Como calcular o ROI na educação em hospitais?

Calcular o ROI (Return on Investment) na educação em hospitais é fundamental. Primeiro porque é preciso justificar o investimento para dar continuidade aos projetos. Segundo porque, em plena pandemia, o tempo dos colaboradores ficou mais escasso, o que fez com que investir em educação e treinamento na área da saúde se tornasse algo aparentemente supérfluo. O que nem de longe acontece.

Sabemos que a educação continuada reflete diretamente na organização do tempo em equipes hospitalares e contribui com a manutenção da qualidade e de padrões de segurança no atendimento. Já seriam argumentos suficientes para justificar o investimento. 

Por outro lado, investir em educação nos hospitais requer uma reserva no orçamento. E faz parte dos processos financeiros checar se a distribuição dos gastos tem gerado retorno, isto é, algum resultado factível para a instituição.

É por isso que calcular o ROI na educação em hospitais é primordial. O ROI é uma maneira de verificar se um determinado treinamento gera valor e faz valer a pena o investimento.

Caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar

Ter clareza dos objetivos é o primeiro passo para calcular o ROI. É possível até usar as próprias metodologias já aplicadas em outros investimentos realizados, contudo, alguns detalhes não podem faltar. É importante verificar se o conhecimento adquirido ao longo dos treinamentos tem resultado no aumento da eficiência no ambiente de trabalho.

Medir o ROI é uma estratégia para confirmar a eficácia do treinamento e medir o valor gerado pelo conhecimento transmitido. E há vários caminhos para calcular o ROI em educação hospitalar.

Um deles é recorrer a uma calculadora de ROI de treinamento. Esta é uma maneira simples de calcular a proporção entre o custo total do programa de educação continuada em relação aos benefícios gerados por um programa de treinamento.

A conta é simples: basta pegar o retorno obtido, subtrair o valor aplicado e dividir esse resultado pelo investimento inicial. Como dissemos, a equação é simples. Complicado mesmo é calcular os componentes de cada variável.

Por isso, nesse contexto, ganham importância as tradicionais avaliações dos supervisores. Outra possibilidade é criar um estudo de impacto, ou seja, avaliar quaisquer mudanças provocadas pelo treinamento.

E aqui vale verificar desde as vendas de cursos e/ou o feedback dos clientes (pacientes ou não), o tempo de habilitação de um novo profissional para estar apto a integrar as equipes assistenciais até a retenção de colaboradores, ainda mais em tempos de trabalho sob a pressão imposta pela pandemia.

Plataformas de medição

Um caminho percorrido com frequência para calcular o ROI é adotar uma das plataformas disponíveis no mercado para medir a eficácia do treinamento realizado no hospital. A vantagem dessas plataformas é a automatização de grande parte do trabalho necessário para medir o retorno sobre o investimento.

Tais plataformas permitem o envio automático de pesquisas de feedback, fazem a automatização do processo de teste para medir o aprendizado e geram relatórios com base na reação dos participantes.

Resumidamente, calcular o ROI na educação em hospitais passa por avaliar a meta inicial, a satisfação do colaborador treinado, o aprendizado, o comportamento no local de trabalho e os resultados obtidos.

Apostando na educação em hospitais

O Medportal, empresa especializada em ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais, tem observado ótimos resultados com os clientes que apostam nesses treinamentos. Exemplos desse investimento, podem ser observados através de instituições como a AACD, o Grupo Cene e o Hospital São Camilo, que possuem uma trajetória notável nos serviços de saúde e utilizam a educação digital como ferramenta de transformação digital. 

Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem, personalizado conforme as necessidades e os objetivos da organização de saúde.

Nossas soluções resolvem diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe, a necessidade de modernizar a capacitação e a facilidade da aplicação do treinamento. Entre em contato para obter mais informações sobre os nossos serviços e solicitar uma demonstração.

