Hospital Santa Catarina de Blumenau e a tecnologia como propulsora de qualidade

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Instituição de saúde destaca a importância dos ativos digitais como ferramentas para crescimento institucional e consolidação de valores entre colaboradores e pacientes

Humanização, processos bem estruturados e o comprometimento sempre com o melhor serviço prestado aos pacientes, além do bem-estar de todos os seus colaboradores. Essas são três das premissas que norteiam a rotina do Hospital Santa Catarina de Blumenau (HSC), localizado na região Sul do Brasil, que aposta em um programa de educação digital para fomentar a cultura da organização e estabelecer um padrão de qualidade em todos os âmbitos de sua rotina.

Quando foi fundado em 1920, a instituição contava apenas com 50 leitos. Esse número cresceu ao longo dos anos, junto a uma série de desafios e evoluções na gestão da organização que sempre foram superados, levando a consolidar-se como um hospital de grande prestígio, com pacientes e colaboradores no centro da atenção. E hoje, alinhado aos valores centrais, a tecnologia combinada a educação continuada digital apresenta-se como uma importante ferramenta de exponenciação e fortalecimento da instituição. Como pontua o supervisor de TI do HSC, Gustavo Weingärtner: “Temos uma área bem estruturada de educação corporativa no hospital. Essa área atua há bastante tempo e está madura em relação aos processos. Atualmente utilizamos uma ferramenta que nos dá um grande suporte: o Medportal”, completa o gestor.

Com mais de 2300 alunos ativos na plataforma de educação, o HSC possui um quadro de evolução consideravelmente expressivo em um ano de projeto educacional. Com um aumento de 55% em matrículas de colaboradores desde o ano passado. Esses dados são resultado de um planejamento efetivo e combinado a um processo de gestão que envolve não apenas o setor de educação continuada, mas também toda a área de TI. “A pandemia trouxe muito isso, que é a educação à distância, a educação online. Cada vez mais, esse processo fica enraizado nas pessoas. A necessidade de fazer reuniões, de ter treinamentos gravados e, além disso, que esses treinamentos gravados sejam ferramentas para criar engajamento”, acrescenta Gustavo.

Além de destacar a importância da flexibilidade da educação digital, no qual o colaborador pode concluir a sua capacitação no momento mais oportuno, Weingärtner comenta que a participação do setor de tecnologia da informação do Hospital na elaboração de qualquer projeto digital dentro da instituição é fundamental, pois quando bem assistido, pode lidar com os desafios de forma rápida. “Isso é muito importante. Dar autonomia para que as pessoas tenham uma ferramenta e possam acessá-la quando tem oportunidade. O desafio [no caso do Medportal] na área de TI não foi tão grande, pois recebemos a ferramenta estruturada, apenas necessitando adequar o ambiente para que ela funcionasse bem dentro da nossa rede. Após isso, o principal ponto foi disseminar esse processo de educação à distância entre os colaboradores”, pontua Weingärtner.

Para além da capacitação continuada, a tecnologia no HSC é um pilar central da rotina, que conta com sistemas integrados para conferir maior qualidade aos profissionais da instituição. O supervisor pontua que para assegurar uma entrega de valor aos pacientes, todos os setores de um hospital devem estar alinhados e comprometidos com o melhor da instituição. “Quando se trata de um hospital, com um sistema totalmente integrado, do início ao fim, no qual todo mundo utiliza o mesmo sistema, é vital termos alta disponibilidade de todos os recursos que entregamos. É imprescindível que o gestor e a equipe de TI como um todo tenham essa visão de que o hospital não pode parar de forma alguma. Estamos trazendo muita tecnologia para a vida das pessoas. Se pararmos de alguma forma a área e a tecnologia, o hospital ficará manco, pois teremos que retornar para processos antigos, manuais e com alcance limitado”, completa o gestor.

O próximo grande passo tecnológico é a integração dos dados entre a plataforma de educação e o sistema do Hospital. Para isso, já foi desenvolvido o escopo em conjunto com as equipes do Medportal e do ERP. A equipe percebeu o quanto uma solução em nuvem pode trazer agilidade e economia, inclusive nesse ponto. Desta forma, idealizaram uma interface pronta para conectar com outras ferramentas, ou seja, que no nosso caso do Medportal, não demandou customização. Já do outro lado, a simples recepção de dados demanda customização e orçamento para implementá-la, o que vai mobilizar a estrutura institucional para evoluir.

