Phygital, gamificação e cálculo do ROI: temas importantes do Medportal em 2021

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Uma série de assuntos foi pauta do Medportal ao longo de 2021, tanto aqui em nosso blog, quanto em nossas redes sociais e em encontros online ou presenciais com nossos parceiros e alunos. Fazemos questão de manter o canal do diálogo sempre aberto – pois isso é essencial a quem confia e batalha pela educação continuada. Ainda mais considerando o contexto que vivemos: distanciamento social, necessidade de desenvolvimento rápido de novas habilidades e conhecimentos, além da restrição orçamentária imposta pela demanda crescente de recursos aplicados ao combate da pandemia.

Assim, uma boa maneira de arrematar o ano que caminha para o fim é relembrar alguns desses temas tão importantes para nós nesta jornada de 365 dias. Eles nortearam nosso trabalho e deram corpo às nossas ações.

Desde já, agradecemos a todos vocês que contribuíram direta ou indiretamente na construção deste arcabouço de conteúdo. Quem trabalha com ensino tem por obrigação ser referência em informação de qualidade, atualizada e experimentada na prática. Nosso muito obrigado!

Ensino phygital

Para responder a necessidade de desenvolvimento rápido, não se pode deixar de lado o Phygital. Também conhecido como figital ou híbrido, o phygital é um jeito de educar que mescla ferramentas do ensino online à estrutura física – tudo ancorado pela supervisão do professor. Assim, unimos as vantagens do digital aos benefícios da sala de aula tradicional.

Para isso, existem duas categorias de ensino phygital, nomeadas segundo o impacto que causam na experiência de aprendizado: os modelos sustentados e os disruptivos.

Nos primeiros, encontramos recursos como a Rotação por Estações (que usa realidade aumentada ou animação para explicar questões práticas do cotidiano); a Sala de Aula Invertida (espécie de capacitação online que prepara o aluno para a discussão de alguns assuntos no encontro presencial); e o Laboratório Rotacional (momento em que se tiram dúvidas com o tutor).

Já nos modelos disruptivos, há as práticas Flex (com variação de atividades síncronas e assíncronas); a A La Carte (na qual o aluno faz a curadoria de conteúdo e traça sua própria trilha de aprendizagem); o modelo Virtual Enriquecido (que alterna aprendizado online autônomo com momentos presenciais com a turma); e a Rotação Individual (com roteiros didáticos específicos para cada aluno, amparados por inteligência artificial). 

Gamificação

Outro tema que abordamos bastante ao longo do ano foi a gamificação como recurso de engajamento, que nos leva a resultados mais abrangentes. Seja presencial ou online, a utilização de jogos como tática de ensino é cada vez mais adotada por empresas e instituições. Na área da saúde, não é diferente.

Afinal, quando a mecânica e o design de experiência de um game são bem-feitos, eles conseguem tirar o jogador/aluno da passividade, fazendo-o tomar decisões e, por meio delas, aprender.

Há três categorias principais de jogos: as presenciais (síncronas, coletivas e que requerem baixa tecnologia), as digitais (assíncronas, individuais, sem intermediação de facilitadores e que requerem alta tecnologia) e as virtuais (jogadas em grupo, por meio de um facilitador e que requerem um nível médio de tecnologia).

O tema é tão importante para nós que o Medportal Experience de novembro na verdade foi uma grande partida do jogo virtual Metamorfose, criado pelos nossos parceiros da Vila dos Games para debater principalmente a inclusão. Você, cliente Medportal, pode assistir a animada partida na sua área exclusiva do Medportal Academy.

Cálculo do ROI

Tão relevante quanto criar métodos de ensino e táticas de engajamento é comprovar que os resultados da aplicação dos recursos financeiros, além de fazer a medição dos resultados na ponta. Só assim sabemos de fato se estamos efetivamente alcançando ou não nossos objetivos.

Em um de nossos artigos deste ano sugerimos a aplicação, na educação digital em saúde, do famoso Cálculo do ROI – que mensura e relaciona o retorno que obtivemos a partir do quanto investimos.

Assim, um dos modelos mais básicos leva em consideração as horas economizadas pela equipe ao realizar treinamentos, aulas e capacitações online. Para isso, por exemplo, entram no cálculo as horas de dedicação de instrutores, alunos e organizadores. Também é preciso estimar as horas gastas com a logística dos alunos e a carga horária que seria utilizada para a organização e gestão de um evento presencial.

“O que se tem percebido como um todo nas empresas de saúde que se dispõem a calcular o ROI dos treinamentos corporativos é que a transformação digital da educação traz eficiência e escalabilidade”, ressalta o texto, assinado pela Chief of Customer Office do Medportal, Daniela Pereira.

Mais conteúdo

Nosso apanhado dos temas mais significativos do ano continua em breve, dessa vez em nossas redes sociais. Fique ligado aos nossos perfis no Instagram e LinkedIn, pois logo compartilharemos mais conteúdos que foram relevantes para nós e nossos parceiros ao longo de 2021.

Quer debater conosco algum desses temas? Sinta-se à vontade e entre em contato.

Gabrielle Araujo

Gabrielle Araujo

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