As diferenças entre educação continuada e desenvolvimento de RH

Nos últimos anos, os departamentos de Recursos Humanos das empresas se transformaram em superestruturas. Em parte, para atender demandas criadas pela própria evolução das relações de trabalho e suas nuances; em outra, pela necessidade mais acentuada de aprimorar os colaboradores diante da concorrência e de um mercado cada vez mais regulado, complexo e desafiador.
Uma dessas funções assumidas, e que ganhou mais importância, foi o desenvolvimento de pessoas. Ou seja, o capital humano se tornou cada vez mais importante e estratégico para as empresas e deixou de ser visto somente como mão-de-obra para se tornar um diferencial competitivo.
Dessa forma, é plausível supor que desenvolver pessoas ganha mais relevância ainda em áreas que lidam diretamente com outros indivíduos, como o setor da saúde. Hospitais devem dispensar uma atenção especial ao desenvolvimento de profissionais na linha assistencial, já que nesses casos deixar o cliente satisfeito vai além de apenas atender índices. As implicações dizem respeito à vida das pessoas, que é o maior bem a ser preservado e cuidado.
 
Diferentes níveis de desenvolvimento
É aqui que podem ter início algumas distorções. Há muitas empresas que, por uma série de motivos (financeiros ou até por desconhecimento), restringem a tarefa de treinar e capacitar equipes apenas ao RH.
Não se trata de afirmar que o RH não tem competência para isso; pelo contrário, são competências complementares e imprescindíveis. Para desenvolver um programa de treinamento adequado, é preciso investir em estrutura, pessoal qualificado e um projeto bem sistematizado. O desafio demanda tempo e recursos, que podem ser escassos se assumidos totalmente pelo RH, tendo em vista o cumprimento de tarefas de gestão e execução com prazos determinados a que a área de Recursos Humanos já se dedica.
Além da gestão de benefícios, folha de pagamento, recrutamento etc, uma área de Recursos Humanos antenada com a modernidade deve trabalhar para desenvolver ainda mais os profissionais da empresa ou instituição e garantir o seu reconhecimento, tanto do ponto de vista individual quanto no de equipe.
Valorizar os potenciais talentos, pessoas que apresentam muitas características positivas, mas que precisam trabalhar outros pontos para se tornarem profissionais de performance diferenciada e se manterem em alto nível. É com esse tipo de treinamento, mais voltado para desenvolver softskills, que o RH normalmente deve se preocupar.
 
Como, então, treinar equipes adequadamente?
Para incutir a cultura institucional e atualizar os times em relação a procedimentos técnicos, a melhor saída é investir em programas de educação continuada. Isso evita que o RH se transforme em uma superestrutura – que será difícil de administrar por si só – e possibilita que cada um atue com foco distinto dentro da empresa, de forma colaborativa.
Além dos aspectos pedagógicos e técnicos, a gestão educacional requer imersão nas métricas de adesão de colaboradores, abrangência, dentre outras, correlacioná-las aos indicadores assistenciais de modo que alcance os resultados estratégicos definidos pela instituição. Ganha-se em efetividade. Portanto, aqui estamos pensando em estratégias de desenvolvimento e evolução de hardskills, que permitam melhorar os indicadores assistenciais, tais como taxa de infecção, tempo médio de internação, proporção de reinternações, taxa de mortalidade, dentre vários outros.
Como citamos acima, a educação corporativa também ajuda a garantir a transferência da visão do grupo para toda a instituição. Algo essencial em hospitais, em que as equipes lidam diariamente com vidas humanas em situação de fragilidade e precisam seguir diferentes regras e protocolos, ao mesmo tempo em que tomam decisões de maneira muito rápida e assertiva.
A educação corporativa é essencial, ainda, para hospitais que buscam acreditações, pois permite a escalabilidade dos treinamentos e a adoção em massa de padrões técnicos exigidos.
 