Toda essa rotina descrita por Gustavo, deixa nítido o quanto o dia a dia de um hospital também impacta diretamente nos processos de qualidade de uma organização. Neste caso, em específico, ela envolve áreas que vão desde a triagem no atendimento ao paciente, até o processo de alta. E toda essa cadeia de funcionamento lida com profissionais das mais diversas responsabilidades, nesse sentido, ter um sistema ágil integrado ao ecossistema da organização é imprescindível. “É uma instituição bastante complexa, são muitos pontos. Às vezes as pessoas de fora não conhecem muito bem como o hospital funciona, não tem uma visão tão profunda de toda a estrutura. Por trás do atendimento ao paciente, existe toda uma cadeia de apoio que é muito grande e importante. Higienização, compras, suprimentos, para citar algumas. Vai desde um detergente, um medicamento, até um material caríssimo para uma cirurgia”, exemplifica Gustavo.

Tecnologia disponível gera oportunidades continuamente

Assim como Gustavo destaca o valor de processos ágeis e bem integrados entre a equipe, para as enfermeiras do setor de Educação Continuada do Santa Catarina, Angela Poffo e Juliete Steffan, esse trabalho em conjunto ao setor de Tecnologia foi essencial para o desenvolvimento do programa de educação digital. Quase dois anos depois do início de uso, os bons resultados se renovam e consolidam o HSC com números surpreendentes: média de 1,6 conteúdo novo por semana na plataforma nos últimos 12 meses; transformação das atividades de equipe que passaram a ser em grande parte digitais e através da plataforma, como SIPAT e Semana da Enfermagem; e 93% dos dos programas propostos concluídos, sendo 90% nota média obtida pelos colaboradores (aqui colaborou o grande entusiasmo da Catarina).

Foto: Hospital Santa Catarina de Blumenau / Reprodução/Linkedin

Além disso, o apoio no processo de implementação foi essencial para direcionar quais caminhos seriam ideais para estabelecer uma metodologia educacional ágil e inovadora. “A decisão de optar pelo ensino digital trouxe muitos desafios, proporcionais ao nosso empenho em educar. No início, foi preciso aprender como lidar com essa nova tecnologia, aprender mesmo a usar a plataforma, uma nova realidade para todos. Buscar conhecimento em edição de vídeos e imagens, trabalhar com conteúdo de fácil entendimento sem sair do foco de aprendizado. Contamos muito com o apoio da Marina Santiago e do Carlos Sakuragui. Com o tempo, nosso entendimento em relação a plataforma evoluiu, trouxe novidades de personalização e uma nova forma de planejar, o que melhorou nossa operação. As mudanças tecnológicas constantes estão sendo diariamente trabalhada com os colaboradores, de fato, é uma cultura nova e requer, apoio e incentivo da educação corporativa”, expõe Angela Poffo, que, junto a Juliete, enxergam na educação uma importante ferramenta não apenas para o sucesso da instituição de saúde, mas também da rotina e conhecimento de todos os colaboradores.

Em relação aos resultados, os números indicam um sucesso nas áreas mais cotidianas dos profissionais, como ganho de tempo, melhor visualização do cenário em que um paciente está inserido, além da gestão contínua das lideranças. Como um ponto importante, esse movimento de gerenciamento da educação digital, permite ainda uma redução de aproximada de R$1200 com a integração de um novo enfermeiro*. “Ano passado transformamos o processo de integração de novos colaboradores que passou a ser 100% digital. Antes, um novo enfermeiro demorava em média 24 horas para chegar à assistência. Atualmente, em 6 horas, ele já pode assumir seu posto. Além da otimização do tempo do novo colaborador, impacta também na disponibilidade das lideranças que tinham que acompanhá-los durante esse tempo. Imagine o que isso significa em época de pandemia! Ao fim, de modo geral, liberamos ao todo 4 dias por mês de várias lideranças que se revezavam monitorando os processos de integração de novos colaboradores”, finaliza Juliete.

Para o futuro, além do foco em apresentar reflexos expressivos, seja na gestão de pessoas ou em processos de qualidade e segurança que sejam econômicos, o Hospital Santa Catarina de Blumenau segue focado em entregar o melhor sempre. Afinal, o ingrediente fundamental e nada básico já possuem: uma equipe engajada com seu legado.

*Valores considerando o salário básico de enfermeiros e coordenadores publicado na plataforma Glassdoor.

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