Referências:
1. Websérie Medportal 2018: Transformação digital e o profissional de saúde do futuro
2. Websérie Medportal 2018: Modelos de Treinamento e Desenvolvimento de Profissionais de Saúde – Ivana Siqueira
3. Websérie MedPortal 2018: Formando para o Mercado de Trabalho em Transformação – Aluisio Gomes
4. Websérie Medportal 2018: Liderando as Mudanças Digitais na Saúde – Martha Oliveira

The expertise economy

Naturalmente fomos evoluindo durante os tempos diante da vida real e da vida virtual. Lembro-me de quando era criança e que desenhava em papel, ia na escola com 15 kilos de material nas costas, tinha ambições verdadeiras, raras e estúpidas como ter uma caixa de lápis de cor com 36 cores, isso era uma ostentação pura.
O tempo foi passando e a quantidade de mídias que estavam ali disponíveis cresceram mais do que eu mesmo poderia suportar.
A televisão era nosso único gadget. Veio o vídeo cassete, o 3 em 1, o walkman, o cd, o diskman, o telefone sem fio, o celular, o smartphone, o computador, o notebook, a internet e boom, acabou meu sossego. Comecei a usar tudo e em todos aprendi um pouco.
O aprendizado de antes virou algo espalhado, estamos recebendo conteúdo por segundo, em todas as mídias e isso tem trazido desafios para escolas e empresas.
Um dia desses estive com a CEO de um dos maiores hospitais do país e ela me disse: o desafio está na curadoria. Concordo.
Um mundo com tanto conteúdo necessita de filtro, coordenação, empenho nas etapas de criação e ajustes no funil.
Acabei de ler o fantástico “The expertise economy” de David Blake e Kelly Palmer, best seller na amazon, não a toa. O livro é um mantra sobre o futuro da educação, em especial corporativa.
Precisamos entender o que motiva as empresas e o que necessitam, atentando para uma nova geração que usa tudo on line e precisa de atenção.
Vivemos num mundo de aprendizado diferente e cobramos as pessoas como antigamente, com provas, testes e escolas antiquadas.
Em nossa empresa, a Health Minds Academy, em parceria com a Medportal, temos pensado todos os dias nisso, em como transformar os negócios através da educação, e isso nos conforta a endereçar uma missão cada vez mais íntegra num mundo cada vez mais confuso e sem direção.
É isso.
 
Vamos aprender
 
Alberto Leite
CEO
Health Minds Academy
“If times are good you should educate,
if times are bad you must educate”
 
 
 

Segurança Assistencial em Hospitais no Brasil

CENÁRIO PREOCUPANTE
Estudo realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2017 relatou que eventos adversos em hospitais são a segunda maior causa de morte no país, matando mais do que a soma de acidentes de trânsito, homicídios, latrocínio e câncer.
Por outro lado, o Primeiro Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil (2017) analisou dados de 133 hospitais e operadoras de Saúde, que atendem 7,6 milhões de beneficiários no Brasil, e constatou números também alarmantes: por dia, 829 pessoas morrem por sequelas causadas por erros ou eventos adversos.
Cabe ressaltar que, somente em 2016, mais de 300 mil pacientes morreram por falhas dentro dos hospitais no Brasil. Isso significa que a cada cinco minutos ocorrem três mortes que poderiam ser evitadas.
 