Fale com o Medportal
Felizmente, o mercado dispõe de ferramentas que facilitam a elaboração, execução e manutenção de programas de educação continuada em hospitais. Uma delas é oferecida pelo Medportal. Estamos preparados para apoiar gestores no estabelecimento de um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
Nossa solução resolve diversos problemas encontrados pelas instituições, como a dificuldade de estabelecer o treinamento diante das diferentes escalas de cada equipe; a necessidade cada vez mais latente de modernizar a capacitação; a facilidade de controle e visibilidade da aplicação do treinamento e a busca por acreditação, entre outros.
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O papel da educação para a evolução dos padrões de qualidade assistencial

Na teoria, parece fácil. Os protocolos existem há tempos e, embora sejam eventualmente modificados ou atualizados, já são bem conhecidos por gestores de hospitais e demais empresas de assistência em saúde.
Na prática, o cenário é outro. O funcionamento de um hospital depende da integração entre diversos setores – médico, tecnológico, administrativo, financeiro, assistencial e, se for o caso, até mesmo de docência e pesquisa.
Além disso, há muito mais em jogo do que somente obedecer a protocolos. Apesar de serem vastos e detalhados, eles muitas vezes não contemplam dificuldades específicas que surgem quando lidamos com vidas humanas.
Também é preciso considerar que cada hospital ou outra instituição de saúde tem uma cultura institucional que precisa ser respeitada – e que quase sempre vai muito além de protocolos, justamente para a busca da excelência e qualidade no atendimento.
 
Educação como combustível
Se pudéssemos enxergar um hospital como uma grande máquina, talvez seja correto dizer que cada departamento é uma engrenagem que conta com: diretoria médica, enfermagem, limpeza, administrativo e RH. Os funcionários, gerentes e diretores são o motor, que garantem a força para que tudo funcione adequadamente.
Mas de nada adianta uma máquina moderna, com engrenagens bem sintonizadas entre si, e um motor tinindo, se não houver um combustível para colocar tudo em operação. E esse combustível é a educação.
Um programa de educação continuada é vital para hospitais – tanto para a atualização e reforço de conhecimentos técnicos e científicos para as equipes quanto para a transferência da cultura institucional aos colaboradores.
E não estamos falando de educação na acepção mais ampla do termo. Afinal, qualquer orientação passada informalmente nos corredores pode ser enquadrada como uma ação educativa.
Mas sim: estamos falando de um programa formal, com propósito, profissionais especializados envolvidos, conteúdo elaborado de acordo com as necessidades de cada time, aplicação sistematizada e acompanhamento de indicadores de efetividade. Seriedade contra o improviso e comprometimento com a cultura organizacional da instituição
 
Educação para quê, afinal?
As finalidades da implantação da educação continuada em hospitais podem variar, e vão desde a inclusão de uma nova filosofia adotada pelo grupo gestor (em uma aquisição ou reposicionamento de marca, por exemplo), até a busca por alguma acreditação ou nível de acreditação específicos – o que é mais comum.
Independente do fim, o meio é sempre o mesmo se o programa for bom e bem aplicado: melhora de procedimentos, aumento da segurança, equipes melhor informadas, com mais conhecimento, segurança e trabalhando com mais satisfação. O que leva ao benefício maior, que é ter o paciente e seus familiares bem atendidos, em situações que podem ser de bastante fragilidade.
É importante ressaltar que, na nossa visão, não basta encarar a saúde do paciente como objetivo final a qualquer custo. O tratamento pressupõe a aplicação de métodos, com análise de contexto e das necessidades do momento. E isso é uma demanda que a educação sem dúvida pode ajudar a suprir. Talvez não exclusivamente, mas ela certamente ajuda bastante.
 
Conheça nossa solução
O Medportal oferece plataformas de educação continuada para organizações de saúde. Como resultado de nossos programas, os clientes apresentam considerável redução de custos em treinamentos e melhorias em NPS de clientes.
Estamos prontos para implantar ambientes virtuais de aprendizagem personalizados de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde, além de oferecer inteligência em dados, relatórios e benchmark com outras instituições.
Entre em contato e solicite uma demonstração das nossas soluções.

Por que hospitais devem ter um gestor de educação continuada?

No nosso artigo anterior, destacamos que, em geral, atualmente existe um bom nível de maturidade entre hospitais e empresas de saúde quanto à importância de implementar e gerir programas de educação continuada.
Anterior a isso, no entanto, é preciso contar com um profissional que fará a administração deste tipo de processo na instituição: o gestor de educação continuada.
Neste artigo, falaremos sobre a importância deste tipo de profissional para hospitais e como exatamente ele pode contribuir na evolução de práticas educacionais nas instituições.
 
