Como a integração de sistemas de tecnologia pode ajudar hospitais

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Com tantas demandas, quase não percebemos como a integração entre tecnologias nos ajuda no nosso dia a dia. O cartão de crédito integrado com o site de compras ou o aplicativo de delivery, o player de vídeo integrado com o app de mensagens… São inúmeros exemplos.

Não seria diferente com os hospitais, que apesar do grande fluxo e cuidado com trabalho, também lida com as mudanças digitais da nova era. Mas, apesar dos incontáveis benefícios, em que pé está a integração de sistemas de tecnologia nessas instituições? De que forma ela pode ser potencializada e por qual razão é tão importante? E, nesse contexto, como fica a educação corporativa?

São algumas perguntas que tentaremos responder neste artigo. Boa leitura!

O que é interoperabilidade?

Para falarmos sobre integração de sistemas em hospitais, iniciaremos apresentando o conceito de interoperabilidade. No qual, trata-se de estimular altos níveis de integração entre os sistemas de TI, dispositivos e instituições. A ideia é levar a comunicação e a troca de dados entre profissionais e processos a consideráveis níveis de excelência.

Depois de todo esse processo, o objetivo final passa a ser o de promover a atuação a partir de uma visão 360°, de forma com que a gestão possua total controle dos processos internos – com o paciente posicionado no centro das atividades.

As vantagens da integração

Contudo, independente dos benefícios que promover um ambiente com sistemas capazes de trabalharem na otimização do tempo das equipes, assim como na sua integração e retomada de jornadas de trabalho com foco em qualidade, segurança e efetividade, a tecnologia promete ainda inúmeras vantagens. No entanto, é necessário que exista uma maturidade amplificada de processos dos gestores, principalmente os de tecnologia, para apontarem os melhores caminhos para que uma organização hospitalar trabalhe no meio digital. O CIO da Folks, Cláudio Giulliano, comentou conosco em nosso último texto, da necessidade de que líderes de tecnologia em instituições de saúde, assumam o protagonismo nas propostas e planejamento de trabalho.

Além dessa importância, há outras vantagens que podem ser percebidas:

Controle: Sem a integração, ou com a integração parcial de sistemas, o gestor de cada setor de um hospital não “enxerga” o que o outro está fazendo. Isso provoca lentidão, ineficiência, perda de tempo e dinheiro e, acima de tudo, um atendimento de qualidade abaixo do ideal para o paciente. A integração dos sistemas oferece aos gestores o acesso a todos os dados hospitalares, resultantes de diferentes processos internos, sendo cruzados em um fluxo único de informações.

Ou seja: a tomada de decisão fica mais consciente, baseada em insights que podem sair de qualquer lugar. Com o conhecimento que precisa, a gestão hospitalar passa a identificar gargalos antes mesmo deles acontecerem.

Sem retrabalho: Em pleno 2021, ainda há instituições que precisam reiniciar o atendimento quando o paciente chega em determinado setor – para internação ou para fazer um exame, por exemplo. A integração elimina o retrabalho. Os profissionais que compõem a jornada do paciente no hospital recebem as mesmas informações, apenas adicionando o que é de sua competência, sem interrupções.

Menos gastos: Um exemplo prático da economia de recursos trazida pela integração se dá com diagnósticos por imagem. Hoje em dia, é comum hospitais realizarem esse tipo de exame de forma independente do sistema de atendimento do pronto-socorro. Isso implica em gastos desnecessários com atendentes e mesmo com a impressão das imagens, que poderia ser substituída pelo envio da imagem digitalizada diretamente para o computador do médico.

Padronização: A padronização permite ampliar seu controle sobre a infraestrutura, recursos materiais e humanos, além de ajudar na produtividade. Ao criar um mapeamento dos processos, fica fácil implementar uma padronização que seja coerente às demandas da instituição.

A educação corporativa neste contexto

Diante desse cenário, é essencial que a integração dos sistemas de TI também contemple os sistemas de educação corporativa – o que nem sempre acontece. A educação continuada geralmente é vista como um processo independente, feito à parte, sem conexão com outros procedimentos, o que gera ineficiência.

Um importante aspecto a se considerar é que a educação corporativa é um investimento de mão dupla. Para o colaborador, significa refinamento técnico, atualização contínua que pode aumentar as possibilidades de ascensão profissional e sua satisfação pessoal, já que tende a prestar uma assistência com maior segurança.

Em relação à tecnologia, não podemos desconsiderar que os processos digitais de uma instituição de saúde impactam diretamente no atendimento dos pacientes. Por isso, é necessário que exista uma precisão e cuidado para que os sistemas não fiquem desconexos. E a educação continuada, pode ser uma ferramenta que auxilie os profissionais a desenvolverem sua habilidade analítica e consigam mapear melhorias de forma ágil.

Para a instituição, que consegue gerenciar programas de qualidade, suprir rapidamente gaps de conhecimento, reconhecer colaboradores a partir de dados de desenvolvimento e disseminar agilmente a cultura corporativa. E ao final, o objetivo mútuo: elevar os padrões de qualidade assistencial, melhorando desfechos e a satisfação dos pacientes.

Melhoria da experiência do colaborador

Normalmente, a educação corporativa voltada para o desenvolvimento técnico é conduzida por uma equipe (de educação, ou qualidade) e o desenvolvimento de soft skills pelas equipes de recursos humanos. Aqui também, ter uma visão 360° de cada colaborador é fundamental: traz agilidade, gestão e evita desperdícios. Ou seja, o capital humano se tornou cada vez mais importante e estratégico para as empresas.

Com a integração, seria possível anexar ao registro do colaborador se ele já concluiu determinado treinamento, identificar os colaboradores que acabaram de ser promovidos e, portanto, demandam novos conteúdos, entre outras possibilidades.

Os gestores, de todas as áreas, poderiam enxergar em que pé está a capacitação de cada time para atribuir responsabilidades distintas de forma muito mais rápida e eficiente. Se a instituição conta com sistemas robustos que geram dados de consumo de conteúdo, pode-se evoluir para consolidação de padrões próprios de desempenho educacional, que permitem comparação entre unidades, equipes, etc.

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