A NECESSIDADE DE CAPACITAÇÃO AMPLA E PRECISA
Apesar de todos os avanços no âmbito hospitalar, entendemos que todas as atividades operadas pelo ser humano estão expostas a eventuais erros, implicando em alta incidência de eventos adversos nas instituições hospitalares. É inegável que a gestão hospitalar precisa mapear a rotina assistencial e repensar os modelos vigentes de capacitação profissional, a fim de tornar possível a estruturação de novas estratégias e minimizar adversidades e erros, garantindo assim uma maior segurança ao paciente.
Para adotar medidas preventivas e de mudança de comportamento, o primeiro passo é analisar quais são as ocorrências mais comuns. Parece-nos que as Metas Internacionais de Segurança do Paciente, elaboradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) junto à Joint Commission International (JCI), são fundamentais neste caminho a trilhar, pois reúnem estratégias e práticas que podem nos ajudar a enfrentar este cenário preocupante. São elas:
Identificar corretamente o paciente: a fim de garantir que todos os cuidados e medicações sejam aplicados na pessoa correta. Torna-se fundamental o processo de identificação assertiva dos pacientes, como o registro do número de prontuário/atendimento, nome completo e dados pessoais.
Melhorar a efetividade da comunicação entre profissionais de saúde: a comunicação não efetiva entre os colaboradores pode gerar inúmeros eventos adversos, tais quais: falhas na administração de medicação, erros na realização de cirurgias e de exames diagnósticos.
Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos: os registros e controles precisam ser adequados, com prescrição legível, para assim evitar erros na prescrição de medicação, o que podem gerar efeitos indesejados, reações alérgicas, choque anafilático, entre outras intercorrências.
• Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos: promover um conjunto de ações que envolvam todas as fases do procedimento cirúrgico, como por exemplo o checklist cirúrgico, e desta forma oferecer cirurgia segura em todas as etapas (pré, peri e pós) e evitar procedimentos errados ou uso de equipamentos incorretos.
• Higienizar as mãos para evitar infecções: a infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) é uma das principais preocupações dos hospitais. Processos assistenciais aprimorados podem, através de diversos métodos, diminuir o risco dessas infecções. Como exemplo podemos citar a correta higienização das mãos (da equipe e familiares).
Reduzir o risco de quedas e lesão por pressão: a implementação de medidas que tenham como meta eliminar a ocorrência de queda, que podem ser provocados por uso de leito inadequado ou posicionamento de pacientes acamados em uma mesma posição por muito tempo.
 
TREINAR COM EFICIÊNCIA
Todas as metas possuem um único objetivo em comum: prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos aos pacientes, sem que a sustentabilidade financeira da instituição seja colocada em risco. Neste contexto, o Medportal vem utilizando com êxito, em diversos hospitais, tecnologias de ensino digital, as quais têm contribuído para o treinamento padronizado e eficiente dos colaboradores, impactando diretamente na melhoria da qualidade e segurança do cuidado.
Conheça nossa plataforma para hospitais e conteúdo online sobre as metas internacionais. Eles são efetivos, ágeis e fáceis de usar! CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS!

Organizações de saúde investem em programas digitais de educação

A educação digital vem ganhando cada vez mais espaço como uma estratégia relevante para impactar a qualidade e segurança do cuidado em saúde, principalmente por ser mais atual, por ampliar o acesso aos treinamentos e dar agilidade na transmissão do conhecimento.
Nessa linha, o sistema de saúde inglês (National Health Service – NHS), um dos sistemas mais relevantes e estudados no mundo, publicou em 2018 uma matéria intitulada: Preparing the healthcare workforce to deliver the digital future, a qual afirma que “Além de melhorar o fluxo de trabalho e eficiência, as novas tecnologias oferecem a oportunidade para não apenas manter, mas melhorar e dar maior prioridade a relação paciente-médico.” (p. 14)
O crescimento do ensino online também tem a ver com as rápidas mudanças tecnológicas que estão acontecendo no setor, que geram preocupação em como adotar formatos mais adequados e sofisticados para capacitar os profissionais de saúde que entregarão este futuro digital.
No Brasil – Grupo Leforte
A rede em expansão formada por unidades hospitalares, consultórios de especialidades médicas, serviços de diagnóstico e um instituto voltado ao ensino e cultura vem investindo em educação online para dar conta da escala e necessidade de atualização constante, quase que em tempo real, das rotinas e práticas assistenciais, por exemplo. Diante desse desafio, o Leforte utiliza as soluções do Medportal para aumentar o alcance e eficiência dos treinamentos em suas diferentes unidades.
Rodrigo Lopes, CEO do Grupo Leforte relata:

“Há uma necessidade de o gestor ser educador e desenvolver sua equipe, essa união de necessidades, vontades, obrigações me levam a buscar cada vez mais entender as transformações.”
E continua: “Hoje, fechar um período e colocar todos os gestores em uma sala de aula é oportuno? Com uma plataforma eletrônica existe flexibilidade da entrega de conhecimento, informação, além de a comunicação ser otimizada.”.