Cada um com a sua função
Profissionais focados podem ajudar instituições de saúde a alcançar resultados expressivos na melhoria de processos, motivando e potencializando as habilidades e competências dos colaboradores e principalmente, fomentando ciclos de melhoria contínua dos processos e disseminação da cultura institucional.
Do ponto de vista educacional, instituições de saúde podem ser divididas em três grandes categorias quando o assunto é educação continuada: as que têm programas do tipo totalmente operantes, com um profissional com dedicação exclusiva na coordenação; as que têm educação continuada, mas com a gestão compartilhada de profissionais que acumulam outras funções; e as que simplesmente não têm programa consistente para o treinamento de equipes.
Por isso mesmo, o benefício imediato da presença de um gestor de educação continuada nos hospitais é justamente o de garantir que outros gestores de área não se sobrecarreguem com uma função extra. De quebra, isso também certifica que a educação continuada será executada de forma séria e consistente, sem improvisos.
 
Pensando no melhor
Superada esta etapa, vamos ao papel do gestor de educação continuada propriamente dito: implantar um programa que garanta a evolução técnica constante dos departamentos do hospital, seguindo as frequentes atualizações de protocolos e metodologias, além de incutir a cultura corporativa do grupo.
Além dos aspectos pedagógicos e técnicos, a gestão educacional requer imersão nas métricas de adesão de colaboradores, abrangência, dentre outras, de modo que alcance os resultados estratégicos definidos pela instituição.
Também já falamos como a educação corporativa ajuda a garantir a transferência da visão do grupo para todas as pontas dos processos. Algo essencial em hospitais, em que as equipes lidam diariamente com vidas humanas em situação de fragilidade.
Além disso, a educação corporativa é essencial para hospitais que buscam acreditações, pois permite a escalabilidade dos treinamentos e a adoção em massa de padrões técnicos exigidos.
 
Quem é esse profissional?
Para um gestor de educação continuada em hospitais, não basta ter conhecimento de práticas, protocolos, equipamentos e do funcionamento de uma instituição de saúde. É essencial que ele tenha experiência em capacitação profissional de equipes de saúde; que saiba avaliar impactos das ações gerenciais e prever possíveis conflitos; e que consiga apresentar soluções para o desenvolvimento das demandas e necessidades da equipe assistencial.
Também pesam a favor do gestor de educação continuada algumas características valorizadas em qualquer ambiente corporativo, tais como um bom relacionamento interpessoal, liderança, flexibilidade, experiência e autoridade. Afinal, se ele vai implantar um programa de capacitação, é importante que também seja capacitado – e que provoque uma sensação de segurança, e não de dúvida, nos demais funcionários.
O líder de educação continuada precisa, ainda, aprender a aplicar suas habilidades por meio de ferramentas digitais – o processo de digitalização, inclusive, foi em grande parte aprofundado pela pandemia. Mas ele não precisa ser proficiente no uso dessas plataformas, já que elas estão lá justamente para ajudá-lo, tornando o manuseio acessível e intuitivo.
Sua prioridade é entender e diagnosticar as lacunas de conhecimento e promover a transformação digital no ritmo apropriado para o capital humano de cada instituição. E quer saber a melhor parte? Muitas vezes ele próprio, gestor educacional, acelera sua transformação digital pessoal à medida em que encara esse desafio. Basta escolher as ferramentas adequadas.
 
Fale com o Medportal
O Medportal trabalha oferecendo ferramentas para que organizações de saúde implementem e gerenciem programas de educação digital. Estamos preparados para apoiar líderes e gestores a estabelecer um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde.
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Educação continuada em saúde: aprendizagem para geração de valor

A educação continuada tem sido cada vez mais adotada como alternativa por empresas de diversos setores e tamanhos como forma de transferir a cultura organizacional aos colaboradores. E isso vale para ocupantes dos cargos no topo ou na base da pirâmide corporativa.
Mas e quando se trata de empresas da área de saúde?
Hospitais, por exemplo, lidam diretamente com o limiar entre vida e morte e possíveis repercussões de grande impacto no dia a dia dos seus pacientes. Trabalham diante de contextos complexos, às vezes críticos, com foco em cuidar do ser humano, integrá-lo e muitas vezes capacitá-lo a uma nova realidade de vida. Isso requer muito mais que o conhecimento técnico da academia. Dessa forma, fica evidente a importância da educação continuada nesse ambiente.
Neste artigo, falaremos sobre a importância da educação continuada para a geração de valor entre equipes e como os projetos podem ser implantados em prol do bem-estar de todos os envolvidos.
 
Geração de valor
Quando gestores de saúde são questionados a respeito dos grandes motivadores para a implantação de projetos de educação continuada em suas instituições, algumas respostas chegam antes e com mais intensidade que outras.
Por exemplo, estabelecer a padronização de processos; solidificar a necessidade de utilizar protocolos e evidências científicas robustas ou prover metas para as equipes no sentido de alcançar (e conseguir manter) certificações.
Tudo isso é bastante relevante e até mesmo indispensável. Vale também se atentar a um benefício anterior, tão importante quanto todos esses: a disseminação assertiva e eficaz da cultura institucional. Isso é algo essencial em serviços de saúde, visto que o cliente final é um paciente. Atendê-lo bem e engajá-lo faz toda a diferença em sua saúde, bem-estar e em sua satisfação e pode impactar até em sua recuperação e processos assistenciais.
Dessa forma, a transferência de cultura está longe de ser um objetivo único ou final. É possível atingi-lo sem abrir mão da busca pela padronização de processos, pelo cumprimento de protocolos ou pelos critérios para acreditação. É algo extremamente estratégico e que pode ser executado concomitantemente. Na verdade, é um enorme facilitador. Com exemplo, podemos citar os resultados da AACD, reconhecida como Excelência em saúde em 2020.
 
Múltiplas camadas
Iniciativas estruturadas de educação continuada em saúde também podem coexistir como resposta a demandas mais elementares, como a atualização de procedimentos para a equipe médica e de enfermagem. Acredite: até nas orientações que aparentemente dependem apenas de conhecimento técnico, estão embutidos os valores da instituição. E educar para o cuidado do indivíduo, e não da doença, é necessário.
Felizmente, cada vez mais hospitais, clínicas e laboratórios têm despertado para a importância de manter programas de educação continuada. Ao compartilhar seus propósitos com as equipes de maneira efetiva e escalável, conseguem motivar, unir e engajar, promovendo saúde, com o paciente no centro do cuidado. É um processo em que todos ganham: a instituição, os colaboradores, os pacientes e a sociedade.
 
Conheça o Medportal
O Medportal trabalha oferecendo ferramentas para que organizações de saúde implementem e gerenciem programas de educação digital. São mais de 250 mil profissionais de saúde, de aproximadamente 220 organizações ativas em suas plataformas especializadas em conteúdo e capacitação digital. Como resultado do programa, os clientes apresentam considerável redução de custos em treinamentos e melhorias em NPS de clientes.
O Medportal está preparado para apoiar líderes e gestores a estabelecer um ambiente virtual de aprendizagem personalizado de acordo com as necessidades e objetivos da organização de saúde, além de oferecer inteligência em dados, relatórios e benchmark com outras instituições de saúde.
Além de inserir seus próprios protocolos e treinamentos nas plataformas, com a biblioteca de conteúdos do Medportal, organizações de saúde podem iniciar projetos de educação digital com treinamentos prontos para uso, elaborados com a expertise de especialistas em áreas estratégicas da educação.
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Desenvolvimento de lideranças em saúde: por que é fundamental?

A verdadeira essência de uma empresa são as pessoas e esta premissa é ainda mais marcante para hospitais e demais instituições de saúde, que lidam diariamente com vidas. Desta forma, é fundamental que seja estabelecido um ambiente propício ao desenvolvimento contínuo destes colaboradores, para que possam exercer suas funções com maestria e eficiência. Neste contexto, há alguns fatores que interferem na implementação de processos relacionados a este fim, sendo um deles a atuação dos líderes. Responsáveis por guiar a equipe em direção aos melhores resultados, o líder precisa ter autonomia, amplo conhecimento, entendimento da cultura da empresa e capacidade de trabalhar em equipe. É fundamental que seja estabelecida uma relação próxima e transparente entre o líder e a equipe.