Educação para líderes e gestores de saúde – Health Minds 
Nos últimos anos as organizações de saúde vivenciaram muitas transições em que a tecnologia está presente e isso tem gerado a preocupação crescente de capacitação de lideranças e também força de trabalho para lidar com essa transformação digital que está dada. Para ajudar organizações de saúde neste desafio, a Health Minds, empresa que atua no segmento de educação de executivos de saúde, compila todo o conhecimento em um único ambiente que envolve educação, relacionamento e benchmark com um revolucionário modelo de aprendizado e evolução na área da saúde.
Recentemente, a Health Minds iniciou a parceria com o Medportal para apoiá-la na implementação de tecnologia de educação digital com foco na disseminação de conteúdo online de alto nível em liderança, gestão hospitalar e inovação para clientes na área de saúde em todo país.
Para Alberto Leite, fundador e CEO da Health Minds:

“O profissional que está hoje dentro de uma organização precisa sair um pouco da “caixa”, ler mais sobre sua atividade, cursos de outras naturezas para que sejam eles os transformadores. Tanto o Medportal quanto a Minds Academy, cumprem um papel singular na formação de bons líderes, possibilitando que eles transformem o setor da saúde.”

Redução de horas de treinamento presencial otimiza o desempenho dos colaboradores
Com a forte busca pela qualidade e excelência assistencial e operacional das instituições de saúde, a educação digital se insere agregando resultados, acessibilidade, alcance e redução de custos.
O ensino online é compatível com as necessidades das organizações de saúde que possuem a preocupação com a capacitação e engajamento dos seus profissionais, buscando entregar resultados concretos para os pacientes e familiares.
Por outro lado, programas de ensino online bem estruturados proporcionam a redução de até 50% da necessidade de horas de treinamentos presenciais, o que torna o processo de capacitação mais eficiente, sem desfalcar um setor desnecessariamente.
Além dos benefícios como aumentar o engajamento de equipes de diferentes unidades, os treinamentos online podem padronizar o conhecimento transmitido e avaliado de todos os colaboradores, com a comodidade do uso de dispositivos conectados à web.
Neste sentido, o Medportal existe e trabalha para que hospitais e instituições de saúde transformem a educação e conquistem resultados expressivos, entendendo e se adaptando aos desafios enfrentados no dia a dia.

Websérie Medportal 2018

Transformação Digital e o Profissional de Saúde do Futuro

O Medportal tem percebido a preocupação das pessoas quanto às mudanças e impactos que o mundo digital tem trazido para o dia a dia de várias instituições. Por isso, em 2017 realizamos a primeira edição da websérie; Foram centenas de gestores e lideranças de mais de 400 organizações de saúde participando e o retorno foi fantástico!
O meio digital está inserido em vários setores e, no setor de saúde, ele vem se mostrando cada vez mais um grande aliado nas estratégias das instituições. É importante compreender que o processo de transformação digital é contínuo, ainda mais quando falamos da capacitação dos colaboradores e nas melhorias de processos.
Como se posicionar diante de todas as transformações que surgem com uma velocidade cada vez maior?
Foi a partir dessa pauta que é discutida constantemente, que o Medportal se baseou para escolher o tema principal da Websérie desse ano: “Transformação Digital e o Profissional de Saúde do Futuro”.
 

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Websérie 2018

É uma honra para o Medportal contribuir para a disseminação de conhecimento tão relevante para a vida das instituições e dos profissionais de saúde e abordar esse tema que é o presente e o futuro!
São entrevistas incríveis e gratuitas com cerca de 20 diretores, lideranças e influenciadores de organizações de saúde no país como Anahp, Einstein, Grupo Leforte, Imed Group, Real Hospital Português, Américas Serviços Médicos, CBA, IBSP, Bionexo entre outros.
Não deixe de se inscrever gratuitamente na Websérie 2018 do Medportal e compartilhar com todos os colegas que possam se beneficiar com o conteúdo!