Chefe x líder

Existe certa confusão ao se definir liderança, causada principalmente ao se classificar um líder somente a partir de sua posição no trabalho. O mais correto seria questionar o quanto determinadas pessoas exercem influências positivas (ou negativas) sobre os demais e qual sua bagagem de conhecimento – independente de seu cargo. Nesse caso, torna-se mais fácil destacar quem genuinamente está comprometido com o crescimento da equipe e com a entrega da missão da empresa.

Em um hospital, por exemplo, pode haver líderes distribuídos na equipe da recepção, administrativo, corpo técnico de enfermagem, educação, qualidade, dentre outros. Por outro lado, o “chefe” é aquele que tão somente ocupa determinada posição dentro de uma estrutura hierárquica empresarial, sem que exerça influência positiva ou transformadora junto à equipe. Os processos administrativos nesse modelo são totalmente verticais, voltados para objetivos sistêmicos e sem espaço para a opinião dos demais membros.

Processos interativos e capacitação

Promover um ambiente que abrace a participação dos “liderados” torna-se fundamental, uma vez que ampliará a visão, pluralidade e satisfação da equipe com os objetivos traçados. Isso se torna possível a partir de uma efetiva e contínua capacitação de todos os colaboradores, preferencialmente no modelo híbrido (presencial e online ao mesmo tempo).

Em empresas que atuam no ramo da saúde, esta preocupação deve ser ainda maior pois o “objeto” do trabalho é a vida. Profissionais comprometidos com a cultura da empresa entregam mais valor e excelência aos clientes.

A consultora em educação e gestão em saúde, Ivana Siqueira, durante entrevista para a Websérie do Medportal, comenta sobre os aspectos inerentes à importância da capacitação e atuação em equipe, afirmando que as instituições da saúde precisam de pessoas que saibam executar bem suas tarefas de modo prático. Ela cita ainda a pluralidade que existe nos hospitais, os quais possuem grande efetivo de recursos humanos, e como construir casos de sucesso: “A questão é como pegar todas essas pessoas de diferentes níveis sociais e aplicar. A grande sacada seria, com todas essas diferentes categorias profissionais, tornar tudo bastante interativo e amigável”.

Referências:

Entrevista Ivana Siqueira para Websérie Medportal: Transformação Digital e o Profissional

https://exame.abril.com.br/pme/o-que-acontece-na-empresa-quando-o-lider-nao-sabe-comandar/

Atualização profissional do corpo de saúde em um Hospital

Hospitais lidam diariamente com situações emergenciais, críticas, que se não conduzidas de maneira adequada geram agravos diretos aos pacientes, os expondo a risco de vida. Desta maneira, é notório que em locais onde todos os profissionais do corpo de saúde (médicos, enfermagem, fisioterapia, nutrição, etc) são devidamente habilitados e submetidos a treinamentos frequentes, mitiga-se a chance de eventos adversos. Hospitais têm a obrigação de sempre buscar a excelência, através da seleção e capacitação adequada de seus colaboradores.
Pesquisas na área já demonstraram que os pacientes muitas vezes julgam a qualidade da assistência de determinado serviço de saúde a partir da habilidade dos colaboradores menos experientes e competentes. Ou seja, ainda que um determinado hospital seja altamente criterioso na parte técnico-assistencial e hoteleira, arrisca-se a passar uma imagem negativa aos seus “clientes” quando falham na seleção e, sobretudo, no acompanhamento (avaliações) e treinamento de seus colaboradores. Por um lado, muito se investe em marketing, hotelaria, até mesmo em estrutura, quando um dos principais fatores de percepção de qualidade está inerentemente ligada aos profissionais e os serviços que os mesmos prestam.
Quem são os colaboradores do seu hospital? Estamos falando de médicos e enfermeiros pouco qualificados, ou ainda, que há muito não se atualizam? Você realmente está certo sobre a qualificação técnica atual de sua equipe ou a última vez que avaliou as competências dos profissionais de seu hospital foi no processo seletivo? O quanto está sendo realmente avaliada (e promovida) a atualização profissional de seus colaboradores? Note que estas respostas impactarão diretamente na assistência, mas também na percepção de qualidade pelos clientes da sua empresa.

Atualização profissional é fundamental, sobretudo na área da saúde onde a responsabilidade é enorme e há constante atualização do conhecimento. Não é mais aceitável que um profissional saia da faculdade e não mais se atualize, bons profissionais têm esta visão. Mas e aqueles que não compartilham desta preocupação, ou ainda aqueles que simplesmente não tem tempo ou pró-atividade suficiente para buscar se atualizar? Para garantir que isto não ocorra em uma instituição, o caminho conhecido é treinar e avaliar constantemente seu time, isto possibilita que um Hospital rapidamente se diferencie de seus concorrentes.

Para profissionais qualificados, cada vez mais os cursos de curta duração, cujo objetivo seja passar conceitos recentes e pontuais que profissionais já atuantes não tiveram a oportunidade de aprender anteriormente, encaixam-se perfeitamente. Cabe aos empregadores estruturarem e oferecerem estes cursos de acordo com sua realidade, viabilizando ao máximo o acesso a cursos de extensão e aprimoramento educacional para seu time.
Citando Paulo Freire:

“Mulheres e homens, somos os únicos seres que, social e historicamente, nos tornamos capazes de aprender. Por isso, somos os únicos em quem aprender é uma aventura criadora, algo, por isso mesmo, muito mais rico do que meramente repetir a lição dada. Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco e à aventura do espírito”.

 
Cabe ainda a reflexão, estão os profissionais de saúde de seu hospital preparados para prestar o melhor atendimento possível? Nenhum profissional de saúde quer causar dano aos pacientes, claro, mas é certo que se os mesmos não mantiverem-se conectados às muitas mudanças na área da saúde e da base de evidências que suportam essas mudanças, podem acabar se tornando agentes de danos involuntários. A Agência de Investigação de Saúde e Qualidade americana já identificou diversas estratégias de segurança aos pacientes, incluindo higiene das mãos, medidas para redução de septicemia associada a acessos venosos centrais, intervenções para prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica, cuidados no uso de abreviaturas, etc. O quanto que os profissionais de sua instituição estão sendo expostos constantemente a conhecimentos como estes? É conhecido, com métricas seguras (avaliações) o grau de aprofundamento sobre temas como estes pela sua equipe?
Afinal, os pacientes que procuram um determinado serviço de saúde esperam encontrar não somente uma impecável estrutura e hotelaria, mas também uma equipe que o acolha com profundo conhecimento técnico e ofereça um atendimento de excelência. Que nossas instituições de saúde tenham como principal premissa o objetivo de despertar o interesse no desenvolvimento da carreira dos colaboradores pelos quais são responsáveis e, assim, sejam verdadeiros promotores de uma saúde de excelência em nosso país.
Artigo criado pelo Dr. Rodrigo Coelho, MD – Medportal Co-Founder and COO

EAD para médicos?

Olá!
Alguns especialistas em gestão dizem que médicos são como gatos: difíceis de coordenar, treinar ou até mesmo de seguir mínimas diretrizes institucionais.  Dizem que é por conta da autonomia (necessária) da profissão ou da competência profissional, outros apontam para relação de poder (por vezes, trágica) desenvolvida historicamente com pacientes e com a própria instituição. Henry Mintzberg e colaboradores, no Livro O Processo da Estratégia (2006), descrevem este fenômeno quando falam das características das organizações profissionais.
Há também quem estenda a ilustração/analogia dos gatos ao conjunto dos profissionais de saúde. O fato é que isso tem mudado! Ou melhor, é possível mudar!
Acompanhando tendências internacionais, milhares de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas de hospitais brasileiros têm se engajado em treinamentos na plataforma de EaD do Medportal nos últimos anos! Este processo dialoga com a necessidade de  desenvolvimento de capacidades dinâmicas por parte dos hospitais (Leia mais sobre capacidades dinâmicas e hospitais aqui). Temos, então, um esforço de alinhamento estratégico entre o que a organização deseja em termos de qualificação para o seu profissional e o que os profissionais realmente estão dispostos a participar e a contribuir.
O que nos intriga nesses dados é que, contrariando as previsões mais frequentes, os profissionais de saúde estão sim inclinados e abertos a aderir aos treinamentos fornecidos por seus hospitais.

“O fator condicionante para o sucesso dos treinamentos, principalmente para as novas gerações, parecer ser a sua atratividade, objetividade e conveniência à rotina apertada do profissional. Este grupo de profissionais ama estudar e se atualizar! Precisa, apenas, de incentivos.”

Estes treinamentos não têm a pretensão de substituir a experiência presencial que todo profissional de saúde deve ter com pacientes, mas pode e deve potencializar o mosaico de capacitações que determinada organização oferece ao longo do tempo.
Jogos são exemplos interessantes de estratégia que pode ampliar o engajamento dos profissionais nos treinamentos – Leia o artigo “Play de Game”. Imagine as equipes multiprofissionais jogando e aprendendo de forma saudável e com isso obtendo um melhor desempenho na prática diária. Políticas de bonificação de RH e ascensão profissional podem usufruir desta funcionalidade da plataforma do Medportal.
Os hospitais têm uma avenida enorme de oportunidades pela frente e podem contar com as estratégias de ensino a distância elaboradas pelo Medportal – Soluções Educacionais para alcançar e envolver os profissionais, garantindo que um cuidado ainda mais qualificado seja entregue aos seus pacientes. Este é o principal desfecho que buscamos, profissionais que cuidam melhor de pessoas!

O Medportal apoia o III Congresso Internacional de Acreditação CBA/JCI

O Medportal Soluções Educacionais tem a satisfação de anunciar o seu apoio e presença no III Congresso Internacional de Acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação e Joint Commission Internacional (CBA/JCI) a ser realizado nos dias 21, 22 e 23 de Setembro de 2015 no Windsor Barra Hotel Av. Lucio Costa, 2630 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, Brasil.

Recentemente, a parceria já existente entre o maior portal de atualização médica do país e o CBA/JCI para disseminação de conteúdo online por todo o Brasil foi ampliada com a contratação por parte do CBA/JCI da Solução Educacional personalizada que o Medportal oferece a instituições ligadas ao setor de saúde.


divulgacao-medportal

O melhor ambiente online para ensinar e aprender medicina e saúde
Retorno profissional, financeiro e pessoal para os professores. Para os alunos, as melhores aulas de medicina na internet!

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A plataforma de ensino a distância, já testada e aprovada por milhares de alunos, potencializará o alcance da estratégia de relacionamento, ensino e treinamento online da instituição que representa com exclusividade no Brasil a maior acreditadora de hospitais do mundo. E isso muito nos orgulha!

Visite o lounge do Medportal neste evento! Teremos o maior prazer em detalhar pra você os benefícios que seu hospital terá com nossas Soluções Educacionais!

Segue o flyer do evento abaixo:

congresso

 


Curso Online de Acreditação em Operadoras de Planos de Saúde (CBA) – Professor Heleno Costa Junior

Introduzir o conhecimento sobre as metodologias desenvolvidas pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), com ênfase nos processos de educação e acreditação e com destaque para o manual e os itens avaliativos definidos pela RN 277/2011 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


Curso Online de Acreditação Internacional em Instituições de Saúde (CBA/JCI) – Professor Heleno Costa Junior

Introduzir o conhecimento sobre a metodologia desenvolvida pela Joint Commission International (JCI), aplicada no Brasil pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), com ênfase nos processos de educação e acreditação e com destaque para o manual e os padrões aplicáveis para instituições de saúde hospitalar.


Curso Online de Manual de Padrões de Acreditação da Joint Commision International para Hospitais (CBA/JCI) – Professor Heleno Costa Junior

Curso Online sobre a 5ª edição do Manual Internacional de Padrões para Hospitais da Joint Commission Internacional (JCI). Fundamental para instituições de saúde que buscam melhores resultados em qualidade e segurança do paciente, por meio da metodologia de acreditação internacional!